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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

29
Fev24

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade


Oliveira

Apresentação do livro “Anatomia da Fé”

É de grande actualidade e a COPAAEC convida e desafia a ler e a reflectir, neste tempo quaresmal

Foi no dia 26 de fevereiro de 2024

Com a devida vénia, transcreve-se do site da Pastoral da Cultura a nota da recensão

A. G. Pires

A obra desdobra-se entre o rigor teológico, a clareza lógica, o articulado cruzamento com a cultura e o tom provocador, em sentido positivo, ao longo do texto. E numa época em que nos deparamos com uma metamorfose cultural após o fim do apogeu da modernidade, a obra ousa assim repensar o lugar e a pertinência do próprio cristianismo para a sociedade contemporânea.

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29
Fev24

70.000 SOLDADOS UCRANIANOS MORTOS E 120.000 RUSSOS EM DOIS ANOS DE GUERRA

Da Magia arbitrária dos Números


Oliveira

Pelo que contém de muito actual e oportuno, a COPAAEC propõe para leitura e reflexão mais um artigo do jornalista A. Cunha Justo. Oportuno e conveniente, apesar de tudo…

(A. G. Pires)

No segundo aniversário da guerra ucraniana, os meios de comunicação alemães citam números macabros como resultado da guerra ucraniana.

Segundo informações das Nações Unidas houve 10.000 vítimas civis e o dobro de feridos. Quatro em cada cinco vítimas estavam em áreas controladas pelo governo, as restantes em áreas ocupadas pela Rússia.

Quanto aos soldados mortos, as estimativas dos EUA do verão de 2023 colocam o número em 70 mil soldados ucranianos e 120 mil russos. Em tempos de guerra também a verdade é guerreada por isso as informações são geralmente tendenciosas seja de que parte for. O presidente ucraniano Zelensky disse (24.02.2024) que tinham sido 31.000 soldados ucranianos mortos até agora e rejeitou os números de perdas citados até agora pelo lado americano ou russo, que sugerem que entre 100 mil e 300 mil soldados ucranianos foram mortos.

Segundo o ACNUR, desde o início da guerra, 6,5 milhões de ucranianos fugiram para o estrangeiro e 3,7 milhões foram deslocados dentro do país. 65% dos que fugiram para o estrangeiro esperam um dia regressar à Ucrânia.

O governo ucraniano estima que a destruição e os danos materiais se cifram em 152 mil milhões de dólares.

Tudo isto se resume numa vergonha civilizacional. Guerras são atentados contra a humanidade e testemunho do fracasso político e governamental e de povos submersos...

Quanto ao pretenso reduzido número de soldados ucranianos mortos terão de ser entendidos numa estratégia propagandista para não desmotivar os povos europeus que devem continuar a apoiar os governantes no sentido de disponibilizarem mais armamentos e a nível interno favorecer uma discussão tendente a justificar a introdução do serviço militar obrigatório. ...

A Europa só está a pagar aos americanos a factura da ajuda americana nas grande-guerras. O grande problema por resolver é que os interesses europeus não podem ser identificados com os americanos como quer a União Europeia.

António CD Justo

Texto completo e comentários em Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=9091

29
Fev24

CONTRADIÇÕES DEMOCRÁTICAS


Oliveira

Pelo que contém de muito actual e oportuno, a COPAAEC propõe para leitura e reflexão mais um artigo do jornalista A. Cunha Justo. Oportuno e conveniente, apesar de tudo…

(A. G. Pires)

Para se defender a diversidade e a imigração expressas na vontade dos governos europeus, outros grupos populacionais com opiniões diversas são demonizados ou excluídos, como se observa exemplarmente na Alemanha e na maneira como é canalizada a insatisfação das massas populares.

A   política de imigração, as exageradas medidas governamentais relativas ao Coronavírus, a guerra na Ucrânia e por último Gaza acentuaram a desconfiança das populações nos governos que com o seu seguimento de agendas alheias incrementam a divisão social e política cada vez mais insuportável.

Trágico torna-se, porém, o facto de vidas particulares, familiares e de amigos serem intoxicadas com posições partidárias ideologicamente envenenadas que, sem levarem em conta perdas de humanidade, têm a intenção de influenciar a opinião popular para rebuscadamente levarem a sua avante.

A Democracia cada vez se desacredita mais ao não aceitar pensares diferentes. E os principais demolidores estão a tornar-se os partidos políticos ao expressarem-se de maneira radical na negação das razões do adversário chegando mesmo a demonizá-lo.

A imigração desregrada constitui um problema cultural e social tal como qualquer posição xenófoba. Daí a necessidade de ser permitida uma discussão sem tabus em atmosfera relaxada sobre os aspectos negativos e positivos da imigração e assim se evitar uma discussão política preconceituosa de um lado e do outro dos polos interessados no negócio!

O político e economista Thilo Sarrazin escreveu o livro “A Alemanha abole-se a si mesma” e foi considerado “poluidor do ninho” político sendo, por isso, boicotado e difamado pela política estabelecida embora o livro oferecesse uma oportunidade para uma análise diferenciada da situação. Sarrazin explica os perigos do pensamento ideológico para a nossa sociedade e a nossa cultura política e descreve caminhos errados típicos.

A política é mal-aconselhada ao dar-se ao luxo de estabelecer temas tabus e ao pôr fora de jogo grupos incómodos ou então jogando-os uns contra os outros, como está acontecendo na Alemanha, em Portugal e por toda a Europa; enfim, a afirmação do poder através de ideologias encontra-se em estado exaltado!

Muitos políticos preferem ir de cabeça contra a parede a encarar a questão de maneira prática, racional e argumentativa. Certamente, se as populações também pensassem seria dificultada a praxis governativa actual, mas, a longo prazo, dar-se-ia uma evolução social e política.

A política ainda não passou da fase moral do que é certo ou errado para a fase da ética do que é bom e do que é mau!

António CD Justo

Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=9102

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26
Fev24

IX Congresso internacional de Maria Auxiliadora, em Fátima.


Luís Roquete

De 29 de agosto a 1 de setembro de 2024, realiza-se em Fátima, Portugal, o IX Congresso internacional de Maria Auxiliadora com o objetivo de conhecer, aprofundar e difundir a devoção a Maria Auxiliadora. O tema escolhido para o Congresso, “Eu te darei a Mestra”, recorda o “Sonho dos Nove Anos”, de Dom Bosco, do qual em 2024 se celebrará o bicentenário. Partindo do sonho, pretende dar a conhecer, cada vez mais, Maria como Mãe e Mestra que acompanha e guia toda a Família Salesiana, no caminho rumo a Jesus e aos jovens, sobretudo mais necessitados.

Sobre o Congresso

O Congresso Internacional de Maria Auxiliadora é um encontro, promovido pela Associação de Maria Auxiliadora (ADMA), que pretende dar a conhecer, aprofundar e difundir a devoção por Maria Auxiliadora. Pensado para todos os grupos da Família Salesiana, este congresso realiza-se, habitualmente, a cada quatro anos e é um momento de grande relevância para todos. Assim, convidamos todos os grupos da Família Salesiana a participar neste importante momento de união e devoção, que reconhece no culto Eucarístico e na devoção a Maria Auxiliadora, dois aspetos carismáticos do espírito salesiano.

O primeiro destes encontros foi convocado pelo Padre Egídio Viganò, e teve lugar em Turim, em 1988, no Centenário da morte de S. João Bosco. Desde essa data já houve mais sete Congressos Internacionais. No último destes encontros, que teve lugar em Buenos Aires, na Argentina, em 2019, por ocasião do 150º aniversário da fundação da ADMA, a organização anunciou que o IX Congresso Internacional de Maria Auxiliadora teria lugar em Fátima, um local, por excelência mariano e de peregrinação.

O IX congresso internacional, é organizado pela ADMA - Associação dos Devotos de Maria Auxiliadora. Para além do sítio na internet, onde decorrem as inscrições, estamos também nas redes sociais Instagram e no Facebook, para partilha de notícias e conteúdos, enquanto os vídeos vão ser publicados no canal de Youtube dos Salesianos de Portugal.

22
Fev24

"MARCHA SILENCIOSA PELAS NOSSAS CRIANÇAS" (BRAGA-FARO-LISBOA-PORTO-VIANA)

ESTE SÁBADO, 24-FEV-2024


Oliveira

Partilho um email do Dr. António Torres.

A. Oliveira

É já este sábado a "Marcha silenciosa pelas nossas crianças" em 5 diferentes cidades de Portugal. Não falte! Eu vou!

Mais detalhes e explicações no email abaixo da Plataforma Renovar.

Um abraço

António Pinheiro Torres

 

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No próximo dia 24 de Fevereiro, de norte a sul, famílias unidas, vamos “Marchar em silêncio” pela dignidade das crianças na escola.
 

Não aceitamos a expropriação da educação dos nossos filhos.


Pontos de encontro:

Braga – Café Viana, Praça da República (14h15)

Faro – Tribunal de Faro, Rotunda das Flores (14h15)

Lisboa – Parque Eduardo VII (14h15)

Porto – Café Majestic, Rua de Santa Catarina (14h15)

Viana do Castelo – Praça da República (14h15)

 

Os seus filhos são talentos que tem entre mãos. Pense neles.
 
A Plataforma Renovar sugere a entrega da Carta Escola

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07
Fev24

A ECOLOGIA HUMANA E O APREÇO PELO CORPO


Oliveira

         Com a devida vénia, transcrevemos para os leitores do nosso Blog o artigo que segue, do Dr. Pedro Vaz Patto que explicitamente o partilhou connosco.

(A. G. Pires)

         

          O corpo é uma dimensão intrínseca da pessoa, não um acessório de que possamos libertar-nos ou que possa ser substituído. Ninguém nasce no corpo errado e ninguém pode mudar de corpo como quem muda de casaco. Não temos um corpo, somos um corpo.

Sobre temáticas ligadas à ecologia e ao “cuidado da casa comum”, muito tem dito o Papa Francisco, sobretudo a partir da sua encíclica Laudato Sì, e o que tem dito tem encontrado boa adesão dentro e fora da Igreja Católica.

       Mas há uma dimensão do seu magistério a que tem sido dada pouca atenção. É a que se refere à chamada “ecologia humana”, que vem na linha do que já haviam ensinado os seus antecessores Bento XVI e São João Paulo II. Trata-se do respeito que é devido àquela ordem e harmonia presentes na Criação (reflexo da sabedoria, bondade e beleza do Criador) e que não se restringem ao ambiente físico, mas estão presentes de modo particular na pessoa humana, no seu corpo, na sexualidade humana e nas relações familiares.

         Sobre a “ecologia humana”, afirma o Papa Francisco na encíclica Laudato Sì (n. 155):

     «A ecologia humana implica também algo de muito profundo que é indispensável para se poder criar um ambiente mais dignificante: a relação necessária da vida do ser humano com a lei moral inscrita na sua própria natureza. Bento XVI dizia que existe uma “ecologia do homem”, porque “também o homem possui uma natureza, que deve respeitar e não pode manipular como lhe apetece”. Nesta linha, é preciso reconhecer que o nosso corpo nos põe em relação direta com o meio ambiente e com os outros seres vivos. A aceitação do próprio corpo como dom de Deus é necessária para acolher e aceitar o mundo inteiro como dom do Pai e casa comum; pelo contrário, uma lógica de domínio sobre o próprio corpo transforma-se numa lógica, por vezes subtil, de domínio sobre a criação. Aprender a aceitar o próprio corpo, a cuidar dele e a respeitar os seus significados é essencial para uma verdadeira ecologia humana. Também é necessário ter apreço pelo próprio corpo na sua feminilidade ou masculinidade, para se poder reconhecer a si mesmo no encontro com o outro que é diferente. Assim, é possível aceitar com alegria o dom específico do outro ou da outra, obra de Deus criador, e enriquecer-se mutuamente.»

        Esta noção de “ecologia humana” leva-nos a valorizar o nosso corpo e a valorizá-lo na sua masculinidade ou feminilidade. O corpo é uma dimensão intrínseca da pessoa, não um acessório de que possamos libertar-nos ou que possa ser substituído. Ninguém nasce no corpo errado e ninguém pode mudar de corpo como quem muda de casaco. Não temos um corpo, somos um corpo.

          E dimensão intrínseca do corpo é a sua masculinidade ou feminilidade, que também reflecte a sabedoria, bondade e beleza de Deus: uma diferença primordial que apela à unidade, ao enriquecimento recíproco e à fecundidade.

            Os dramas de quem não sente o seu corpo, masculino ou feminino, como uma riqueza e um dom de Deus, quem encara o seu corpo com hostilidade, não podem ser ignorados ou desprezados. Mas a resposta a esse drama não pode ser a da ideologia do género, que parte de pressupostos contrários à realidade mais evidente: como se à dimensão biológica do sexo pudesse sobrepor-se a do género autodeterminado, como se o sexo fosse atribuído à nascença arbitrariamente, como se fosse possível (através de intervenções hormonais ou cirúrgicas que mutilam corpos saudáveis) mudar de sexo (esquecendo, desde logo, a sua dimensão genética). Alimentar esse tipo de ilusões não pode ser resposta e traz consequências nefastas de que já se aperceberam os primeiros países a seguir esse caminho (como os países nórdicos ou o Reino Unido).

              Mas parece que é isso que querem os nossos legisladores.

            Através da aprovação do Decreto nº 127/XV (sobre a implementação nas escolas da Lei n.º 38/2018, relativa à autodeterminação da identidade de género), cuja promulgação foi sensatamente recusada pelo Presidente da República, pretendia-se que todo o sistema escolar, público e privado, se guiasse pela ideologia do género e em tudo facilitasse a chamada “transição de género” de crianças e adolescentes. Contra isso muitos se pronunciaram, entre eles as associações de médicos e juristas católicos em comunicado conjunto.

          Através da Lei n.º 15/2024, de 29 de janeiro, esta já promulgada, e da alteração ao Código Penal que dela decorre, poderá ser criminalizada toda e qualquer ajuda que leve crianças e adolescentes que sofram de disforia de género a alterar a sua suposta “identidade de género” diferente do seu sexo (ao abrigo do nº, 1 do artigo 176.º-C desse Código), mas já não quando se trate de afirmar essa suposta identidade (n. º 2 desse artigo). O que significa que poderá ser punido quem queira ajudar uma pessoa a superar esse drama “reconciliando-se” com o seu corpo, o corpo que será sempre o seu, ou seja, “reconciliando-se” consigo própria. Quem queira, seguindo a lição do Papa Francisco, ajudá-la a «aceitar o seu corpo como dom de Deus» e a «ter apreço pelo seu corpo na sua feminilidade e masculinidade».

              Pedro Vaz Patto

             Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz

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