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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

25
Set21

26.º DOMINGO do TEMPO COMUM - Ano B


Oliveira

Proposta de Homilia para o 26.º Domingo do Tempo Comum – ANO B - 2021

Comunidade aberta, sem monopólio

Domingo, 26 de Setembro de 2021

     Irmãs e irmãos, poderá uma pessoa ter o monopólio da verdade? Poderá uma empresa impedir outras de progredir?

  1. Uma comunidade aberta aos outros

     Primeira leitura

      A primeira leitura, do Antigo Testamento, mostra-nos uma situação de quem se fecha nos seus direitos. Vejamos a história narrada: O povo de Deus foi-se formando durante a travessia do Egito para Terra prometida. Certo dia, dois homens, fora do grupo de Moisés, começaram a profetizar. Josué não gostou e apresentou o caso ao Profeta. Este deu uma resposta de muita abertura: «Estás com ciúmes por causa de mim? Quem dera que todo o povo de Deus fosse profeta».

    Julgo que estamos aqui numa situação de partidarismo, ou de inveja, defeito que contraria a unidade e a colaboração. Tanto a sociedade como a Igreja precisam de unidade e colaboração. É bom evitar as rivalidades entre grupos. Deixemos que outros trabalhem na Igreja; que evangelizem. “Quem dera que todo o povo de Deus fosse profeta!”. De facto, “num só Espírito … formamos um só corpo”, diz-nos São Paulo (cf. 1 Cor. 12,13).  

  1. Uma comunidade não exclusiva

     Evangelho

     O Evangelho de São Marcos dá luz para o nosso proceder. O caso narrado é simples: o Apóstolo João viu um homem a expulsar o demónio, e procurou impedi-lo. Jesus deu-lhe uma boa catequese, abrindo o seu modo de ver: “Quem não é contra nós é a nosso favor”.

     Olhando para as nossas comunidades, podemos encontrar pequenos conflitos, que têm origem no coração de quem julga ter o monopólio da verdade e do agir, e sente inveja de quem sobressai. A comunidade de Cristo só se explica como comunidade aberta, vivendo em comunhão.  Os membros da Igreja alegram-se com a acção do Espírito Santo, que é comunhão.

  1. A comunidade acolhe os pequenos e os pobres

     Segunda leitura

     São Tiago diz palavras de grande reflexão acerca de quem guarda a riqueza apenas para si: “O vosso ouro e a vossa prata enferrujam-se”. São Tiago convida-nos a ser abertos com relação aos outros. Pensemos nisto: um bom jogador de futebol sabe que em alguns casos é melhor passar a bola do que rematar à baliza. A santidade não é só a mística, mas a vida de comunhão nestas pequenas atitudes.

      O Papa Francisco abre caminhos de vida nova, de primavera na Igreja. Ele está com desejo de poder sair à rua, falar com as pessoas, ajudar quem precisa. Sabe que Jesus fala de um mundo novo, onde todos são irmãos, e todos podem evangelizar, e todos podem fazer bem às crianças ao modo de Jesus.   

     Queremos que a Eucaristia nos aproxime de Jesus, com espírito fraterno. Senhor, «onde há ódio, que eu leve o amor” (Francisco de Assis).

P.e António G. (SDB)

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