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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

11
Jun22

A PRINCESA PORTUGUESA QUE FEZ FRENTE A HÍTLER


Oliveira

Com a devida vénia, mais uma publicação do nosso prezado jornalista António Justo.

(A. G. Pires)

Um Exemplo de Equilíbrio das Energias Masculinidade e Feminilidade 

Dona Maria Adelaide de Bragança é uma desconhecida heroína portuguesa.

Trabalhou como Enfermeira e assistente social na Áustria.

Foi durante muito tempo a mais idosa princesa de Portugal. Tia de SAR Dom Duarte Pio, atual Duque de Bragança, era a última neta do rei D. Miguel. Nasceu em 1912.

Durante a Segunda Guerra Mundial foi condenada à morte duas vezes.

A primeira condenação deveu-se por chefiar uma rede que tinha por missão fazer fugir pessoas procuradas, perseguidas ou condenadas pelos Nazis: paraquedistas aliados, espiões, judeus e outros.

A Infanta fazia parte do movimento de resistência nazi, e foi apanhada pelas SS e condenada à morte pela Gestapo.

Salazar ao saber da notícia interveio imediatamente, afirmando que ela era cidadã portuguesa e após muita luta diplomática, conseguiu salvá-la. Foi então deportada para a Suíça, onde vivia o seu irmão Dom Duarte Nuno, Duque de Bragança.

A segunda condenação será ainda mais "heroica". Novamente agente da resistência, tem por nome de código "Mafalda", fazia a ligação entre os Ingleses e o Conde Claus von Stauffenberg, líder do atentado falhado contra Hitler, a chamada operação Valquíria. É apanhada, condenada à morte pela segunda vez, mas desta feita é salva pelos soviéticos, após a vitória destes em Viena

Em 1949, Dona Maria Adelaide estabeleceu-se em Portugal (1). Trabalhou como assistente social no bairro pobre do Monte da Caparica dedicando-se sobretudo à protecção de órfãos e recém-nascidos pobres.

Faleceu em 2012

Desta heroína não se fala talvez por desinteressar à República!

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=7561

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