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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

31
Jul21

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Novas sugestões de leitura


Oliveira

Dos ricos conteúdos do site do SNPC, respigamos, com a devida vénia o que segue:

(A. G. Pires)

Os dias do tempo : 30.7.2021 [Imagem+Áudio+Vídeo]

«"Um profeta só é desprezado na sua terra e em sua casa". E por causa da falta de fé daquela gente, Jesus não fez ali muitos milagres»: Palavras, imagens e música para dar sentido às horas desta sexta-feira.

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Em memória de Pedro Tamen (1934-2021): «Toda a poesia verdadeira é religiosa» [Vídeos]

A poesia e a mística têm a visão de outro mundo misterioso, e ambas redundam no silêncio; o que, para o poeta, que trabalha com as palavras, é uma contradição. Se o místico contempla o insondável e indizível mistério da divindade, o poeta, por seu lado, tem a visão do mistério radical do mundo. «A minha aproximação ao catolicismo passou diversas fases, sem que se possa dizer que o que escrevi deixou de ser religioso.» Reproduzimos excertos da intervenção de Pedro Tamen em novembro de 2010, no contexto do ciclo de conferências organizado pelas Monjas Dominicanas do Mosteiro do Lumiar, em Lisboa, dedicado ao tema “Na fronteira de Deus e do mundo”.

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«A Tua paz, Senhor./ Não sabemos falar. Nunca Te escondes»: Três poemas de Pedro Tamen

«Silêncio/ na grande luz que não dizemos,/ silêncio maduro, enfim, depois de agora/ nós tantas vezes termos perdido o ar,/ silêncio grave ou não, última/ partida, eterna, a Tua paz. (...) Senhor,/ longe, longe, longe,/ Te esperamos,/ queremos,/ ir longe, longe, longe,/ ao abrir dos selos, ao silêncio sem gumes,/ ao sossego em que o destino se vence,/ à Tua paz.»

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O pão da terra e o absoluto da recompensa

Na sua obra sobre a perene essência da oligarquia portuguesa, "O Conde de Abranhos", Eça de Queirós, a certa altura, põe o herói político da obra a dizer o seguinte: «Não podemos dar ao operário o pão na terra, mas obrigando-o a cultivar a fé, preparamos-lhe no Céu banquetes de Luz e de Bem-aventurança!». Logo depois, enuncia-se a magnífica conclusão: «E quem negará aí que não seja esta a verdadeira maneira de promover a felicidade das classes trabalhadoras?». Acima de toda e qualquer consideração ideológica, coeva ou puramente teórica, o simpático escritor burguês põe a claro o falso princípio político-económico sobre o qual se funda, desde sempre, isso que constitui a ação que condena os seres humanos que criam os bens a uma pobreza ou mesmo miséria que nunca lhes competiria não fora a aplicação de tal mesmo falso princípio político-económico.

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O tráfico de seres humanos só deixa de sangrar com empenho total e sem hipocrisias

Hoje no mundo evocam-se as vítimas do tráfico de seres humanos. Quem acaba na trituradora da exploração? As indefesas e os indefesos. Assiste-se hoje a uma crise mais grave do que a económica: o défice educativo. Sem formar as consciências para a noção de que o amor não se compra, sofreremos as consequências de uma degeneração da mentalidade que considera adquirível até a mais inviolável intimidade. Jesus perdoa a adúltera e o ladrão que subiu ao Calvário com Ele, mas as «estruturas de pecado» têm de ser neutralizadas por uma comunidade que saiba colocar no centro da sua vida os mais frágeis.

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Anna e o papa-papá

O encontro com João Paulo II marcou profundamente e para sempre a sua vida. Admirava-se por Deus lhe ter concedido esse dom para ela inimaginável. Viu no papa o papá: por ele foi consolada, acariciada nos cabelos e no rosto como uma filha, e, chorando, disse-lhe: «Papá, liberta as jovens de rua como eu... Fiquei doente... Papá, a vida na rua é dura, é má... Papá, na rua há muitas jovens, mas também muitas crianças... Papá, liberta as crianças da rua». É necessário lembrar os cristãos da sua responsabilidade individual e coletiva em relação às pessoas escravas, convertendo atitudes em ações.

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“Nota sobre a supressão geral dos partidos políticos”: Compreender Simone Weil para além do título

O equívoco consiste em acreditar que abolir os partidos políticos equivaleria a suprimir a liberdade de pensamento, de escolha e de alinhamento político; ou até, pior ainda, que sem partidos políticos haveria apenas um totalitarismo do “partido único”. Por isso o ensaio de Simone Weil não é sequer lido: é recusado pelo seu próprio título. As observações de Simone Weil têm uma valia mais geral, dizendo sobretudo respeito à defesa da liberdade do pensamento das pessoas, liberdade que o espírito de pertença política inibe e reduz drasticamente. Não podendo resumir todo o ensaio, obra-prima de lucidez quer política quer moral e psicológica, isolo algumas ideais essenciais.

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