Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

30
Dez21

Solenidade da EPIFANIA do Senhor


Oliveira

Proposta de Homilia para a Solenidade da Epifania do Senhor – ANO C - 2022

Deus … Luz para o mundo

Domingo, 2 de Janeirro de 2022

      Irmãos e Irmãs, a Epifania mostra-nos o Menino, Filho de Deus, adorado pelos Reis Magos, que representam os povos pagãos, não pertencentes ao Povo de Deus. Todos nós estamos representados nessas personagens.

  1. Epifania, luz de Deus

     Primeira leitura

     Abrimos o olhar para a primeira leitura que nos mostra o profeta Isaías a exclamar: “resplandece, Jerusalém porque chegou a tua luz e a glória do Senhor brilha sobre ti... A sua glória te ilumina”. Ao dizer estas palavras, resplandece, Jerusalém, Isaías vê esta cidade repleta de luz; como as nossas ruas no tempo de Natal. Vê Deus, que vai receber novamente Jerusalém como sua esposa. Isto, porque o povo exilado na Babilónia regressou a Jerusalém.

     E outros povos do oriente, com as suas riquezas se encaminham para o monte santo. Estamos perante o “universalismo da salvação”. Essa luz que resplandece em Jerusalém é para todos os povos, para nós.     

      Sem essa luz, a humanidade permanece nas trevas: nas guerras, nos atropelos, nos muros que separam. O muro de Berlim foi uma barreira, durante 28 anos, desde 1961 a 1989. Ainda recordamos imagens de pessoas com marretas a derrubarem esse muro da vergonha.

       Hoje há outros muros: a luta contra os cristãos, contra a família, contra o ensino religioso…É melhor construir pontes do que levantar muros de separação. Ou como disse um pensador: “mais vale acender um fósforo do que maldizer a escuridão”. Ora em Belém acendeu-se a grande luz, do Menino Deus, que faz resplandecer Jerusalém. Luz para todos os povos.

  1. Epifania, realiza-se hoje na Igreja

     Evangelho

     Hoje, na Epifania, Jesus manifesta-se como salvador de todos os povos. Os Reis Magos foram a Jerusalém guiados por uma estrela. … “Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”. 

     E quem acende a estrela da luz de Cristo no mundo? Nós, os cristãos, com a nossa fé. Com a nossa vida simples, de fidelidade ao Evangelho. Qualquer pessoa humilde pode ser essa luz. É interessante este conselho de Francisco de Assis: “devemos evangelizar…e se for preciso, alguma vez com a palavra” (frase na internet). Queria ele dizer: mais com a vida do que com a palavra.

     Herodes não aceitou a luz. Ficou nas trevas, e deu a morte aos meninos de Belém, com dois anos ou menos.

     Quando a humanidade se afasta de Deus, comete crimes como o holocausto da guerra 39-45. Conhecemos o horror de Auschwitz. Ao contrário, a Epifania é luz de Cristo para todos os povos, portanto, para nós. Recordemos: Há sempre uma estrela no céu, a orientar-nos para Jesus. Os Magos procuraram Jesus; encontraram o Salvador e ofereceram presentes. A humanidade não pode viver fora de Deus. O nosso Deus encontra-se pela Fé.

  1. Epifania chama-nos à fraternidade

     Segunda leitura

          São Paulo, na Carta aos Efésios, viu a Epifania como um chamamento para Cristo. E diz: “Neste mistério (de Cristo) foi revelado que todos somos chamados a formar um só corpo. Jesus nasceu em Belém para trazer a fraternidade ao mundo; Jesus mostrou-se aos Reis Magos, e mostra-se hoje através da Igreja, para sermos irmãos. Foi Jesus que explicou aos Apóstolos: “Nisto reconhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes unas aos outros” (Jo 13,35). São Mateus mostra gosto na viagem das personagens a Belém. Foram guiados por uma estrela. Quem é a estrela que os guiou? É o próprio Jesus nascido em Belém. Como dirá mais tarde S. Paulo: “Não há judeu nem grego… somos todos um em Cristo” (Gl 3,28).

     A “Luz da Fé” é o título da primeira Encíclica do Papa Francisco. Ele reconhece que apenas a Fé nos dá a luz que a simples razão não concede dar-nos. “Quem acredita, vê com uma luz que ilumina todo o percurso da estrada, porque nos vem de Cristo Ressuscitado, estrela da manhã que não tem ocaso”[1]. Epifania, Luz da Fé para caminharmos pela verdade e pelo amor.

Pe. António Gonçalves, SDB

[1] Papa Francisco, Luz da Fé, n. 1

30
Dez21

Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus


Oliveira

Proposta de Homilia para a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus – ANO C - 2022

Nossa Mãe, deu-nos o seu Filho, Jesus

Sábado, 1 de Janeirro de 2022

      Irmãs e irmãos, o que recordamos neste primeiro dia do ano? Três razões de interesse: Santa Maria, Mãe de Deus; a paz no mundo; o novo ano civil. Neste momento, o nosso olhar vai de modo particular para Nossa Senhora, Mãe de Deus.

  1. Santa Maria, mãe de Deus: bênção para nós.

     Primeira leitura

     A primeira leitura coloca-nos no monte Sinai, na viagem do povo de Deus para a Terra prometida. Deus fala a Moisés de uma bênção, nestes termos: “Fala a Aarão e aos seus filhos, e diz-lhes: ‘assim abençoareis os filhos de Israel: O Senhor te abençoe e te proteja, e faça brilhar o seu rosto sobre ti e te seja favorável’”. Aarão era irmão de Moisés, e o primeiro sumo-sacerdote. A bênção que ele devia dar ao povo vinha de Deus, pedindo assim: “O Senhor te abençoe”. E o que pedia Aarão: pedia a protecção de Deus, e para Deus mostrar o seu rosto. Nós vemos nesta bênção uma comunicação de vida, da vida que vem de Deus: “O Senhor te abençoe”.

  1. Santa Maria, Mãe de Deus: deu-nos seu Filho

     Segunda leitura

     Hoje, dia da Mãe de Deus, temos em Maria a maior de todas as bênçãos: de Maria veio-nos Jesus, o Filho de Deus. Com Ele, entramos na vida divina. São Paulo, escrevendo aos Gálatas, revela a essa comunidade e a nós o grande mistério na plenitude dos tempos: “Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher… para nos tornar seus filhos adoptivos”. Assim, podemos chamar a Deus nosso Pai: Abbá! Pai!.

     Esta verdade, este dom, esta graça de sermos filhos de Deus é a maior dignidade que temos: sermos irmão de Jesus e com Jesus sermos filhos de Deus.

     As mães oferecem presentes aos filhos; Maria dá-nos o seu Filho Jesus. São Paulo sente alegria em dizer isto aos Gálatas, e a nós: para nos tornarmos filhos adotivos.

  1. Santa Maria Mãe de Deus: alegria para os pastores e para todos

     Evangelho

     São Lucas convida-nos a olhar para os pastores, que foram apressadamente a Belém à procura do Salvador. As pessoas do nosso tempo andam muito apressadas com as tarefas da vida … É preciso que se lembrem de procurar o Senhor, como fizeram os pastores.

     São Lucas mostra-nos também como os pastores encontraram Maria, José e o Menino, e regressaram aos seus lugares de guardas dos rebanhos “glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto”.

     O evangelista convida-nos a louvar a Deus, pelo seu amor, e a testemunhar a nossa fé. Na sua catequese, dá a conhecer quem é esse Menino, Jesus, o Messias, o libertador. Deus veio a nós por Maria. Maria deu-nos o seu Filho, Deus connosco.   

    Passando aos nossos dias, recordamos o que o Papa Francisco disse em Fátima, no dia 13 de Maio 2017: “Queridos peregrinos, temos Mãe, temos Mãe! Agarrados a Ela, como filhos, vivamos da esperança que assenta em Jesus”[1].   

     Escreveu um bispo de França: “A Mãe de Jesus não conheceu na terra a doçura da visão de Deus. Mas a sua fé (de Maria), com provações e dificuldades, não conheceu nunca desfalecimento, nem hesitações,… nem demora. A fé de Maria teve a solidez do rochedo[2].   

     Hoje é também o Dia Mundial da Paz. Tema para o ano 2022: Educação, trabalho, diálogo entre as gerações. A paz é um bem precioso. Que a Mãe de Jesus nos conceda o dom da paz.   

Pe. António Gonçalves, SDB

[1] Conferência Episcopal Portuguesa, Papa Francisco em Fátima, p. 36.

[2] Pierre-Marie Theas, que foi bispo de Tarbes e Lurdes: Maria Modelo de fé, p. 38.

26
Dez21

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Novas sugestões de leitura


Oliveira

Dos ricos conteúdos do site do SNPC, respigamos, com a devida vénia o que segue:

(A. G. Pires)

A carne de Deus

O amor de Deus não é escasso ou caprichoso – não seria de Deus e não haveria Deus, necessariamente (é o retrato comum do mundo, mesmo do que se afirma crente), sendo o ateísmo a forma natural da inteligência relacional humana –, não se furta, é infinito, oferece-se a todos, insiste infatigavelmente na oferta, todavia, não é violento. Ninguém é obrigado a amar a Deus. Todos podem não amar a Deus; o mesmo é dizer que todos podem amar a Deus.

Saiba mais

450º Aniversário da Fundação do Seminário Conciliar de Braga [Imagens]

Que relações se têm promovido entre os seminários e as culturas juvenis? Com o massivo afastamento eclesial dos jovens, que portas abrir para os ministérios ordenados? Como interpretar hoje a ‘secularidade’ (o serviço no mundo) dos padres diocesanos? Quais as conceções de ‘pastoral das vocações’ que se praticam, e com que bases se aprofunda o ‘discernimento’? Como se está a cuidar a fase de ‘transição’ do seminário para as primeiras experiências apostólicas? De que modo se potencia, eclesial e socialmente, o serviço dos ‘ex-seminaristas’?

Saiba mais

E veio uma criança judia, chamaram-na Jesus

As aventuras deveras dramáticas deste recém-nascido, de imediato obrigado a tornar-se um refugiado como os seus pais, após o nascimento num ambiente indigente, são narradas nos denominados “Evangelhos da infância”, quatro capítulos (os primeiros dois de Mateus e de Lucas), num total de 180 versículos, que no entanto geraram uma bibliografia infindável não só exegética, e uma incidência estrondosa na história da arte ao longo dos séculos.

Saiba mais

 

26
Dez21

ECOLOGIA HUMANA E “GESTAÇÃO DE SUBSTITUIÇÃO”


Oliveira

Embora publicado no portal No Barco de Cristo, vale a pena reproduzir mais este artigo do Dr. Pedro Vaz Patto no Blog da Copaaec. Oferecemos, assim, aos nossos associados e leitores amigos, assunto de reflexão.

(A. G. Pires)

              Foi recentemente aprovada na Assembleia da República a legalização da chamada “gestação de substituição” (também conhecida por “maternidade de substituição”, ou, mais popularmente, por “barrigas de aluguer”). A lei aprovada pretende responder ao juízo de inconstitucionalidade de uma lei anterior emitido pelo Tribunal Constitucional, designadamente no que se refere à possibilidade de arrependimento, logo a seguir ao parto, da parte da mãe gestante.

            Independentemente das questões de eventual inconstitucionalidade suscitadas pelo Tribunal Constitucional, uma coisa parece certa: a legalização da “gestação de substituição” não motiva, entre nós, uma discussão aprofundada como a que se verifica noutros países. As críticas que mais se têm feito ouvir nesses países nem partem de ambientes católicos ou conservadores, mas de sectores feministas, que nessa prática vêem uma forma de exploração das mulheres mais vulneráveis. Entre nós, a aprovação da lei por uma Assembleia da República à beira da dissolução quase passou despercebida.

            É notória a crescente sensibilidade das sociedades contemporâneas perante as agressões à ecologia física ou ambiental. Foi isso mesmo que se notou aquando da recente cimeira de Glasgow. Há, porém, uma dimensão da ecologia, a ecologia humana, que não tem recebido uma atenção sequer comparável a essa. E quando penso em atentados à ecologia humana, vem-me logo à mente o da “gestação de substituição”.

            A ecologia humana assenta numa ordem e harmonia naturais a respeitar também no âmbito da sexualidade e do início e fim da vida humana.

            Afirmou, a este respeito, Bento XVI na encíclica Caritas in Veritate (n. 51): «O livro da natureza é uno e indivisível, tanto sobre a vertente do ambiente como sobre a vertente da vida, da sexualidade, do matrimónio, da família, das relações sociais, numa palavra, do desenvolvimento humano integral.» E Francisco na encíclica Laudato Si` (n. 155): «A ecologia humana implica também algo de muito profundo que é indispensável para se poder criar um ambiente mais dignificante: a relação necessária da vida do ser humano com a lei moral inscrita na sua própria natureza. Bento XVI dizia que existe uma “ecologia do homem”, porque “também o homem possui uma natureza, que deve respeitar e não pode manipular como lhe apetece”.»

            Durante a pandemia, o mundo assistiu a um episódio que evidenciou a desumanidade desta prática. Um vídeo retratou um grupo de várias dezenas de crianças recém-nascidas nos seus berços, fruto de “gestação de substituição”, na Ucrânia, aguardar quem as viesse buscar para delas cuidar como progenitores. Estes estavam impedidos de o fazer devido ao confinamento. Mas a desumanidade maior era a de que essas crianças estavam impedidas de contactos com as mães gestantes (e estavam, por isso, em grandes salas que mais pareciam armazéns de produtos), por exigência dos contratos de “gestação de substituição”, para impedir a consolidação dos laços afectivos próprios da maternidade.

             É verdade que a lei portuguesa recentemente aprovada não permite a exploração comercial desta prática. Mas os seus malefícios não desaparecem com a sua gratuidade (que também pode ser subvertida através do pagamento de despesas encapotadas). A instrumentalização da mãe gestante e da criança, assim como os traumas decorrentes do abandono, não deixam de existir, mesmo sem a exploração comercial.

            A “mãe de substituição” sofre graves danos porque uma qualquer mulher não fica indiferente ao que lhe acontece quando está grávida. Este estado não é uma atividade como qualquer outra; transforma a vida da mulher fisica, psicologica e moralmente. Esta não pode deixar de viver a gravidez como sua e de sofrer com o abandono do filho. É, por isso, compreensível que venha a arrepender-se ou que, mais tarde, queira ter o direito de visitar o seu filho (e o que lhe responder, então, quando a lei lhe nega esse direito?). O útero é inseparável do corpo e da pessoa, não é um alojamento temporário, ou um instrumento técnico. A mulher grávida não é uma máquina incubadoura. Entre a mãe gestante e a criança nascem laços de vinculação estreitíssimos que, por imposição de um contrato, são quebrados violenta e abruptamente à nascença, tornando obrigatório para a mulher gestante (a mãe) o abandono do seu filho e a renúncia à mais espontânea, instintiva e natural tendência que é a de continuar a cuidar da vida de que cuidou durante nove meses. Para evitar essa quebra e essa violência, a mulher pode tentar evitar essa vinculação no plano psíquico, o que será igualmente danoso, para ela e para a criança.

           Por isso, muitos consideram que só o desespero de mulheres que não encontram meios que lhes garantam uma subsistência digna as leva a aceitar esta prática. Não é por acaso que ela tem ocorrido em larga escala em países como a Índia e a Tailândia (países que, entretanto, a vêm restringido) e a Ucrânia. É notório o contraste entre os requerentes, em geral de países ricos, e as mulheres gestantes, muito pobres.

            Invoca-se, em favor da legalização da “gestação de substituição” gratuita e não comercial, que ela representa uma forma de altruísmo de uma mulher que voluntariamente aceita tais sacrifícios em prol da felicidade de outros (que podem até ser seus familiares).

           A investigação empírica vem demonstrando que, quase sempre, só situações de grande carência económica (não o altruísmo) levem mulheres a sujeitar-se a tão traumatizante experiência. A “compensação de despesas” acaba por ter efeitos idênticos aos do pagamento. E será sempre difícil o controlo judicial de compensações indiretas ou não monetárias.

          Quando a “mãe de substituição” é avó ou tia da criança, gera-se o chamado “curto-circuito” geracional, a coexistência de duas mães, sendo uma também avó (avó e mãe) ou tia (tia e mãe), com os riscos e problemas que daí possam surgir.

            Mas mesmo que a postura da “mãe de substituição” seja de genuíno altruísmo, não podem esquecer-se os danos causados à criança.

        Cada vez se conhecem melhor os intercâmbios entre a mãe gestante e o feto e a importância desse intercâmbio para o salutar desenvolvimento físico, psicológico e afectivo deste. Esse intercâmbio ajuda a construir a própria identidade da criança. Esta não poderá experimentar a segurança de reconhecer, depois do nascimento, o corpo onde habitou durante vários meses. Esta experiência traumática fere a criança, como sucede em qualquer situação de abandono. Há quem afirme, a este respeito, que a criança sofre a “morte psíquica” da mãe.

          Dir-se-á que tudo isto já sucede quando uma criança é abandonada ou “dada” para adoção. Mas essa é uma situação que não pode ser evitada (se tal fosse possível, seria evitada). Aqui, estamos perante um abandono deliberadamente programado, institucionalizado por um contrato e pela lei, que vedam a obrigação mais natural que existe: a de assumir a vida que se gerou.

       Eis porque me parece que a “gestação de substituição”, recentemente legalizada em Portugal numa quase geral indiferença, é frontalmente contrária à ecologia humana: porque contraria a natural harmonia (a ecologia) própria da procriação, da gestação, da maternidade, da paternidade e da família.

Pedro Vaz Patto 

22
Dez21

“A LIBERDADE ESTÁ NO HIJAB” APREGOA O CONSELHO DA EUROPA!


Oliveira

Pelo que contêm de valor cívico e cristão, estes artigos do jornalista António Justo, decidimos divulgá-los através do Blog da COPAAEC, julgando útil e oportuna a reflexão que propõem para todos aqueles que ainda defendem a autenticidade da nossa civilização e da sã tradição portuguesa.

António G. Pires

A União Europeia implementa símbolos de submissão!

Esta campanha institucional do Conselho da Europa a favor do lenço islâmico (Hijab) foi mais uma tentativa de vender o símbolo da submissão da mulher como indicativo de liberdade ("A beleza está na diversidade como a liberdade está no hijab") e ao mesmo tempo de promover a cultura tradicional islâmica no meio ocidental!

A ideia não veio do presidente turco, Erdogan; o mais grave e sintomático é que ela partiu de genuínos representantes da União Europeia que parecem dispostos a apostar na “emancipação” de tudo e de todos até conseguirem a particularização de todos e deste modo serem mais facilmente dominados porque reduzidos ao género neutro! Vivemos num tempo de palavras mágicas que a tudo obrigam e até a razão subjugam!

Nada acontece por acaso! Ou será que Bruxelas perdeu a cabeça?

O bom senso levou Estrasburgo a parar a controversa campanha e a apagar os tweets referentes a ela (1).

Em termos culturais, este permanece um aviso sério sobre o que move os nossos deuses do olimpo europeu nos corredores de Bruxelas e de Estrasburgo!

Seria totalmente impensável que o Conselho da Europa tomasse a iniciativa de fazer uma tal propaganda em favor de símbolos cristãos (2)!

Que tolerância é esta que para defender o islão toma ao mesmo tempo medidas para desmontar valores cristãos! Surpreendente é a atitude descarada que já usam de, para valorizarem uma cultura, se sintam na necessidade de desvalorizarem a outra!

Chegamos ao cúmulo dos representantes de uma democracia, porque depravada, se sentirem já à-vontade para aplainarem o caminho da teocracia islâmica (Muitas portadoras do lenço islâmico são símbolo de um islão gueto, mais radical! Que as mulheres tenham a liberdade de usarem ou não o véu é uma evidência do seu direito privadomas que instituições como a EU defendam hábitos impostos pelo domínio cultural e pelos seus homens é indigno de uma Europa com tal nome)! De facto, algo de comum têm: oligarquia e teocracia não andam muito longe uma da outra!...

Políticos europeus não tomam a sério os temores dos cidadãos nativos e em contrapartida empenham-se em fortalecer os interesses muçulmanos e deste modo fomentam uma política multicultural que se revela nefasta para uma sociedade que se deveria basear na solidariedade e na interculturalidade.

Em vez de criarem medidas de precaução e inserção fazem propaganda pela estratégia de afirmação do gueto islâmico. Pensam que, deste modo, dominarão o sentir ocidental e, para os seus intuitos de poder,  lhes bastará conseguirem criar uma relação de superioridade mais fácil com súbditos contribuintes, com grupos dispersados e cidadãos à deriva; com isto colocam a democracia em jogo porque quando se derem conta, as próprias regras democráticas ajudam os novos cidadãos a afirmar-se de maneira legitimada e incondicional!

O cartaz de reclame da Conselho apresentava uma fotomontagem de uma jovem mulher sorridente usando um lenço de cabeça cor-de-rosa com uma capa larga num quadro e dizeres como: "A beleza está na diversidade como a liberdade está no hijab”!

A propósito da liberdade do lenço: em 2018 a advogada Nasrin Sotoudeh foi condenada a 148 chicotadas e 38 anos de prisão no Irão porque apoiava mulheres que protestavam contra a imposição do véu na cabeça (HNA, 17.12.2021). Infelizmente, permanece em aberto a questão de quanta liberdade e quanta coerção e opressão estão associadas ao véu de cabeça.

No Islão, os testemunhos dos homens têm mais peso do que os das mulheres, e as mulheres não estão autorizadas a ter mais do que um marido, embora os representantes do Islão afirmem que homens e mulheres têm direitos iguais no Islão.

Uma religião que difama pessoas de outros credos como infiéis é intolerante e injusta. A verdadeira mulher muçulmana não sai de casa, e se sair, deve sair de maneira não atractiva. Isto também significa que os homens são geralmente, quase por natureza, agressores sexuais e as mulheres devem prevenir isto. Na Jordânia, as pessoas são liberais em relação ao véu da cabeça. No Irão e na Arábia Saudita, as mulheres estão a tentar livrar-se da cobertura obrigatória... Aqui a religião é usada para opressão das mulheres e SUA subjugação a interesses. Sura 24:31 e 33, versículo 59 refere que o peito deve ser coberto... e "as esposas dos crentes, elas devem puxar para baixo algo da sua cobertura sobre si mesmas". Portanto, é mais provável que sejam reconhecidos e não sejam molestados". A sura fala sobre as mulheres casadas que cubram os seus seios e não fala do lenço de cabeça...

Os nossos políticos andam inquietos e parecem não estarem dispostos a esperar que os costumes surjam e se imponham de baixo para cima!

António CD Justo

Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6954

(1) Segundo o Stutgarter Zeitung, 3.11.2021, um porta-voz da Comissão da UE, distanciou-se cuidadosamente da campanha e, como é óbvio, os responsáveis não querem enterrar completamente a campanha. Todo o projecto será examinado e depois será tomada uma decisão sobre as próximas etapas:

(2) Medidas para banir a palavra Natal: https://antonio-justo.eu/?p=6911  e Ridicularização de símbolos cristãos (entre eles o símbolo da família): https://antonio-justo.eu/?p=6946     O Papa Francisco criticou as directrizes da Comissária para a Igualdade para uma comunicação mais inclusiva na UE, dizendo que são “anacronismos”. “Pense-se na ditadura nazi e nas comunistas”, atirou. https://observador.pt/2021/12/08/papa-compara-a-uma-ditadura-tentativa-de-comissaria-para-a-igualdade-alterar-termo-o-natal-para-festividades/

20
Dez21

A CAMINHO DE UM CAPITALISMO DE ROSTO HUMANO E SOCIAL


Oliveira

Pelo que contêm de valor cívico e cristão, estes artigos do jornalista António Justo, decidimos divulgá-los através do Blog da COPAAEC, julgando útil e oportuna a reflexão que propõem para todos aqueles que ainda defendem a autenticidade da nossa civilização e da sã tradição portuguesa.

Aproveitamos para deixar aqui aos leitores os nossos melhores votos de SANTAS E FELIZES FESTAS celebrando o nascimento de Cristo, Senhor Nosso Deus, implorando a graça de um ANO NOVO abençoado, que afaste definitivamente a pandemia que tanto nos tem afectado.

António G. Pires

A empresa Daimler paga aos empregados 6.000 euros de bónus

Os 100.000 empregados da empresa de automóveis Daimler e 25.000 empregados da Daimler Truck e também da fábrica de eixos Mercedes-Benz em Kassel com cerca de 2.900 empregados, receberão um bónus de participação nos lucros até 6.000 euros para 2021. O bónus será pago a cada empregado em Fevereiro!

Este é um capitalismo de rosto humano e social! A comparticipação nos lucros da empresa é um hábito de justiça e uma medida recomendável a todas as empresas. Esta seria uma maneira de ir realizando uma democratização da economia (1)!

António CD Justo

Nota em Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6951

________________________________________________________________

 

PALCO DA EU USADO PARA RIDICULARIZAR SÍMBOLOS E CRENÇAS RELIGIOSAS

O embaixador do Parlamento Europeu em questões LGTBI, Riccardo Simonetti, escolheu a época natalícia para posar, com uma Virgem Maria, de barba, um bebé de brinquedo nos braços e um São José vestido de rosa, na capa de uma revista homossexual (1).

Já não lhes chegam cinemas, palcos de teatro e da arte para ridicularizarem símbolos cristãos; usam já até funções políticas e a arena de Bruxelas para tal.

Esta gente activista que diz defender os direitos da sua minoria deslegitima-se ao ridicularizar os símbolos e crenças de milhões de europeus, cristãos e não-cristãos, que respeitam e veneram a Virgem Maria.

Como pretendem tolerância para si se fazem uso da intolerância e desprezo dos outros?

Além disso, no seu abuso, desqualificam cristãos que defendem o respeito pelos Gays!

Não será que os homossexuais e lésbicas estão a ser abusados nos seus interesses por uma lóbi LGTBI que os explora no sentido de atacar a cultura ocidental?

Porque precisam as minorias, vítimas da incompreensão, de optar pelos mesmos meios de que se queixam de ser vítimas? 

Órgãos da União Europeia “deixam o rabo de fora” ao iniciar algumas ofensas contra cristãos, precisamente, na época natalícia!

Temos que estar todos atentos aos começos e não nos deixarmos levar na enxurrada que leva uma sociedade já ébria. A intolerância não poupa ninguém!

António CD Justo

Pegadas do Tempo,  https://antonio-justo.eu/?p=6946

_________________________________________________________

PORTUGAL JÁ NÃO USA CARVÃO PARA PRODUZIR ELECTRICIDADE

A 19 de Novembro a Central Termoeléctrica do Pego terminou a sua actividade.

Portugal renuncia assim ao carvão, o combustível mais poluidor com gases de Carbono.

Uma das vias para atingir a neutralidade carbónica antes de 2050 passaria por maior fomento da rede de produção fotovoltaica em todos os telhados portugueses e da energia eólica.

Países como a China cotinuam a fomentar centrais movidas a carvão.

______________________________________________________________

MOÇAMBQUE

Mais de 600 mulheres foram raptadas por militantes islâmicos terroristas em Moçambique desde 2018. Os militantes abusaram delas, escravizaram-nas e forçam-nas ao casamento, segundo informa a Human Rights Watch.

_____________________________________________________

OPTIMISMO ALEMÃO

Um inquérito do Instituto Allensbach de Investigação da Opinião Pública mostra que 37% das pessoas interrogadas entre os 30 e os 59 anos estão novamente optimistas quanto ao futuro, apesar do Covid-19. A curva do bom humor está a subir.

Nos estratos financeiramente mais fracos, 17% estão satisfeitos com a situação e 40% vêem a situação económica como má.

 

18
Dez21

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Mais uma nova sugestão de leitura


Oliveira

Dos ricos conteúdos do site do SNPC, respigamos, com a devida vénia o que segue:

(A. G. Pires)

No limiar da vinda de Cristo

A vigilância significa a recusa de indagar-se sobre o como e sobre o quando. O futuro não está nas nossas mãos. Mas a vigilância também significa o estar despertos: o como e o quando não está nas nossas mãos, mas a vinda do Senhor é um facto certo que requer prontidão a atenção aos sinais dos tempos.

Saiba mais

 

17
Dez21

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Novas sugestões de leitura


Oliveira

Dos ricos conteúdos do site do SNPC, respigamos, com a devida vénia o que segue:

(A. G. Pires)

Em memória de Leonor Xavier: «A vida é um milagre e a morte é um grande mistério» [Vídeo}

«Creio muito na unidade na diversidade das vozes e das pessoas»; «os cristãos não podem ser passivos»; «há um compromisso quando se escreve»: a 24 de abril de 2019, a escritora Leonor Xavier participou no ciclo “E Deus nisso tudo?”, conjunto de conversas com a jornalista Maria João Avillez organizado pela paróquia do Campo Grande, em Lisboa. Durante o diálogo de aproximadamente uma hora, que pela primeira vez é apresentado em vídeo, Leonor Xavier recorda alguns dos momentos determinantes da sua vida, desde a juventude até às iniciativas mais recentes ao tempo da entrevista.

Saiba mais

Liturgia: Celebrar como corpo total [Imagens]

O Papa Francisco encetou uma desmontagem imaginativa e poética da palavra e aplicou-a à vida dos jovens, alimentando-os com metáforas de luz, rasgou véus, abriu horizontes de esperança. Celebrou, através de uma leitura que poderia ser ritualista e descarnada, a palavra ativa e transformadora, restaurando a mensagem “gasta” e abrindo-a em virtualidades positivas, atuais e transformadoras de vida, criando e adequando sentidos novos, onde, aparentemente, parecia não haver sentido nenhum, abriu pistas de interpretação para a vida transformadora dos jovens.

Saiba mais

 

16
Dez21

O JORNALISTA J. ASSANGE


Oliveira

Com  devida vénia, transcrevemos o texto de A. Justo.

(A. G. Pires)

PODE SER EXTRADITADO PARA OS EUA

POR TER REVELADO CRIMES DE GUERRA

Manipula a informação e terás o povo na mão!

Julian Assange enfrenta até 175 anos de prisão por publicar documentos sobre crimes de guerra dos EUA no Iraque e Afeganistão. O sistema judicial britânico levantou (10.12.2021) a proibição de extradição de Assange (1) aos USA. 

Esperemos que o fundador do Wikileaks não seja extraditado para os Estados Unidos.

Aqui pode-se constatar um exemplo claro como os interesses do poder e das suas elites (instituições) são colocados acima dos interesses do povo e do desenvolvimento dos povos.

Não são os criminosos de guerra e os seus chefes que deveriam estar na prisão, mas sim os investigadores, os jornalistas que descobriram os crimes e os trouxeram à atenção do público que vão lá parar.

Em Portugal, há um caso semelhante contra Rui Pinto, que deve ser mantido em silêncio para que os detractores possam permanecer intocáveis (Também Rui Pinto com a sua plataforma "Football Leaks" ("Fugas de Futebol")  sofre um mau bocado por ter exposto escândalos ao público).

O controlo da informação forma a consciência das pessoas, que chegam sempre demasiado tarde para se aperceberem do que realmente se passa.

Os factos (vai-se distraindo o povo filosofando em torno deles) só são geralmente tomados a sério, passados 70-80 anos sobre eles. Deste modo protegem-se os detratores e protege-se o regime que com eles faz o seu negócio à custa de muita vítima inocente.

O grande afronto ao desenvolvimento da humanidade encontra-se precisamente travado por este dilema: defender os interesses de elites (e instituições organizadas) ou defender os interesses do bem comum e do verdadeiro progresso (que não o corrente “progresso” de que tanto se servem elites para se perpetuarem no sistema a custo do atraso do desenvolvimento popular e histórico).

Aqui não se trata de casos emblemáticos! De facto, a verdade que permanece é a que defende interesses institucionais ou ideológicos e não a da sensibilidade popular. Esta é limitada ao papel de observadora e aplaudidora da “procissão” que passa.

As elites sabem que nos encontramos todos demasiadamente perdidos nos próprios interesses para podermos dar valor aos interesses que nos determinam. Elas fazem o mesmo, mas como têm as mãos na massa servem-se dela.

O macabro da questão é que esclarecimento/informação  é interpretado como espionagem, como G. Orwells já tinha advertido no seu livro "1984".

E depois entretemos o povo a falar de ditadores e de ditaduras para escondermos o que se passa dentro da própria casa!...

António CD Justo

Notas em Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6940

__________________________________________________

A propósito ou despropósito de um

RENDEIRO

Tudo mostra que o ex-banqueiro João Rendeiro é um boy da classe que o Estado português quer ver depressa apagado ou fora dos muros de Lisboa!

Sócrates, como tudo leva a crer e pelos andares da Justiça, tinha muitos boysitos sistémicos com ele tendo sido mantido, por razões óbvias, entre muros!

Agora tudo fala de João Rendeiro, o que não é condenável! O problema só surge porque assim tudo olha para Rendeiro sem notar que o rei vai nu!

Rendeiros, Salgados, Sócrates e outros salgam a renda que só o povo português tem de pagar!

Os milhões são tantos que já só por isso os réus são salvos ou quando muito saem-se delas com penas simbólicas!

António CD Justo

Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6943

________________________________________________________

VACINAÇÃO DE CRIANÇAS ENTRE OS CINCO E ONZE ANOS?

O Comité Permanente de Vacinação alemã (STIKO) que desenvolve recomendações de vacinação para a Alemanha não faz nenhuma recomendação generalizda para crianças dos 5 aos 11 anos!

A STIKO recomenda a vacinação a crianças que tenham tido doenças anteriores e para crianças que tenham contacto com doentes de alto risco.

Thomas Fischbach, Presidente da Associação Profissional de Pediatras, considera a recomendação limitada a crianças com certas doenças crónicas como “razoável”. As crianças podem ser vacinadas se os pais e as crianças o desejarem.

Outras organizações ir-se-ão pronunciar sobre o assunto. A política revela uma certa pressa na vacinação de crianças!

O número de alunos com infecções Corona na Alemanha, na semana de 29 de novembro a 5 de dezembro tinha chegado a 103.000, o que significa um aumento de 10.000 em relacão à semana anterior, segundo informa o jornal HNA de 10.12.2021.

A vida de uma criança não vale menos do que a de um idoso mas é natural que deve haver mais precaução na vacinação de uma criança do que na de um idoso. O mecanismo de defesa natural da criança pode ser obrigado a reagir diferentemente do que o de um idoso.

António CD Justo

Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6937

_______________________________________________________

DIA INTERNACIONAL CONTRA A CORRUPÇÃO

Corrupção é um atentado contra os direitos dos cidadãos

Neste dia, políticos falam de corrupção e de anti-medidas para inglês ver!!

Álvaro Santos Pereira, ex-ministro da Economia, chegou a afirmar que “a corrupção e o compadrio” tiveram um papel significativa na bancarrota do país.

A estratégia anticorrupção apregoada por António Costa faz lembrar o gato em torno do leite quente! Não é com mais 100 candidatos a inspectores ou com um concurso novo para mais 70 vagas de inspetores que se trata com seriedade um vício que é sistémico, a nível de estruturas partidárias e de Estado.

Ouvem-se promessas de medidas a tomar, de mais controlo, de mais burocracia quando o mais urgente a mudar é a química do sistema, a atitude pessoal, a mentalidade política, o coração da república. A anticorrupção deveria ser tratada como razão de Estado e incluída também nos programas dos partidos. Para isso a corrupção teria de ser tratada como atentado contra os direitos dos cidadãos.

A raiz do problema está nas instituições políticas e públicas e na promiscuidade económico-política bem como na cumplicidade entre os vários poderes e no clientelismo que leva até a manipular concursos públicos; para estas não se criam medias que as toquem.

A corrupção no país tem nomes, mas o povo não pode confrontar-se com isso.  As verbas da EU têm ajudado a classe política a viver à grande e à francesa e a manter o povo modestamente acomodado!

A má gestão não é por falta de competências! Pessoas competentes e com valor perdem-se nas universidades ou emigram perante um sistema de corporações instaladas; a hipótese é, ou meter-se nelas ou reduzir-se a pessoa meramente privada!

António CD Justo

Pegadas do Tempo

Pág. 1/2

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2022
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2021
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2020
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub