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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

27
Jan23

TRANSUMANISMO


Oliveira

Partilho, com a devida vénia um artigo do Dr. Pedro Vaz Patto, publicado no jornal digital «7 MARGENS» que provavelmente muitos ainda não leram…

A COPAEC congratula-se e agradece testemunhos que edificam e ajudam a saber ser e estar.

AGPires

           A corrente de pensamento que vem sendo designada como transumanismo pretende a superação de todos os limites que pode representar a natureza humana, aumentando as capacidades da espécie transformando-a em algo de distinto e superior (a ponto de, numa vertente mais radical, se transformar numa espécie distinta: o pós-humanismo). Começa por negar a excepcionalidade da espécie humana no confronto com outras espécies animais (como fazem as correntes ditas antiespecistas) e daí parte para superar as suas limitações, incluindo a sua natural vulnerabilidade, imperfeição, doença, envelhecimento e até a mortalidade. Fá-lo advogando o recurso à engenharia genética, à tecnologia e à inteligência artificial. Pretende superar a distinção entre natural e artificial (o cyborg). Não encontra limites nas naturais diferenças entre homem e mulher (daí alguma ligação à ideologia do género). Reivindica poderes criativos normalmente atribuídos a Deus; daí que também pretenda superar a distinção entre humano e divino (essa é a pretensão do influente pensador israelita Yuval Noah Harari, autor de um muito difundido livro que tem por título, precisamente, Homo Deus).

          Sobre o desafio que representa o transumanismo para a fé cristã e o humanismo clássico, que em muitos aspectos contradiz radicalmente, já muito se tem escrito. Saliento, a este respeito, estes livros: Roberto Esteban Duque, Nostalgia de Futuro - Transhumanismo y desafios a la naturaleza humana, Ediciones Encuentro, Madrid, 2022; Alberto Cortina, Transhumanismo – La ideologia que desafia la fe cristiana, Palabra, Madrid, 2022; e Olivier Rey, Engaño y Daño del Transhumanismo, Homo Legens, Madrid, 2019 (tradução espanhola do original francês)

           Ao reflectir sobre as pretensões desta corrente, em grande medida puramente ilusórias e próprias da ficção (eliminar a doença, a dor e a morte?), vem-nos à mente, de imediato, o relato dos primeiros capítulos do Génesis, o pecado das origens que se traduz nas pretensões humanas de ser «como deuses» e de «comer da árvore do bem e do mal», como se fossemos deuses. Pretensões com nefastas consequências que se têm revelado ao longo da história e que são hoje um perigo se a humanidade se deixar cair em novas tentações deste tipo.

          Uma primeira contradição da pretensão transumanista de melhorar ou aumentar a espécie humana, realçada por Ricardo Esteban Duque, é esta: se se ignora a natureza humana (isto é, que o ser humano contenha uma finalidade intrínseca que o antecede e não pode destruir arbitrariamente), como avaliar algum seu pretenso melhoramento? O que significa uma melhor realização humana? Que critério seguir?

         Na verdade, do que se trata é de impor um determinado critério de avaliação, um critério subjectivo e muito criticável: o de que a pessoas vale em função das suas capacidades físicas e intelectuais. Um reducionismo materialista vem em evidência. Mas a pessoa não é mais feliz ou realizada por ter essas suas capacidades aumentadas. E tal visão contraria a igual dignidade das pessoas humanas, aquisição civilizacional da maior relevância, com raiz na noção judaico-cristã da pessoa humana criada «à imagem e semelhança de Deus». Noção que também se espelha na célebre frase de Santo Ireneu de Lião: «A glória de Deus é o homem que vive». Dessa noção resulta que cada pessoa, por mais vulnerável, dependente ou física ou mentalmente limitada que seja, tem um valor infinito.

         Não se trata, então, de (como pretende o transumanismo) superar os limites da natureza humana (pretensão, de resto, necessariamente ilusória), mas de viver uma vida autenticamente humana. Alguns dos limites com que se confrontam os seres humanos podem, e devem, ser superados. Mas não todos, obviamente. Podemos até dizer que esses limites insuperáveis são providenciais, são desejáveis: ajudam a pessoa a crescer, a amadurecer e a ser humilde; pessoas limitadas são interdependentes e essa interdependência suscita o amor ao próximo e a solidariedade (como vimos na recente pandemia). Na expressão de Alberto Cortina (op. cit., pg. 54), os limites «fazem-nos ser o que somos e permitem que cheguemos à plenitude do que estamos chamados a ser e fazer como pessoas».

          Mais do que tentar pensar ilusoriamente em eliminar completamente a dor e o sofrimento (o que também pretendem os partidários da eutanásia ao apresentar a morte provocada como resposta à dor e ao sofrimento), há que descobrir o seu sentido, o que significa também descobrir o sentido da vida e o valor de cada vida. É nessa direcção que aponta também o pensamento e a obra de Viktor Frankl.

          A pretensão transumanista de superar os limites da natureza humana, incluindo a sua mortalidade, reflecte um anseio de todos as pessoas e de todas as épocas e culturas, esse sim próprio da natureza humana, um anseio de perfeição e de infinito que a experiência terrena não satisfaz e que tem suscitado várias modalidades de religião. O transumanismo responde a esse anseio com a proposta do prolongamento da vida biológica e terrena.

         Não é essa a resposta da mensagem cristã. Esta não propõe o prolongamento da vida biológica e terrena (o que até poderia tornar-se entediante), mas a vida eterna que se situa num plano infinitamente superior e que só ela sacia em profundidade as aspirações humanas à perfeição e ao infinito. Na expressão de Alberto Cortina (op. cit., pg. 80), trata-se da «comunhão existencial com Aquele que é a Verdade e o Amor e, portanto, é eterno, é o próprio Deus» e também uma «comunhão com todos que participam do mesmo Amor».

       A pretensão transumanista de um ser humano que ambiciona exercer poderes divinos (o Homo Deus) também contrasta radicalmente com a imagem de Deus que nos é dada pela Revelação cristã. Essa pretensão é a de imitar um deus poderoso, controlador da natureza e senhor de uma moral arbitrária («comer da árvore do bem e do mal»), que possa decidir sobre a vida e a morte (como se faz com o aborto e a eutanásia). A Revelação cristã mostra-nos um Deus que respeita a liberdade da criatura humana e também um Deus que se faz Homem, que assume os limites da natureza humana, que, por amor, nasce numa gruta e morre numa cruz.

       Um dos perigos desta pretensão (“prometeica”) de fazer as vezes de Deus, a Ele se substituindo, traduz-se na defesa do chamado eugenismo positivo ou liberal. Fala-se em eugenismo positivo porque se trata de melhorar o património genético das gerações futuras (não de eliminar deficientes, como sucedeu noutras épocas da história, mas também sucede hoje em larga escala com o aborto eugénico). Fala-se em eugenismo liberal porque assente na vontade dos progenitores (e não numa imposição estatal, como também sucedeu noutras épocas da história). Pretende-se que, através da engenharia genética, os pais possam decidir a respeito de características dos filhos, supostamente favoráveis, como a inteligência (mais do que evitar a transmissão de doenças). Com uma aparência de beneficência, estamos perante um domínio sobre outros seres humanos, reduzidos a objecto de uma manipulação, sujeitos sem possibilidade de defesa à imposição de critérios de melhoramento que poderiam não partilhar. Esta deriva (também ela decorrente da pretensão de «ser como deuses» e da rejeição dos limites da natureza humana) tem suscitado a firme rejeição de pensadores de várias tendências, como Hans Jonas, Jürgen Habermas e Michael Sandel.

       Também esta é uma afronta àquela “ecologia humana” a que se refere Bento XVI na encíclica Caritas in Veritate (n. 51) ao afirmar: «O livro da natureza é uno e indivisível, tanto sobre a vertente do ambiente como sobre a vertente da vida, da sexualidade, do matrimónio, da família, das relações sociais, numa palavra, do desenvolvimento humano integral». A natureza, também no que se refere à transmissão da vida humana, reflecte uma ordem e harmonia que é fruto da sabedoria e do amor do Criador e, nessa medida, ela deve ser respeitada e não manipulada ou destruída.

          Um outro perigo das propostas transumanistas é o de criar uma grave e chocante desigualdade, entre quem possa ter acesso a técnicas de melhoramento (que integraria quase uma outra espécie aumentada) e quem não tenha esse acesso. Salienta Francis Fukuyama que desse modo, com essa distinção entre seres mais ou menos capacitados ou perfeitos, se atenta contra a noção de uma única natureza humana, uma única comunidade de seres iguais em dignidade.

         Um verdadeiro desafio, este. Um desafio que nos faz reflectir sobre as capacidades e limites da técnica e sobre o verdadeiro sentido da vida. São anseios e aspirações de sempre em confronto com inéditas possibilidades. A resposta existe desde há dois mil anos. Há apenas que a apresentar e viver em toda a sua autenticidade.

Pedro Vaz Patto

24
Jan23

REZAR A MISSÃO QUE A ALEGRIA É


Oliveira

Partilho o texto da oração e meditação do Cardeal José Tolentino de Mendonça, enviado pelo Ir. Manuel Silva.

(A. Oliveira)

Ensina-nos, Senhor, a conservar e a multiplicar em nosso redor a alegria, assumindo no quotidiano esse cuidado como uma missão que nos compete.

 

Ensina-nos que existe um nexo profundo entre a gratidão e a alegria, pois só um coração que sabe agradecer é capaz de individuar nas pequenas e nas grandes coisas da vida mil motivos onde cintila (ou pode cintilar) vibrante a alegria.

 

Ensina-nos, Senhor, que a alegria começa quase sempre no olhar. De facto, um olhar empático capta com nitidez possibilidades que uma visão parcial ou preconceituosa desconhece.

 

Ensina-nos que a ciência da alegria está ao nosso alcance mesmo quando a ideia de um sorriso nos parece de todo inacessível.

 

Ensina-nos que a alegria pede de nós simplicidade e abertura de coração, apenas isso,  como um milagre que ocorre sem precisar de recursos extravagantes.

 

Ensina-nos que a alegria deflagra sem nós sabermos como, e também isso está certo.

 

Ensina-nos, Senhor, a louvar e não só a criticar; a aliviar e não só a endurecer; a encorajar e não só a reprimir;   a partilhar e não só a requerer; a escutar de novo mesmo quando estamos convencidos de já saber.

 

Cardeal José Tolentino de Mendonça

23.01.2023

20
Jan23

3.º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO A


Oliveira

Sugestão da homilia para o terceiro Domingo do Tempo Comum - ANO A - 2023 

Jesus Luz do mundo e o Reino de Deus

Domingo, 22 de Janeiro de 2023

  1. Jesus Luz do mundo

     Evangelho

     O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz! Irmãos, que seria a nossa terra sem a luz do sol? O astro luminoso irradia a sua luz, o seu calor, a sua energia para a vida da terra. 

     Jesus, Luz: ouvimos no evangelho: “O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz”. Esta imagem era de Isaías; vem no evangelho de hoje, referindo-se a Jesus, Luz do mundo.  

    Que significa esta imagem da luz? Que Jesus ilumina o mundo com a sua Palavra, com a sua vida. Jesus disse também: “Quem Me segue terá a luz da vida” (João 8, 12). Todos queremos ter Vida, e vida eterna? O Senhor é Luz que dá vida. Esta é a primeira reflexão do nosso Evangelho.       

     Jesus e o seu Reino: esta página de São Mateus indica também que Jesus estava a iniciar o seu Reino: Jesus chamou os quatro discípulos: “Caminhando ao longo do mar da Galileia, viu… Simão, chamado Pedro, e seu irmão André… Um pouco mais adiante, viu outros dois irmãos: Tiago e seu irmão João”.  Discípulos chamados por Jesus.   

     Que vos parece? Não estava Jesus a iniciar o seu Reino, o Reino de Deus, que é Ele, Luz, Verdade e Vida? Estava a iniciar a Igreja, a Igreja que somos nós. Por isso, esta reflexão interessa-nos muito: viver no reino de Deus, viver na Igreja.

    Não o iluminismo, o indiferentismo, o agnosticismo. O Reino de Deus é a acção de Jesus presente na Igreja.  

  1. Jesus anunciado por Isaías como Luz

     Primeira leitura

     O profeta Isaías reconheceu que algumas regiões do seu tempo viviam nas trevas. Diz o profeta: “O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz”. Isaías passando para além do seu tempo, estava a anunciar o Messias, como libertador e Salvador. “Multiplicastes a sua alegria, aumentastes o seu contentamento, … Rejubilam na vossa presença como os que se alegram no tempo da colheita”.  Isaías anunciava o tempo futuro de Jesus libertador.

     Como vemos nós o Messias? Quem é Jesus para nós? Como é o nosso olhar para Ele? Com o coração? Peço licença para contar uma pequena história, que nos fala do nosso olhar.  Um pobre invisual estava sentado e tinha um pequeno cartaz com estas palavras: “dê uma esmola ao ceguinho”. As pessoas passavam, sem ligar nada ao pedinte. Alguém retirou aquele cartaz e escreveu. “Sou cego; vai chegar a primavera e não a posso ver”. A partir daí, as pessoas sentiam pena, e deitavam moedas no pratinho. Por que se deu a mudança? Significa: ver com o coração. O Papa Francisco tem usado esta expressão: “Devemos aprender a ver com o coração” (Homilia 19.09.2017). (cf. também o livro de Saint Exupéry: “O Principezinho”).

  1. Jesus abre-nos ao amor

     Segunda leitura

     São Paulo escreveu aos Coríntios: “Rogo-vos que não haja divisões entre vós”. E Paulo deseja que em Cristo sejamos irmãos. Viver a Fé. O Papa Francisco tem uma explicação muito sábia: “A fé não é luz que dissipa todas as trevas, mas lâmpada que guia os nossos passos na noite, e isto basta para o caminho” (Luz da Fé, 57).

       Lembramos também que estamos na Semana de oração pela unidade dos cristãos (18 a 25 de janeiro). Cristãos unidos, para testemunhar Jesus Cristo.

       E é também o domingo da Palavra, que foi instituído pelo Papa Francisco para o terceiro domingo do tempo comum.

       Vivamos com o Senhor, Luz do mundo, no seu Reino, que é o próprio Jesus Cristo.

 Pe. António Gonçalves, SDB

14
Jan23

2.º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO A


Oliveira

Sugestão da homilia para o segundo Domingo do Tempo Comum - ANO A - 2023 

Jesus Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo

Domingo, 15 de Janeiro de 2023

      Irmãs e irmãos, este domingo mostra-nos o rosto de Jesus que nos dá uma vida nova.

  1. Jesus, Cordeiro de Deus, tira o pecado do mundo

     Evangelho

     “Eis o coreiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Estas palavras de João Baptista referem-se a Jesus como Messias Salvador, pois só Ele pode tirar o pecado do mundo.  

       O mesmo profeta dá-nos mais este testemunho: “Eu vi o Espírito Santo descer do Céu como uma pomba, e permanecer sobre Ele (Jesus)…. Eu vi e dou testemunho de que ele é o Filho de Deus”. Reconhecer Jesus, Filho de Deus, é o coração da nossa fé. Nele está a salvação

     Na Palavra deste domingo temos outra reflexão importante: Jesus, o Messias, apresenta-se como o Cordeiro Pascal que morre para tirar o pecado do mundo.  É o cordeiro da Nova Páscoa, o qual, com a sua morte, inaugura a libertação do povo de Deus e cria uma vida nova.

     Pode ser que esta breve reflexão pareça pouco compreensível. Mas o sentido doutrinal é de grande significado: Jesus, com a sua morte na cruz, entrega-se a Deus como um cordeiro imolado oferecido a Deus Pai.

     A este propósito, eu gostaria de citar parte de um belo poema de um escritor português: Imaginemos um menino a olhar para Jesus pregado no madeiro e a perguntar: - Minha mãe, quem é Aquele pregado naquela Cruz? – “Aquele, filho, é Jesus, é a santa imagem dele… E veio ensinar à gente que todos somos irmãos, e devemos dar as mãos, uns aos outros irmãmente” (João de Deus).

     Isto leva-nos a meditar: Jesus, com o seu Sacrifício na Cruz, morrendo como cordeiro pascal, rasgou o documento da nossa condenação (Colos. 2,14).         

  1. Deus chamou e chama-nos a sermos luz

     Primeira leitura.

     O profeta Isaías ouviu de Deus estas palavras: “Tu és meu servo, Israel, …Vou fazer de ti a luz das nações, para que a minha salvação chegue até aos confins da terra”. Quem é este servo Israel, apresentado como luz das nações? É Israel, o povo escolhido por Deus para ser a Luz das nações. Deus revela-se ao mundo através da história desse povo, com os profetas, com os milagres, vemos que Deus lhe falou, o protegeu, que Deus é Salvador.

     E Deus também quer revelar-se através da Igreja, da história de cada um de nós. A vocação vem de Deus. Para quê? Ele quer servir-se de nós para levar a salvação até aos confins da terra. Deus chama cada um de nós a ser luz de Deus no mundo. Para que o mundo seja mais humano, mais justo, seja salvo por Deus: vou fazer de ti a luz das nações, para que a minha salvação chegue aos confins de terra.    

  1. Deus chama à santidade

     Segunda leitura

     “Chamados à santidade”. Lemos hoje a introdução e a dedicatória da Carta de Paulo aos Coríntios. Diz-nos que se sentiu chamado por Deus, e escreveu assim: “Paulo, por vontade de Deus escolhido para Apóstolo de Cristo Jesus… aos que foram chamados à santidade. E Paulo respondeu bem a Deus que o chamou.

Perante isto, pensemos: essa voz é-nos dirigida a cada um: “que fomos chamados à santidade”. E a colaborar em Igreja.

     Também Francisco de Assis escutou: “Francisco, vai e reconstrói a minha Igreja”. Esse pobre de Assis ouviu, aceitou, começou a pegar em tijolos… Mas Deus voltou a chamar: “Não, Francisco… Deves reconstruir a minha Igreja feita não de pedras, mas de pessoas”. E com o seu exemplo nasceu uma renovação da humanidade. Francisco contribuiu para Jesus tirar o pecado do mundo. É a nossa missão, com a graça de Deus.

Pe. António Gonçalves, SDB

13
Jan23

O PAPA FRANCISCO FALA DE TERCEIRA GUERRA MUNDIAL


Oliveira

Pelo que contém de actual e oportuno, a COPAAEC propõe para leitura e reflexão mais um artigo do jornalista A. Cunha Justo.

(A. G. Pires)

Falando a diplomatas no Vaticano, o papa Francisco descreveu as guerras do presente como "Terceira Guerra Mundial em partes". "Hoje a terceira guerra mundial está em andamento em um mundo globalizado em que os conflitos, embora afectem directamente apenas algumas áreas do planeta, envolvem basicamente todos."

Entramos em 2023 e continuaremos a assistir à mesma tragédia das guerras!

As guerras são obra do diabo e todos estamos a sofrer com os obreiros do diabo que impulsionam a luta de uns contra os outros.

António Justo

Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=8177

13
Jan23

HITLER PÔS A CIÊNCIA AO SERVIÇO DO PODER E DA SUA IDEOLOGIA

70.000 Pessoas “sem valor para viver” assassinadas em Instituições de Eutanásia em 2 Anos


Oliveira

Pelo que contém de actual e oportuno, a COPAAEC propõe para leitura e reflexão mais um artigo do jornalista A. Cunha Justo.

(A. G. Pires)

A ciência, a religião e a arte não escapam à sua instrumentalização para fins de afirmação ilícita do poder político-económico.

O darwinismo (teorias relativas à evolução das espécies) social servia-se do determinismo biológico como mundivisão. A ideologia nazista aplicava a doutrina de Darwin sobre a evolução por selecção natural à sociedade humana. Como o lavrador levava as vacas ao touro mais forte assim queria a política social de Hitler aplicar tais leis para “expurgar” da sociedade pessoas que considerava “inferiores”.

De 18 de agosto de 1939 até agosto de 1941, foram assassinadas cerca de 70.000 pessoas em instituições de eutanásia, principalmente por gaseamento ou injeção, porque consideradas “sem valor para viver” ... Os assassinatos em massa eram organizados pela "chanceleria" do Führer e médicos...

Durante o regime nazista cerca de 350.000 a 400.000 pessoas foram esterilizadas à força com base na "Lei sobre a Prevenção de Filhos de Doenças Hereditárias" (1).

O darwinismo social advogava a política do fim do século XIX e início do séc. XX como argumento moral justificativo do colonialismo e imperialismo em África e noutras zonas do globo...

Os nacional-socialistas consideravam a "raça germano-ariana" como superior e justificavam a sua mundivisão com o darwinismo social...

A ideologia nazi também fundamentava os seus planos de expansão para leste com a ideia do seu “espaço vital no Leste” ...

Esta visão materialista considerava a comunidade do povo alemão hereditariamente valiosa e “racialmente pura”; daí o considerarem os estrangeiros como estranhos à comunidade e começarem por excluir os judeus e os ciganos e por praticar a eutanásia...

Como se vê, até a ciência traja as modas do tempo ou deixa-se vestir e na sociedade arranjam-se sempre “valores” justificadores de medidas contra a vida e de pretextos para uma expansão agressiva: se ontem valia a superioridade da raça e a raça pura hoje tende a valer a superioridade da democracia e a qualidade de vida! Na falta de um investimento numa cultura humana e sistémica da paz continuarão a cultura da guerra e a mera funcionalidade da pessoa a valer como padrão social.

António da Cunha Duarte Justo

Texto completo em Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=8180

13
Jan23

PRÉMIO DE 3.000 € AOS MELHORES ALUNOS


Oliveira

Pelo que contém de actual e oportuno, a COPAAEC propõe para leitura e reflexão mais um artigo do jornalista A. Cunha Justo.

(A. G. Pires)

ESCOLA SALESIANA DE PARABÉNS

A Academia das Ciências em 2022 atribuiu o prémio de Matemática e o prémio de História a duas alunas da Escola Salesianos de Évora. Prémio Alexandre Herculano (História ) atribuído a Sofia Gonçalves Marques, da Escola Salesianos de Évora. Prémio Pedro Nunes (Matemática) a Catarina Sofia Aveiro Nunes Gonçalves Oliveira, da Escola Salesianos de Évora (ex aequo).

O prémio de português (António Vieira)  foi atribuído a Diana Melo de Oliveira, da Escola Secundária Dr. João Manuel da Costa Delgado (Lourinhã).

O prémio de Matemática (Pedro Nunes) foi atribuído em termos de igualdade a André Gonçalo Fernandes Crispim, da Escola Secundária de Caneças (ex aequo) a Catarina Sofia Aveiro Nunes Gonçalves Oliveira, da Escola Salesianos de Évora (ex aequo) e a Miguel Borges de Almeida, da Escola Básica e Secundária do Cerco do Porto (ex aequo).

Pode ver-se a sessão de atribuição de prémio em https://www.youtube.com/watch?v=sdopbplRtuI

Como se vê na página da Academia das Ciências de Lisboa( http://www.acad-ciencias.pt/academia/PES ), esta instituição atribui prémios de mérito aos melhores alunos do ensino secundário nas disciplinas de Português (Prémio António Vieira), História A (Prémio Alexandre Herculano) e Matemática A (Prémio Pedro Nunes). Na página podem ver-se as condições e fazer-se as inscrições.

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=8190

13
Jan23

BENTO XVI - UM LUZEIRO DA TEOLOGIA E DA EUROPA NO HORIZONTE

Joseph Ratzinger ao lado de S. Tomás de Aquino


Oliveira

Pelo que contém de actual e oportuno, a COPAAEC propõe para leitura e reflexão mais um artigo do jornalista A. Cunha Justo.

(A. G. Pires)

O Cardeal Joseph Ratzinger, cuja vocação era a teologia, foi o 265º Papa da Igreja Católica...

Ratzinger nasceu em 16.04.1927, o seu pai era um gendarme e a sua mãe uma cozinheira; a família também era unida na sua rejeição da ideologia nazi. Teve dois irmãos mais velhos (Maria e Georg). Ainda criança foi forçado a entrar na Juventude hitleriana. Foi ordenado padre em 1951. Em 1958, com 31 anos de idade tornou-se professor de dogmática e teologia fundamental. Ratzinger foi conselheiro do Concílio Vaticano II e sofreu um ponto de viragem quando a vaga marxista (68) marchava pelos salões de aulas universitárias. Assustado, retirou-se para Regensburg (cf. HNA 2 de janeiro de 2023) na intenção de se afirmar como autor de livros teológicos refutadores da onda marxista materialista; não aceita que a vida intelectual tenha de ser determinada apenas sob o ponto de vista democrático, o que realmente significaria um encurtamento da mente. O Vaticano cruzou os seus planos consagrando-o de bispo de Munique e Freising.

Bento XVI não era um homem do poder nem tão-pouco da administração, reconhecendo: "O governo prático não é realmente o meu forte”.

Como bom observador do desenvolvimento da sociedade deixou o seguinte aviso: "Ter uma fé clara é frequentemente rotulado como fundamentalismo. Surge uma ditadura do relativismo, que não reconhece nada como definitivo e, como último recurso, só aceita o próprio ego e suas concupiscências", citam Christoph Driessen e Manuel Schwarz.

Ele foi um verdadeiro bávaro conseguindo unir a cabeça alemã do Norte ao coração do Sul. Permaneceu em contacto com o mundo sem que a doutrina católica (sua vivência divina) deixasse o seu coração.

... respeitar os pontos de vista das diferentes culturas, como é tarefa de uma Igreja universal, conduz necessariamente à ambivalência porque não pode assumir em todas as regiões do mundo a mentalidade ou maneira de ver da região europeia ou de elites transnacionais...

A mentalidade política contemporânea não pode ser aplicada directamente à religião; são campos diversos: de um lado o poder na luta de interesses e do outro o serviço à pessoa e humanidade em geral...

Como teólogo excepcional moldou o século XX e o início do XXI constituindo uma grande perda para a comunidade científica e para a igreja onde colocou acentos pioneiros na teologia. A prestigiosa revista alemã de tendência esquerda “Der Spiegel” categorizou-o como o "mais talentoso teólogo alemão da reforma".

Numa época em que a filosofia já não é a "serva da teologia" Bento soube justificar de maneira exemplar a razão e a fé na qualidade de irmãs. Até o conhecido filósofo Jürgen Habermas, que joga noutra liga, elogiou a erudição de Bento XVI. Ele disse que os dois partiam de bases diferentes, mas concordam nas "actividades operacionais". Habermas disse ainda que compartilham a crítica da "modernidade desenfreada", embora dissesse ser "religiosamente não musical". Como teólogo preocupado em fraternizar a filosofia com a teologia, Ratzinger permanecerá certamente, na comunidade científica, ao lado de S. Tomás de Aquino (1) ...

Enquanto Bento XVI tornava o passado vivo também no presente, Francisco vive o presente sem se tornar infiel ao passado; esta pequena diferença leva muitos a colocá-los num plano de contra modelos...

António da Cunha Duarte Justo

Texto completo e nota em Pegadas do Tempo,  https://antonio-justo.eu/?p=8200

09
Jan23

A “Paz russa” (séc. XVIII-XXI)


Oliveira

Nota histórica. Dá para avaliar as tendências que já vêm de longe… e as actuais intenções ‘pacíficas’ de Putin…

 

  *   Grande Guerra do Norte e Anexação da Estónia e da Letónia, 1700-1721

  *   Partilhas da Polónia, 1772-1795

  *   Anexação da Crimeia, 1783

  *   Supressão da Polónia, 1794-1795

  *   Guerra Finlandesa e Ocupação da Finlândia, 1808-1809

  *   Guerra Caucasiana e Genocídio dos Circassianos, 1817-1864

  *   Pogroms de 1821 (Império Russo)

  *   Guerra Russo-Persa de 1826–1828 e Anexação da Geórgia, Arménia e Azerbaijão

  *   Repressão da Polónia, 1830-1831

  *   Intervenção na Hungria, 1848-1849

  *   Guerra da Crimeia, 1853-1856

  *   Repressão da Polónia, 1863

  *   Pogroms de 1881–1884 (Império Russo)

  *   Pogroms anti-chineses do Amur (Império Russo), 1900

  *   Pogroms de 1903–1906 (Império Russo)

  *   Guerra Soviético-Ucraniana, 1917-1921

  *   Deskulakização (Rússia Bolchevique e União Soviética), 1917-1933

  *   Terror Vermelho (Rússia Bolchevique), 1918-1922

  *   Intervenção na Guerra Civil da Finlândia, 1918

  *   Guerra Russo-Lituana, 1918-1919

  *   Guerra da Independência da Estónia, 1918-1920

  *   Guerra da Independência da Letónia, 1918-1920

  *   Guerra Polaco-Russa, 1919-1921

  *   Anexação da Íngria Finlandesa, 1919–1920

  *   Invasão e Ocupação do Azerbaijão, 1920

  *   Invasão e Ocupação da Arménia, 1920

  *   Invasão e Ocupação da Geórgia, 1921

  *   Repressão da Karélia, 1921–1922

  *   Sistema do Gulag (União Soviética), 1923-1961

  *   Coletivização Forçada (União Soviética), 1927-1940

  *   Deportação dos Íngrios Finlandeses (União Soviética), 1929-1944

  *   Holodomor (Ucrânia), 1932-1933

  *   Grande Terror (União Soviética), 1936-1938

  *   Invasão e Ocupação Soviética da Polónia, 1939-1941

  *   Guerra de Inverno (tentativa de invasão da Finlândia), 1939-1940

  *   Massacre de Katyn (União Soviética), 1940

  *   Ordens de pilhagem de artefactos culturais e infraestrutura industrial durante a ocupação soviética da Polónia e da Alemanha Oriental, (1940-1947)

  *   Ocupação da Bessarábia e Bucovina do Norte, 1940-1941

  *   Ocupação dos Países Bálticos, 1940-1941

  *   Supressão da Insurgência da Tchetchénia, 1940-1944

  *   Deportações Forçadas da Bessarábia e Bucovina do Norte, 1940-1951

  *   Guerra da Continuação (Segunda Guerra Soviético-Finlandesa), 1941-1944

  *   Massacre dos Prisioneiros de Guerra pelo NKVD (União Soviética), 1941

  *   Deportação dos Gregos Pônticos (União Soviética), 1942-1949

  *   Deportação dos Calmucos (União Soviética), 1943

  *   Operação Lentil (limpeza étnica da Tchetchénia e da Inguchétia), 1944

  *   Deportação dos Tártaros da Crimeia (União Soviética), 1944

  *   Deportação dos Turcos Mesquécios (União Soviética), 1944

  *   Deportação dos Bálcaros (União Soviética), 1944

  *   Transferência Forçada das Populações Alemãs (1944–1950)

  *   Massacres de civis durante o Cerco de Budapeste (Hungria), 1944-1945

  *   Ocupação da Roménia, 1944-1958

  *   Campanha de Violações de Mulheres (Polónia e Alemanha), 1945

  *   Caça ao Homem de Augustów (Polónia), 1945

  *   Bloqueio de Berlim (Alemanha Ocupada), 1948-1949

  *   Oposição ao Plano Marshall, 1948-1951

  *   Divisão da Alemanha, 1949-1990

  *   Organização da Greve Geral contra o governo da Áustria, 1950

  *   Repressão de Berlim e Alemanha Oriental, 1953

  *   Massacre de 9 de Março (Geórgia), 1956

  *   Repressão dos Protestos de Poznan (Polónia), 1956

  *   Intervenção na Hungria, 1956

  *   Supressão dos Irmãos da Floresta (Países Bálticos), 1945–1956

  *   Muro de Berlim (Alemanha Oriental), 1961-1989

  *   Massacre de Novocherkassk (Rússia Soviética), 1962

  *   Repressão das Manifestações de Yerevan (Arménia), 1965

  *   Operação Danúbio (Invasão da Checoslováquia), 1968

  *   Repressão dos Protestos de Dezembro (Polónia), 1970

  *   Repressão da Sublevação da Lituânia, 1972

  *   Repressão dos Protestos de Junho (Polónia), 1976

  *   Repressão das Manifestações da Geórgia, 1978

  *   Invasão e Intervenção no Afeganistão, 1979-1989

  *   Lei Marcial na Polónia, 1981-1983

  *   Tragédia de 9 de Abril (Geórgia), 1989

  *   Tentativa de supressão da Revolução Romena, 1989

  *   Janeiro Negro (Azerbaijão), 1990

  *   Primeira Guerra da Tchetchénia, 1994-1996

  *   Segunda Guerra da Tchetchénia, 1999-2009

  *   Guerra do Daguestão, 1999

  *   Guerra Civil da Inguchétia, 2007-2015

  *   Invasão da Geórgia e Ocupação da Ossétia do Sul e da Abecásia, 2008-…

  *   Anexação da Crimeia, 2014-…

  *   Intervenção em Donetsk e Lugansk (Ucrânia), 2014-…

  *   Invasão da Ucrânia, 2014 e em 2022

 

Tudo “bons rapazes”.

(A. G. Pires)

08
Jan23

REALIDADE ou quê? Cidadãos, cidadania e alguma vilania…


Oliveira

Com ou sem comentários…

REPASSO PARA LEVANTARMOS O MORAL SEM SE PERDER DE VISTA A MORAL!!!

Um exemplo: NUMA FACTURA QUE PAGAM DE €116,00, VEJAM A DISCRIMINAÇÃO NO QUADRO ABAIXO … E PASMEM !

 

Discriminação Taxa Importância

CUSTO EFECTIVO DA ELECTRICIDADE CONSUMIDA: €34,00

Taxa RDP e RTP 7%  = 6.80 Euros

Harmonização Tarifária dos Açores e da Madeira 3% = 1,60 Euros

Rendas por passagem de cabos de alta tensão para Municípios e Autarquias.

10% = 5,40 Euros

Compensar de Operadores – EDP, Tejo Energia e Turbo Gás 30% = 16,10 Euros

Investimento em energias renováveis 50% = 26,70 Euros

Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência e da ERSE 7% = 3,70 Euros

Soma = 94,30 Euros

IVA 23% = 21,70 Euros

Total = €116,00

ACHAM QUE A ELECTRICIDADE ESTÁ CARA ?….

ESTA PUBLICAÇÃO DEVE SER REPASSADA AO MÁXIMO PARA TODA A GENTE FICAR A CONHECER O ROUBO QUE NOS É FEITO NA FACTURA DA EDP !!!

O QUE PAGAMOS NA FACTURA DA ELECTRICIDADE …

Permaneçam sentados para não caírem:

– 7% de Taxa para a RDP e RTP (para uns quantos «artistas» possam receber 17.000 e mais €/mês);

– 3% são a harmonização tarifária para os Açores e Madeira, ou seja, é um esforço que o país (TODOS NÓS) fazemos pela insularidade, dos madeirenses e açorianos, para que estes tenham eletricidade mais barata.

– 10% para rendas aos Municípios e Autarquias. Mas que m… vem a ser esta renda? Eu explico: a EDP (TODOS NÓS) pagamos aos Municípios e Autarquias uma renda sobre os terrenos, por onde passam os cabos de alta tensão (que nos expropriaram) ; se os cabos são da EDP que tem necessidade deles para prestarem o serviço, porque havemos de ser nós a pagar a renda dessa passagem dos cabos?

– 30% para compensação aos operadores. 750 M€ para a EDP, Tejo Energia e Turbo Gás.

– 50% para o investimento nas energias renováveis. Aqueles incentivos que o governo Sócrates deu para o investimento nas energias renováveis e que depois era descontado no IRS, também o pagamos. Ou seja, mais uns 1.250 M€.

– 7% de outros custos incluídos na tarifa, ou sejam 175 M€.

Que custos são estes? São Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência, custos de funcionamento da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Eléctricos), planos de promoção do Desempenho Ambiental da responsabilidade da ESE e planos de promoção e eficiência no consumo, também da responsabilidade da ERSE.

Estão esclarecidos? Isto é uma vergonha.

NÓS TODOS pagamos tudo !

E depois, dizem que são Investimentos deles …

Pagamos para os açorianos e madeirenses terem electricidade mais barata, pagamos aos Municípios e Autarquias, para além de IMI’s, IRS’s, IVA’s em tudo que compramos e outras taxas… somos sugados, chupados, dissecados…

A DEMOCRACIA FOI INSTALADA PARA SERMOS ROUBADOS E PAGAR À ENORME QUANTIDADE DE POLÍTICOS EXISTENTES NESTE PAÍS QUE, BENEFICIAM (E SÃO BENEFICIADOS – NÃO SÓ ELES COMO AS FAMÍLIAS) AS GRANDES EMPRESAS?

REPASSEM, POR FAVOR, A TODOS OS V/ AMIGOS E CONHECIDOS.”

Domingos G. Barradas (dgb)

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