Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade
Novas sugestões de leitura
Oliveira
Transcrevemos, com a devida vénia, do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura:
De joelhos para desarmar o ódio [Imagens+Vídeo]
Fazem escudo com o seu corpo. Por vezes com lágrimas, por vezes com os braços abertos em sinal de paz, ou dirigidos para o alto, em oração. Não são pessoas sem mácula e sem medo. São pessoas conscientes de que Deus realiza os seus desígnios «através e apesar da nossa fraqueza», como diz o papa Francisco na carta apostólica “Patris corde”, Consagradas, sacerdotes e alguns bispos de Myanmar nestas horas desceram às ruas, em várias cidades do país, com o único propósito de salvar jovens vidas, enquanto o exército birmanês executa uma vaga de repressão cada vez mais forte.
Só resta um homem corajoso no mundo,
o papa Francisco?
Num mundo de «cobardes, não restará só um homem corajoso, e esse homem corajoso não é o papa Francisco?», questionou hoje José Manuel Fernandes, cofundador do jornal digital “Observador”, na crónica diária durante a qual sugeriu a leitura da “Oração aos filhos de Abraão” proferida pelo papa Francisco no final do encontro inter-religioso que decorreu, sábado, na planície de Ur. «Estamos a falar de um homem que tem 84 anos, e que em vez de ficar no conforto do Vaticano, foi numa altura destas para uma das zonas mais perigosas do mundo», sublinhou o editor.
Alan Kurdi «é um símbolo» de «humanidade» e de «civilizações que morrem», declara o papa
Alan Kurdi, que em setembro de 2015 foi encontrado, aos três anos, sem vida numa praia da Turquia, é «um símbolo» que «vai além de uma criança morta na migração, um símbolo de civilizações que morrem, que não podem sobreviver, um símbolo de humanidade», declarou o papa, depois de, no domingo, ter conversado com o pai do menino sírio, aquando da visita a Qaraqosh. Em entrevista aos jornalistas a bordo do avião que o trouxe de regresso a Roma, após a visita de quatro dias ao Iraque, Francisco afirmou que «o mundo ainda não tomou consciência de que a migração é um direito humano».
Continuamos a perpetrar um cisma entre o sacramento do altar e o sacramento do irmão
Durante a Quaresma emerge de maneira quase natural esta tendência a fazer propósitos de conversão nos quais corremos o perigo de colocar no centro a nós próprios, através de uma lista de objetivos ou desafios espirituais que aparentemente nos fazem sentir fortes e dignos. Na realidade, de nada servem todas as práticas ascéticas tradicionais – o jejum, a oração, a penitência, a esmola – se não nos abrem a porta da humildade de quem sabe que é pecador, pobre, inconstante, frágil e por isso sumamente grato pelo facto de tudo o que possui é dom e graça recebidos por pura misericórdia do Céu.
Vida ganha, felicidade reencontrada: Por vezes basta uma palavra, uma carícia, uma ajuda
Encontrámos a Anastácia. Sentia-se, e estava, realmente sozinha. Sozinha com o seu segredo, com o seu drama; com a esperança, talvez, de encontrar uma mão amiga. Os problemas estavam lá todos, pesados como um penedo. Inútil jogar às escondidas, deixada a si própria, naquelas condições, a Anastácia nunca teria conseguido. Chegámo-nos à frente. Estaríamos lá para o que fosse preciso. Na segunda-feira de manhã sou despertado por uma mensagem: «Padre, não me abandones». «E quem te abandona, João?», respondo, recordando-lhe, sem fingimento, que não será abandonado porque também eu preciso dele.
Cardeal Tolentino: «Ninguém como ele nos traz o sagrado para tão próximo de nós»
O testemunho de amigos, o texto de Alexandra Tavares-Teles e a ilustração de Mafalda Neves compõem o perfil que a revista “Notícias Magazine” (Jornal de Notícias) oferece na edição deste sábado do cardeal José Tolentino Mendonça, por ocasião da distinção recentemente recebida pela Universidade de Coimbra. Entre as opiniões recolhidas, a de três mulheres, do mundo da escrita e da política: «Um homem de gente», «de mulheres e de homens», um caminhante «que a todos incluiu, em convívio, com os pés no chão».
Fado, samba, Cristo-Rei: Fé e cultura assinalam 90 anos do Cristo Redentor
Múltiplas expressões artísticas vão marcar as comemorações dos 90 anos de uma das imagens icónicas do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor, que decorrem de 9 a 17 de outubro no recinto do sambódromo, tendo como eixo os objetivos do desenvolvimento sustentável. Uma das iniciativas em agenda é a realização do Dia de Portugal, durante o qual será realizada uma noite de fado «com grandes nomes», em «parceria entre o Consulado Geral de Portugal e o Santuário de Cristo Rei, localizado em Almada, que, em 2009, firmou a Geminação com o Santuário Cristo Redentor, com o objetivo de partilhar experiências e incentivar a espiritualidade».
Da Quaresma ao Tempo Pascal
Mais de duas centenas de artigos, novos e antigos, com texto e multimédia, para alimentar a espiritualidade da Quarta-feira de Cinzas ao Domingo de Pentecostes.
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