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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

26
Jul21

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Novas sugestões de leitura


Oliveira

Dos ricos conteúdos do site do SNPC, respigamos, com a devida vénia o que segue:

(A. G. Pires)

«Os avós e os idosos não são sobras de vida, desperdícios para deitar fora», declara papa

«Perguntemo-nos: “Visitei os avós? Os idosos da minha família ou do meu bairro? Prestei-lhes atenção? Dediquei-lhes algum tempo?” Guardemo-los, para que nada se perca: nada da sua vida e dos seus sonhos. Esta foi uma das advertências que o papa proferiu hoje, pela voz do arcebispo Rino Fisichella, na homilia da missa, na basílica de S. Pedro, Vaticano, durante a qual se assinalou o primeiro Dia Mundial dos Avós e dos Idosos. .«Os avós, que alimentaram a nossa vida, hoje têm fome de nós: da nossa atenção, da nossa ternura; de nos sentir ao pé deles. Ergamos o olhar para eles, como Jesus faz connosco», pediu Francisco.

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Santiago: Peregrinar fora e dentro de si

Segundo alguns, a figura da peregrinação é talvez aquela que melhor descreve a espiritualidade contemporânea, sobretudo das novas gerações: busca, mais do que posse; perguntas, mais do que certezas; nostalgia; mais do que saciedade. Uma espiritualidade que aceita o risco, que avança por tentativa e erro, que sente o fascínio dos grandes horizontes, mas também a grande fadiga dos pequenos passos. Uma espiritualidade que, tendo renunciado ao poder unificador da ideologia, vive a balançar entre o ser fragmento entre os outros fragmentos em que se desdobra a existência, e o tornar-se fio condutor de todas as experiências da pessoa. O Caminho de Santiago foi e continua a ser para a Europa uma matriz de vida, cultura, relações hospitaleiras.

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Compostela: Um Jubileu para renascer

O Caminho voltou a números consideráveis no início dos anos 90 do século passado, e por muitos motivos, históricos e culturais, nem todos ligados à fé. Mas talvez tenha sido sempre assim. No rio do tempo, como no céu das noites ao longo do Caminho pontilhadas pela miríade de estrelas da Via Láctea, prescindindo das estatísticas e dos números, por vezes brilha algo que está destinado a não se extinguir. E que muitos reconhecem neste êxodo da rotina quotidiana que é a peregrinação a Santiago.

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Deus faz muito com o pouco que lhe damos

«Seria belo que todos os dias nos perguntássemos: “Hoje, o que levo a Jesus?” Ele pode fazer muito com uma nossa oração, com um nosso gesto de caridade pelos outros, até com uma nossa miséria entregue à sua misericórdia», porque «Deus gosta de agir assim: faz coisas grandes a partir das pequenas, gratuitas», afirmou hoje o papa. Acompanhadas pela denúncia da «tragédia da fome, que atinge em particular os mais pequenos», as palavras de Francisco, proferidas hoje, basearam-se no Evangelho proclamado nas missas deste domingo, que relatam a transformação de cinco pães e dois peixes, feita por Jesus, em alimento mais que suficiente para saciar milhares de pessoas.

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25
Jul21

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Mais sugestões de leitura


Oliveira

Dos ricos conteúdos do site do SNPC, respigamos, com a devida vénia o que segue:

(A. G. Pires)

Os dias do tempo : 24.7.2021 [Imagem+Áudio+Vídeos]

«Os servos do dono da casa foram dizer-lhe: "Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem então o joio?". Ele respondeu-lhes: "Foi um inimigo que fez isso". Disseram-lhe os servos: "Queres que vamos arrancar o joio?". "Não!", disse ele, "não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo»: Palavras, imagens e música para dar sentido às horas deste sábado.

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A pé, de bicicleta ou em casa, do Caminho nunca se volta igual

Seguir pelos Caminhos de Santiago com a ideia de buscar uma experiência espiritual única é uma decisão importante. Trata-se de uma peregrinação, e há que prepará-la, há que preparar-se e, sobretudo, há que colocar-se em «modo» de busca. Há um caminho físico, que se faz passo a passo, quilómetro a quilómetro, mas há um caminho espiritual que é interior, pessoal e único, onde se busca a conexão com o nosso interior, com a semente de Deus que levamos no nosso coração.

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Como cuidamos dos nossos avós?

A crise sanitária do Covid-19 mostrou o sofrimento de muitos anciãos nas nossas instituições de geriatria. Sem desejo de generalizar, e sem menosprezar o altruísmo de certas instituições – algumas delas religiosas –, constatamos que certos lares nasceram como simples negócio. Disse-se que os lares eram espaços ideais que os maiores escolhiam porque preferiam uma vida solucionada, comida a horas e cama feita… Mas descobrimos que, em muitos casos, não era assim. Precisamos de recuperar o ciclo de solidariedade entre avós, pais e filhos, e não deixar os maiores mal arrumados no armazém de um lar.

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23
Jul21

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Novas sugestões de leitura


Oliveira

Dos ricos conteúdos do site do SNPC, respigamos, com a devida vénia o que segue:

(A. G. Pires)

Os dias do tempo : 22.7.2021 [Imagens+Vídeos]

«Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: "Vi o Senhor". E contou-lhes o que Ele lhe tinha dito»: Palavras, imagens e música para dar sentido às horas desta quinta-feira

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Edward Hopper: A épica do quotidiano, a poesia da periferia, a espera de uma anunciação [Imagens]

Hopper admirava Hemingway. É possível discernir uma analogia entre a prosa de um e as telas do outro: estas, com efeito, atentas às formas e à simplicidade, são capazes de tornar épica e densa de conotações o quotidiano da vida, mergulhada em cenários urbanos, nas cores do anoitecer, na claridade noturna dos bares ou na luminosidade deslumbrante de um Sol distante. Mas os quadros de Hopper achegaram-se também aos haiku japoneses, por causa da sua extraordinária beleza, fruto de uma complexa simplicidade, como afirmou o artista Ushio Shinohara: «Hopper é como um haiku: poucas palavras mas grande significado». A representação realista é carregada de uma altíssima densidade simbólica.

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11 sugestões para pequenos e grandes leitores durante as férias

Nestas (e em todas as outras) férias – quer saia de casa quer fique – o melhor seria conseguir ligar-se e viajar para outros mundos. Bons livros podem ajudar. Aqui não damos sugestões de leitura, mas sugestões para o ajudar a desfrutá-las. Por exemplo: leia pausadamente. Está de férias, não é preciso correr. A boa leitura faz-se sem pressas. Esqueça-se do stress e desfrute.

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Que espiritualidade para o ser humano contemporâneo? (2)

O caminho espiritual é autêntico, e portanto fecundo, se faz crescer no coração o amor: só se ordena, faz crescer, purifica o amor, é um caminho de vida interior e espiritual. Porque o amor está no coração de cada ser humano como uma força que deve ser libertada: o ser humano é criado à imagem de Deus, e restabelecer a imagem em nós significa praticar a arte do amor. O amor basta ao amor, o amor que é a finalidade de todo o pensamento e de toda a ação humana, o amor que nunca acaba porque, pela sua natureza, tende para a eternidade, rumo ao “para sempre”… Estou convencido e extraio da minha experiência que cada pessoa, crente ou não, se responde ao desejo profundo que a habita sente que deve praticar a arte do amor.

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Do pouco se faz muito, porque dar é viver

O que são cinco pães para cinco mil: um por mil. O Evangelho sublinha a desproporção entre o pouco de que se parte e a fome incontável. Desproporção, todavia, é também o nome da esperança, que tem razões que a razão não conhece. E o cristão não pode medir as suas opções apenas sobre o razoável, sobre o possível. A mesma desproporção sentimo-la perante os problemas imensos do nosso mundo. Eu só tenho cinco pães, e os pobres são legião. Porém, Jesus não faz caso da quantidade, bastaria menos, muito menos, uma migalha. E a loucura da generosidade.

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«Quero agradecer a Deus»: A fé de Giannis, de apátrida a herói da NBA [Vídeo]

Um sonho, uma fé, uma mensagem de esperança. Tudo isto na conquista do campeonato de basquetebol mais célebre do mundo pela equipa Milwaukee Bucks, arrastada para o sucesso pelo monstruoso Giannis Antetokounmpo. De apátrida a herói da liga norte-americana NBA, só faltava o anel de campeão à história do fora de série nascido na Grécia, filho de vendedores ambulantes nigerianos. «Há oito anos e meio, quando cheguei à NBA, não sabia como haveria de arranjar uma refeição. A minha mãe vendia mercadorias na rua, e agora estou sentado no topo do mundo. Só posso estar agradecido a Deus por esta viagem.»

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Cardeal Tolentino: Não há evangelização sem teologia, precisamos de reaprender o ensino e a inculturação

Estou profundamente convicto de que não há evangelização sem teologia. A sociedade não escutará o anúncio da Palavra, a Igreja não poderá levar a Palavra a todos os seres humanos se a missão de evangelização não se realizar na dinâmica daquele peculiar duplo exercício teológico que é pensar a Palavra de Deus à luz da História humana e pensar a História humana à luz da Palavra de Deus. Considerar que o ensinamento é algo que prescinde do pensamento, da interrogação, da novidade, pensar que ensinar seja simplesmente transmitir aquilo que já é conhecido, é a morte do ensino.

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22
Jul21

17.º DOMINGO do TEMPO COMUM - Ano B


Oliveira

Proposta de Homilia para o 17.º Domingo do Tempo Comum – ANO B - 2021

Partilhar

Domingo, 25 de Julho de 2021

     Irmãs e irmãos, a comunicação mostra-nos que há pessoas com falta de alimento. E outras que prestam ajuda a quem está carente. Não sei quem fica mais feliz: se as pessoas que recebem ou as pessoas que oferecem o alimento a quem precisa. As leituras dão-nos luz.

  1. Partilhar, como o profeta Eliseu

     Primeira leitura

     Eliseu tinha 20 pães que lhe ofereceram, e as pessoas que estavam com o profeta eram 100. Que fazer? Eliseu mandou distribuir esses 20 pães pelas 100 pessoas, e “Todos comeram e ainda sobrou”.

      Que meditação nós recebemos deste facto? Que Deus quer o bem das pessoas, e que não sofram por falta de alimento. No entanto, não faz milagres a todo o momento, pois conta com a actividade humana, para resolver o problema da fome. A Terra pode produzir alimento para todo o povo.

     Esta preocupação da partilha está no coração do Papa Francisco, que usa esta expressão: “cuidar do outro”, e escreveu a Encíclica: Fratelli Tutti”: Todos irmãos. O Papa Francisco Também escreveu uma carta ao novo presidente dos Estados a Unidos, pedindo-lhe que cuide dos pobres.

  1. Partilhar como Jesus

    Evangelho

     No Evangelho de Marcos aparece-nos Jesus a dar-se conta da fome das pessoas. “Seguia Jesus uma numerosa multidão”. Jesus perguntou a Filipe? “Como dar alimento a toda esta gente?” Nós conhecemos o milagre realizado por Jesus: todos comeram, e sobrou muito alimento. Temos interesse em recolher algumas conclusões, para nosso alimento espiritual.

      - Jesus anuncia o Pão da Eucaristia: “Eu sou o Pão vivo que desceu do Céu… E o Pão que Eu hei de dar para a vida do mundo é minha carne.

      - Jesus mostrou compaixão, como vemos durante os três anos da sua evangelização com os apóstolos.

     - Jesus não procurou alguém poderoso, nem a um supermercado, mas sim a um menino.

     - Jesus não pegou no pão de primeira, mas no pão de cevada, o pão dos pobres, que o menino tinha.  

     - Jesus atendeu a multidão que se aproximou dele.  É preciso que nos aproximemos d’Ele, do seu amor.

  1. Partilhar sendo humilde e tendo Fé.

      Segunda leitura

     São Paulo escreveu uma Carta aos Efésias, marcando estas orientações: “Um só corpo, um só Senhor, uma só fé, um só Baptismo. Diz assim: ”Procedei com toda a humildade, mansidão e paciência. Há um só corpo e um só Espírito, como há uma só esperança na vida que fostes chamados… Há um só Deus e Pai de todos”.

     Que nos diz esta reflexão a propósito da partilha? Que somos todo um só com Jesus Cristo. Na humildade, na fé: todos irmãos.

     Quem vive segundo estes ensinamentos, tem coração para partilhar. Assim teremos o mundo novo que Jesus veio trazer: na caridade, na fé.

P. António Gonçalves, SDB

 

20
Jul21

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Novas sugestões de leitura


Oliveira

Dos ricos conteúdos do site do SNPC, respigamos, com a devida vénia o que segue:

(A. G. Pires)

Os dias do tempo : 19.7.2021 [Imagens+Vídeos]

«O Senhor é a minha força e a minha proteção: a Ele devo a minha liberdade»: Palavras, imagens e música para dar sentido às horas desta segunda-feira.

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Papa diz que cinema neorrealista provoca a consciência e sabe ver a primavera no inverno [Vídeo]

A cultura cinematográfica do papa Francisco, em particular a sua predileção pelo cinema neorrealista, abre o novo livro “Lo sguardo: porta del cuore. Il neorrealismo tra memoria e attualità”, lançado estes dias em Itália, no qual o autor, Mons. Dario Viganò, entrevista o papa. «É esta a lição que podemos aprender da escola de humanismo do neorrealismo: um olhar que provoca a consciência, que coloca em relação, que faz germinar. Uma pedagogia para os olhos que muda o nosso olhar míope, aproximando-o do próprio olhar de Deus», sublinha Francisco. É esta conversa sobre a sétima arte e os seus cruzamentos com Deus, assim como em torno à vida e a algumas das suas questões, que reproduzimos, antes do convite para assistir integralmente a um dos filmes que mais tocou o papa.

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Sofrer na Igreja é penoso, sofrer por causa da Igreja é terrível

Como foi possível para cristãos que se dizem “consagrados” cometer semelhantes crimes? E estes crimes não serão gravíssimos? Por isso é um escândalo, que suscita interrogações sobre a capacidade de viver o cristianismo, numa Igreja até generosa da missão, ardente em devoção, mas depois pior que perseguidora. Portanto, não se restrinja a crise da Igreja à praga da pedofilia: há toda uma ordem de autoridade, poder, riqueza que deve ser julgada pelo Evangelho.

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Decálogo para as férias

Estamos no tempo teórico de férias, mas muitos, por causa da situação económica, não poderão desfrutá-las. Outros trabalham mais que nunca ao serviço dos turistas que nos visitam e de quem faz férias. Mas no melhor dos casos – pelo menos alguns dias, ou nem que seja algumas horas – poderemos ir de férias. Estamos esgotados pelo confinamento e temos vontade de saborear – por escassos que sejam – alguns dias diferentes, de descanso, de espairecimento. Aqui ficam algumas reflexões para nos ajudar a viver estes dias.

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“O Ângelus” de Millet e a incapacidade pós-moderna de dizer «obrigado» de coração

A oração do Ângelus, por ela própria um agradecimento pelo mistério da incarnação, acolhe em si um obrigado que abraça a vida inteira em toda a sua tremenda simplicidade e nobreza. Deixámos de educar, ou educamos mal, os nossos filhos a pronunciar a palavra “obrigado” nas normais ocasiões do dia a dia, como se a pudéssemos reduzir a puro formalismo, a boa educação postiça, e por isso a eliminar. Deixamos que nos nossos filhos germine e radique o pensamento de que tudo lhes é devido.

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19
Jul21

TRIBUNAL EUROPEU POSSIBILITA A PROIBIÇÃO DO USO DE VÉU ISLÂMICO NO LOCAL DE TRABALHO


Oliveira

Com  devida vénia, transcrevemos o texto de A. Justo.

O Tribunal de Justiça Europeu  com a sua decisão de 15.07.202 reforçou os direitos dos patrões (1).

Por um lado, não pode haver uma proibição geral do véu de cabeça (distintivo muçulmano) devido à liberdade de religião. Por outro, o direito só pode ser restringido com justificação válida.

O patrão pode proibir o uso do lenço se o seu uso prejudicar o negócio, se perturbar a imagem de neutralidade da empresa e para evitar conflitos sociais na empresa.

Nesse caso, também será proibido o uso de formas visíveis de expressão religiosa, política ou filosófica.

Agora os tribunais portugueses têm de implementar esta regra.

A mulher é a vítima porque está sob a pressão dos que querem que ela use o Véu muçulmano e está sob a pressão dos que querem que o não usem!

Existem três tipos diferentes de “cobertura” ou  Hijab (2): o véu facial (cobre toda a face ou apenas a metade inferior da face), o véu da cabeça e o véu do corpo (chamado chador ou burca)

António CD Justo

Notas em Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6656

  • (1) Tribunal de Justiça Europeu (TJE) : requisitos de neutralidade (acórdão de 07.2021, ref. C-804/18 e C-341/19).
  • (2) No Corão há as seguintes referências ao véu: “ …e não mostrem seus atrativos, além dos que (naturalmente) aparecem; que cubram o colo com seus véus…      ” “         Ó Profeta, dize a tuas esposas, tuas filhas e às mulheres dos fiéis que (quando saírem) se cubram com as suas mantas; isso é mais conveniente, para que distingam das demais e não sejam molestadas; sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo”.
19
Jul21

O PENSAMENTO POSITIVO ELEVA A SATISFAÇÃO E A QUALIDADE DE VIDA


Oliveira

Com  devida vénia, transcrevemos o texto de A. Justo.

Quem controla o Pensamento assume o Poder sobre a Vida

António Justo

Os nossos pensamentos são muito poderosos porque produzem a nossa realidade. Eles influenciam os nossos sentimentos que, por sua vez, influenciam as nossas percepções, o nosso comportamento e consequentemente a maneira como reagimos às coisas que nos rodeiam. Nesta perspectiva, nós próprios somos os criadores da nossa realidade através dos pensamentos que determinam as nossas acções (Não era sem motivo que aprendíamos na catequese a examinarmos a nossa consciência a nível de pensamentos, palavras e obras!). Nos anos 60 frequentei um curso de hipnotismo e desde então nunca me esqueci de uma ideia nele transmitida e que se resume mais ou menos nisto: cria uma ideia força numa pessoa e ela levará essa ideia à acção. Os pensamentos positivos e negativos da nossa mente tornam-se determinantes no desenvolvimento das nossas vidas. Daí a importância de um certo controlo sobre eles para podermos ter mão na nossa vida.

Também sabemos da física quântica que o pensamento e as palavras são portadoras de força viva (positiva e negativa) e criam realidades.

Se observarmos os nossos telejornais é fácil verificarmos - até pelo seu abuso em noticiar o negativo - que as pessoas reagem mais às coisas negativas. O desejo da ordem e de reconhecer os perigos fazem parte da tradição cultural e do nosso gene biológico e tem um certo fundo real a figurar no nosso inconsciente vindo da experiência de que, geralmente, o mal-organizado consegue submeter a bonomia do rebanho.

No outro extremo encontra-se uma imensa literatura sobre o pensar positivo que também se pode tornar tóxica (uma positividade venenosa que leve a um optimismo sem cautela).

Antes de passar aos grandes benefícios do cultivo do pensar positivo gostaria de dizer que devemos estar atentos aos extremos porque no centro de dois extremos costuma residir a virtude. Para que os pensamentos positivos tenham a sua acção benéfica, os problemas e os sentimentos dolorosos não devem ser reprimidos, porque tudo o que não foi resolvido regressa e, muitas vezes, de uma forma ainda mais forte. Um teste sobre a aplicação do pensamento positivo poderá constar da análise se ele ajudou a sair do impasse de situações problemáticas e se houve algo que mudou. Doutro modo poderia tornar-se numa estratégia de autoengano propagandeado. Aqui, o factor mais importante será verificar que através da atitude positiva se chegue ao encontro consigo próprio e a um encontro interpessoal, através de uma atitude autêntica e não apenas de ficção externa que poderia levar ao autoengano (projecções, etc.) e, mais tarde, até a ter consequências maléficas na própria vida! De facto, há que “confiar na Virgem”, mas sem se esquecer de correr (1)!

É de suma importância tomarmos consciência do poder verdadeiramente surpreendente do pensamento sobre o ser humano, para nos darmos conta do que acontece em política para controlar a sociedade e também refletir e tentar direcionar o poder do pensamento no sentido positivo da própria vida. O mundo exterior (tecnologia, desenvolvimento, etc.) é todo ele construído na base de ideias.

Naturalmente, um pensamento fica muito atrás de um céu estrelado, de um arco-íris, de um pôr do sol, de uma trovoada…. Relevante é a força de vontade e a liberdade de poder orientar a direcção dos próprios pensamentos, sentimentos e, com estes, as obras.

Em vez de nos abandonarmos à espontaneidade das ideias será de importância ter a consciência de as poder guiar e, para tal, usar da vontade para fomentar ideias positivas. Torna-se necessário dar-se conta do que se pensa e observar e analisar o próprio pensamento. Se for negativo será necessário centrar-se num pensamento positivo para o ter como alternativa e assim poder substituir o negativo pelo positivo.

O pensamento positivo é como o sol que dá energia e os pensamentos negativos puxam-nos para a sombra da vida roubando-nos a força. Certamente também um caracter pessimista tem os seus benefícios ao ajudar-nos a ser cautelosos, desde que não medrosos. Ele pode também criar uma margem para se reflectir (momento do controlo) e não se fazer, sem mais, algo temerário.

O positivo e o negativo podem ser comparados a altas e baixas pressões atmosféricas na pessoa. Como o pensamento dirige a vida social e lidera também a vida individual é importante investir-se no positivo, porque é isso que nos leva à frente, e o negativo puxa-nos para trás. Relevante é tirar o melhor de cada situação no sentido de resolver o problema e não de mantê-lo. De acordo com Rudolf Steiner, deve-se lutar para elevar o valor existencial da personalidade humana.

O olhar negativo é selectivo e tende a fixar o sentido na negatividade e como tal a acrescentá-la! Se a base da nossa experiência na infância e na adolescência foi amorosa, positiva, então será mais natural um caracter benévolo e inclinado aos pensamentos positivos. 

Em cada coisa negativa haverá também algo positivo a descobrir porque a lei da polaridade vale em qualquer lugar. A lei da gravidade, também no aspecto do comportamento individual puxa para baixo, exigindo, tudo o que aponta para a excelência, um certo esforço. Quando andava no seminário em Arouca, todos os dias havia uma pequena palestra de cera de três minutos feita pelo director antes de irmos para a cama e essa conversa tinha sempre um caracter positivo e a última reacção dos ouvintes era a boa disposição e, muitas vezes, o riso. O nosso humor depende muito de onde concentramos a nossa atenção,a nossa  actividade mental e espiritual, que se pode tornar em fonte de energia numa perspectiva construtiva e criativa na medida em que o ambiente social o favoreça.

Quando vivia em Lisboa, por vezes ia ao Casal Ventoso assistir a doentes ou moribundos e quando chegava a casa cheguei a ouvir dizer a um colega que eu cheirava a morte. Exteriormente, os sentidos fixavam-se no que percecionavam. Mas interiormente sentia-me iluminado. O mesmo não se dava, por vezes, quando fazia assistência a uma prisão em Kassel! Aí, quando chegava a casa dizia-se que a minha aura era, por vezes, negativa. Naturalmente tudo exterioridades, mas um sinal que as ideias e as situações influenciam a nossa maneira de estar. Uma coisa que notei na minha vida foi que se realizou nela, em grande parte, o que antes pensei, naturalmente ajudado pela vontade.

Marie von Ebner-Eschenbach disse uma vez: "Não é o que nós experimentamos, mas o que sentimos sobre o que experimentamos que faz o nosso destino".

Além dos pensamentos positivos torna-se essencial tomar também iniciativas de caracter social porque também a actividade protege da negatividade principalmente quando é de origem depressiva (2), o hábito é realmente difícil de se ultrapassar!

Quando fazemos alguma coisa por amor estamos a sair de nós (ou a entrar no nosso âmago) e deste modo a aumentar o nosso eu espiritual e social; então, o outro passa a fazer também parte positiva da nossa vida.

O exercício do pensar positivo para ser verdadeiramente frutífero acontece numa relação eu-tu e não numa relação eu-objecto. Não se trata de exercitar o pensar positivo pelo simples pensar positivo, mas de ordenar a vida numa “plataforma” de boa vontade, numa atitude benevolente perante a vida e perante os outros.

Por vezes esta benevolência torna-se difícil devido a uma experiência negativa (sem conforto nem consolo) feita na infância e na adolescência. Uma experiência de ter sido escravo de alguém e sem a experiência de um amor experimentado no regaço materno complica a própria vida e a dos outros; pode mesmo levar  a pessoa a saltitar de pedra em pedra para fugir à lama do caminho (que lhe foi roubado) e desta forma o afectado deixa de ter a experiência do caminho e o sentido de fazer caminho por si mesmo (passando a vida a ocupar a mente e a reparar os caminhos que outros estragaram). Ao tornar-nos conscientes sobre o nosso currículo emocional e mental surgirão pensamentos que darão sentido à nossa vida (Aqui terão o caminho mais facilitado os tipos de caracter optimista e sanguíneo).

A sociedade não anda bem porque em vez de criarmos os próprios pensamentos seguimos e falamos do que a sociedade nos impinge em vez de trabalharmos em nós mesmos, corporal e espiritualmente.

Quando andava no colégio gostava de jogar futebol, mas havia um colega jogador e árbitro que fazia do jogo um combate com regras próprias. Então eu ia aos arames mas como me queria autodominr comecei a pegar numa pedrita que, durante o jogo,  apertava na mão ou, por vezes, numa medalha para me lembrar que deveria estar atento ao jogo e não ao que o colega queria fazer dele (Era uma maneira talvez inocente de tentar substituir os pensamentos negativos por pensamentos positivos!). Mais tarde, em situações críticas, bastava-me uma jaculatória para me desviar da negatividade. Com o tempo as coisas integram-se na vida e tornam mais fácil as atitudes do dia a dia. A ideia de fazer uma boa acção por dia ajuda também a nossa satisfação. (Às coisas que disse positivas sobre mim tenho muitas outras negativas que também poderia nomear, mas que não vêm a propósito para aqui: importante é vivermos de bem connosco mesmos reconhecendo o bem e o mal de que somos portadores mas cuidando em nós a vontade de um agir baseado, pelo menos, na boa intenção!).

Um caminho sem meta não honra a caminhada; quando muito é um caminhar à roda, um andar à volta de qualquer coisa como se fosse um planeta sem vida própria. Da visão de cada olhar dependerá a grandeza ou a pequenez da paisagem. A energia disponibilizada é proporcional à esperança nela investida.

O bem não é abstrato só existe ao ser feito. Não vale a pena procurar ser melhor do que os outros, basta procurar ser-se apenas um pouco melhor do que se é. À medida que mais se compreende mais se perdoa a si e aos outros! Para julgar uma coisa ou uma pessoa é preciso compreendê-la e para a compreender é preciso tornar-se parte dela! Somos parte de uma comunidade e só subsistiremos em comunidade. Daí a importância de promover o nível da própria consciência para que também a consciência colectiva evolua no sentido de respeito mútuo, integridade e responsabilidade. O desenvolvimento individual e social está dependente da mudança da mente individual e da mentalidade social numa de empenho de pensamento e sentimento no sentido positivo. O pensamento positivo leva ao agir positivo. De facto, quem controla o pensamento assume o poder sobre a vida (3).

O neurologista Antonio Damásio, na sua teoria do pensamento e do sentimento, chegou à conclusão que os sentimentos e os pensamentos estão indissociavelmente interligados.

António CD Justo

Teólogo e Pedagogo

Notas em ©Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6663

  • (1) “PENSAR POSITIVO” UMA ONDA AGRADÁVEL QUE SE PODE TORNAR PERIGOSA https://antonio-justo.eu/?p=5051
  •  
  •  (2)  O pessimismo pode levar a ver-se e sentir tudo ligado à própria pessoa, por medo ou falta de confiança. Daí a necessidade de procurar ter interesse (participar) no mundo e em coisas que geralmente não nos interessariam, doutro modo corremos o perigo de, em situações de crise, nos encerrarmos no “nosso mundo”, rondando em torno de nós mesmos e criarmos um exército de servidores da própria situação (leitura de livros sobre os mesmos assuntos, escolha de amigos que nos prendem a nós mesmos porque por medo ou por cortesia nos confirmam nas próprias ideias ou sentimentos negativos sem que se possibilite um espaço próprio de reflexão / autorreflexão). Porque não começar a escrever um diário das próprias, ideias, sentimentos, acções e do que se desejaria ver mudado em si e no outro? Também o cantar em conjunto (coro) faz-nos entrar na ressonância universal e tira-nos da própria teia que amplia todos os nossos problemas e perigos. Encontrar-se com amigos onde reine o bom humor faz de ventil e desencadeia-nos das miudezas do dia a dia. Cada risada que se tenha é um banho de sol que faz sempre bem e especialmente depois de algum mergulho em água fria.
  •  
  • (3)  Palestra que fiz a um grupo de pais e encarregados de Educação em 2009
16
Jul21

16.º DOMINGO do TEMPO COMUM - Ano B


Oliveira

Proposta de Homilia para o 16.º Domingo do Tempo Comum – ANO B - 2021

Pastores ao serviço do rebanho

Domingo, 18 de Julho de 2021

     Irmãs e irmãos, podemos perguntar se um grupo de trabalho pode existir sem um dirigente: seria uma confusão; e uma comunidade cristã consegue viver sem um pastor? Podemos ver as nossas leituras.

  1. Pastores para bem do rebanho

      Primeira leitura

O livro de Jeremias dá-nos conta de uma crise, por causa “dos pastores que perdem e dispersam as ovelhas do seu rebanho!” Diz o Senhor, pela boca deste profeta: “Ai dos pastores que dispersam as ovelhas do meu rebanho”. Deus mostra assim o seu desagrado pelos maus pastores, que se interessam com eles próprios em vez de se preocuparem com o seu povo.

Deus revela-se como sendo Bom Pastor. Esta imagem aparece já no Antigo Testamento. Lemos nos salmos: “Porque Ele é nosso Deus, e nós somos o povo do seu rebanho, ovelhas nas suas mãos (Sl 95,7). “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará. Em verdes prados me faz descansar, e conduz-me às águas refrescantes” (Sl 23,1-2). Deus, nosso Bom Pastor. Imagem que indica interesse pelo povo, como o pastor pelo seu rebanho.  

Deus quer ser representado por pastores, guias do povo, que defendam a comunidade, sejam iluminados pela verdade e pela justiça, defendam as ovelhas: “Dar-lhes-ei pastores que as apascentem”, refere Deus a Jeremias. Interessa-nos conhecer este amor de Deus por nós.    

  1. Pastores, enviados por Jesus

     Evangelho

O Evangelho de Marcos mostra-nos Jesus com os 12 Apóstolos. Eles tinham partido pelas aldeias a anunciar a Boa Nova. Depois de algum tempo, voltaram para junto de Jesus e cheios de alegria contaram o que tinham feito. Curaram doentes, afastaram o demónio, alegraram o povo com a Boa Nova de Jesus. Afastar os demónios pode significar: afastar a maldade, o egoísmo, a injustiça…

Vemos nesse encontro a palavra carinhosa de Jesus para com apóstolos: “Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco”. Talvez Jesus queira fazer um retiro com eles.

Irmãos, nem todos podem fazer retiro, mas esta paragem para um retiro é de grande benefício para a vida espiritual e humana. Que ao menos, cada domingo, depois de uma semana de trabalho, seja um encontro com Jesus. Contamos tudo a Jesus, e ouvimos as suas palavras de amor por nós.

  1. Pastores que realizam a comunhão

    Segunda leitura

São Paulo estava na prisão, quando escreveu uma linda carta aos Efésios. Faz um apelo à comunhão. Diz na Carta: “Foi Ele que fez de judeus e gregos um só povo… Pela cruz, reconciliou com Deus uns e outros”. Cristo destruiu as barreiras que afastavam judeus e pagãos, e fez um único povo: todos pertencem à mesma família. Uma mensagem bela da Carta aos Efésios. Nós temos um canto que diz isso: “Não te importes da raça nem da cor da pele; ama todos como irmãos e faz o bem”.

A isto deve chegar a comunidade com bons pastores. Desejamos bons pastores, nas paróquias, nas dioceses; e desejamos também ser ovelhas fiéis aos pastores, na Igreja de Deus.

P. António Gonçalves, SDB

16
Jul21

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

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«Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei»: Palavras, imagens e música para dar sentido às horas desta quinta-feira.

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É preciso mais que voltar a abrir as portas das igrejas?

A suspensão da dispensa de participar na missa de domingo, após o final do confinamento obrigatório decretado pelas autoridades civis, não estará a ser suficiente para convencer todos os católicos que antes da pandemia iam à missa aos domingos a regressar às celebrações nas igrejas, pelo que algumas dioceses e paróquias estão a implementar medidas para levar as pessoas de volta às assembleias. Mas os fiéis não deviam voltar por motivação própria, sem necessidade deste acompanhamento e incentivo? «Teoricamente, sim, por causa da “obrigação” dominical, mas essa não é a nossa mentalidade, e temos de o reconhecer.»

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O verdadeiro cristão sabe comunicar a alegria

Teófilo de Antioquia, um bispo do século II, aos pagãos que lhe pediam «mostra-me o teu Deus», invertia a pergunta: «Mostra-me o teu homem e eu te mostrarei o teu Deus», mostra-me a tua humanidade, e nós, cristãos, através da nossa humanidade, vos diremos quem é o nosso Deus. Os cristãos do século XXI podem dizer isto? Sabem mostrar uma fé que plasma a sua vida à imitação da de Jesus, ao ponto de fazerem mostrar neles a diferença cristã? De outra forma, como poderão ser credíveis no anúncio de uma “boa notícia”, se a sua vida não consegue manifestar a “beleza” do viver?

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Ensina-nos a compaixão, misericórdia e ternura que esquecemos

Vivemos hoje numa cultura em que o rendimento que tem de crescer e a produtividade que deve estar sempre a aumentar nos convenceram que são os compromissos que dão valor à vida. Jesus ensina-nos que a vida vale independentemente dos nossos compromissos. Talvez tenhamos esquecido que há uma vida profunda em nós que continuamos a mortificar, a deixar à fome e à sede. É a esta que Jesus se dirige, como uma mão-cheia de luz lançada ao coração de cada pessoa, iluminando-lhe o caminho.

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Os olhos de Francisco nos olhos de Maria

Há um gesto silencioso que acompanha continuamente o ministério do papa Francisco: a constante peregrinação a Santa Maria Maior, para se colocar em oração diante da imagem da “Salus populi romani”. Cada viagem, cada acontecimento importante da Igreja, ou como aconteceu nos últimos dias, cada provação pessoal, o papa Francisco leva-o aos pés da imagem de Maria guardada na basílica mariana mais antiga do mundo. Os olhos erguidos para o ícone recordam os olhos de uma criança que fixa o rosto da sua mãe. E é precisamente assim que o papa nos recorda que cada alfabeto da fé, incluindo a devoção mariana, é antes de tudo uma relação viva e verdadeira com alguém vivo e verdadeiro. Vendo o papa, ocorre-nos perguntar se para nós também é assim.

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13
Jul21

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

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«Quem encontrar a sua vida, há de perdê-la; e quem perder a sua vida por minha causa, há de encontrá-la»: Palavras, imagens e música para dar sentido às horas desta segunda-feira.

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“Diálogos”: Entre a pintura e a ourivesaria, de meia centena de obras contempla-se a beleza de Deus [Vídeo]

Revelar ao público peças que, na maioria, não são usadas no culto litúrgico católico, foi um dos objetivos que congregou os esforços de quatro dioceses para preparar e apresentar a exposição “Diálogos. Na beleza das obras contemplamos a beleza do Criador”. «O programa expositivo compreende meia centena de peças de diversas tipologias artísticas, como a pintura, a escultura, a azulejaria e a ourivesaria, dos períodos medieval, moderno e contemporâneo, provocando o cruzamento de diferentes propostas estilísticas e iconográficas.»

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Exposição: "Tão alto quanto os olhos alcançam" [Vídeo]

A exposição “Tão alto quanto os olhos alcançam” decorreu entre 2014 e 2015, em Évora. A Fundação Eugénio de Almeida propôs uma leitura cruzada entre a arte sacra e a arte contemporânea. A exposição contou com obras de Rui Chafes, Michael Biberstein, Francisco Tropa, José Pedro Croft, Joseph Beuys, Fernando Calhau, João Onofre, entre outros criadores contemporâneos, assim como peças a partir do século XIV.

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Encontrar o silêncio

Que podemos compreender de nós e do mundo se, em vez de evitarmos o silêncio para nos fazermos saturar do fazer quotidiano, olharmos a vida do próprio silêncio? Quais são os desejos verdadeiramente essenciais? O que quer dizer pensar? O que quer dizer fazer uma escolha? Qual é o sentido da existência e o que tem a ver com aquilo a que chamamos o bem? O encontro com o silêncio é o umbral de acesso a uma reinterpretação da nossa identidade, da liberdade, do encontro com os outros, do caminho com a consciência. Mas todo aquele que tenha realmente encontrado o silêncio pôde aprender que ele nunca é somente um umbral, um espaço ou uma dimensão particular da existência humana, mas é acontecimento, revelação, invisível proximidade de um Outro.

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Dez respostas sobre a oração

A oração que exprime uma religiosidade ligada a um Deus conhecido, de quem se partilha a paixão pelo bem da humanidade, é feita de louvor, de agradecimento, de confiança, de intercessão confiante, e não de medo. Para nós, cristãos, é a oração de Jesus que ergue o seu canto de louvor e de glória ao Pai, e conduz os seus discípulos a entrar em relação com Deus na forma de filhos e filhas. As formas diferentes de oração podem ser descritas como presentes no percurso de amadurecimento da fé, da consciência crente. Assim, podemos discernir que figuras de Deus estão mais presentes no imaginário religioso individual. Em todo o caso, para um cristão, o “trabalho sobre as imagens de Deus” é sempre uma evangelização do nome de Deus e da sua representação.

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Escutar com o ouvido do coração

O ensinamento de S. Bento na sua Regra oferece-nos uma maneira profunda de renovar os nossos corações através da nossa maneira de escutar, isto é, com todo o coração. Imaginem-se as bênçãos de paz e de esperança que poderiam ressoar em todo o mundo se o seu ensinamento de nos escutarmos uns aos outros se tornasse realidade. Quer este especial género de escuta aconteça entre nações em luta, partidos políticos em desacordo, líderes religiosos, ou até no interior das famílias, a nossa capacidade de escutar com um profundo respeito uns pelos outros, como filhos de Deus, contém a promessa de paz e bênção para todos.

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