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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

07
Nov20

ENTRE CRISTO E ALÁ!....


Oliveira

Ainda a propósito da abertura da igreja de santa Sofia em Istambul ao culto muçulmano leiam este elucidativo testemunho de um advogado francês, Gilbert Collard, sobre o conceito de "infiel" para esta
"religião":

(AGPires)



"Como demonstram as linhas que se seguem, fui obrigado a tomar consciência da extrema dificuldade em definir o que é um infiel, para poder escolher entre Alá ou o Cristo, até porque o Islamismo é de longe a religião que progride mais depressa no nosso país.
No mês passado eu participei de um estágio anual de atualização, necessária para renovação da minha habilitação de segurança nas prisões. Nesse estágio houve uma apresentação por parte de quatro palestrantes, representando respectivamente as religiões Católica, Protestante, Judaica e Muçulmana, explicando os fundamentos das suas doutrinas respectivas. Foi com um grande interesse que esperei a exposição do Imã.
A apresentação deste ultimo foi notável, acompanhada por uma projeção em vídeo.
Terminadas as intervenções, chegou-se ao tempo de perguntas e respostas, e quando chegou a minha vez, perguntei:
- “Agradeço que me corrija se eu estiver enganado, mas creio ter compreendido que a maioria dos Imãs e autoridades religiosas decretaram o “Jihad” (guerra santa), contra os infiéis do mundo inteiro, e que matando um infiel (o que é uma obrigação imposta  a todos os muçulmanos), estes teriam assegurado o seu lugar no Paraíso.
Neste caso poderá dar-me a definição do que é um infiel?”
Sem objetar à minha interpelação e sem a menor hesitação, o Imã respondeu:
- "Infiel é todo não muçulmano”.
Eu respondi:
- “Então permita-me assegurar se compreendi bem; os adoradores de Alá devem obedecer às ordens de matar qualquer pessoa não pertencente à vossa religião, a fim de ganhar o seu lugar no Paraíso, não é verdade ???
A sua cara, que até então  tinha tido uma expressão cheia de segurança e autoridade, transformou-se subitamente na de um menino, apanhado em flagrante com a mão dentro do açucareiro!!!
- "É exato", respondeu ele num murmúrio.
Eu retorqui:
- “Então, eu confesso ter bastante dificuldade em imaginar o Papa dizendo para os católicos que massacrem todos os vossos correligionários, ou o Pastor Stanley dizendo o mesmo para garantir a todos os protestantes um lugar no Paraíso.”
O Imã ficou sem voz !!!
Continuei:
- “Tenho igualmente dificuldades em me considerar vosso amigo, pois que o senhor mesmo e os vossos confrades incitam os vossos fiéis a cortarem-me a garganta !!!”
Além disso, me aflige uma outra questão:
- “O senhor escolheria seguir Alá que vos ordena matar-me a fim de obter o Paraíso, ou o Cristo que me incita a amar-vos a fim de que eu aceda também ao Paraíso, porque Ele quer que eu esteja na vossa companhia???”
Nessa hora, dava para ouvir uma mosca voar, enquanto que o Imã continuava silencioso.
Será inútil afirmar que os organizadores e promotores do Seminário de Formação não apreciaram particularmente esta maneira de tratar o Ministro do culto Islâmico e de expor algumas verdades a propósito dos dogmas desta religião.
No decurso dos próximos trinta anos, haverá suficientes eleitores muçulmanos no nosso país para instalar um governo de sua escolha, com a aplicação da “Sharia” como lei.
Parece-me que todos os cidadãos deste país e do mundo deveriam poder tomar conhecimento destas linhas, mas como o sistema de justiça e das “mídias” liberais combinados com a moda doentia do "politicamente correto", não permitirão de forma nenhuma que este texto seja publicado de forma intensiva.
É por isto que eu vos peço para enviar a todos os seus contatos via Internet.
Obrigado,
Gilbert Collard
Cristão, Cidadão Francês  e Advogado.

05
Nov20

Estar vigilante - estar com Deus


Oliveira

32.º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO A

Domingo, 8 de Novembro de 2020

     Irmãs e irmãos, a luz pública ilumina as ruas da cidade e das casas. Por vezes, só lhe damos valor quando ela falta. Talvez esta referência nos ajude a compreender as leituras de hoje: a vigilância.

Estar vigilante é  luz de sabedoria

Primeira leitura

A primeira leitura é do livro Sabedoria. O seu autor, talvez um judeu sábio de Alexandria, ou talvez Salomão, deixou-nos esta obra de grande valor. A leitura de hoje orienta-nos a viver segundo Deus, e para isso, devemos estar vigilantes. Diz assim o início da página: “A sabedoria é luminosa… quem a busca desde a aurora não se fatigará. Ou seja: A Sabedoria (luminosa) é luz que nos leva a Deus. “A minha alma tem sede de Vós, meu Deus”, rezamos no salmo.

     Olhando para a história cristã, encontramos testemunhos de sabedoria e vigilância. Um exemplo: Francisco Xavier sonhava com a carreira das letras, e ambicionava a glória, o brilho na vida. E na busca de grandeza, dirigiu-se a Paris. Ali encontrou-se com um homem experiente, Inácio de Loyola, que lhe fez esta pergunta: “E depois?”. Francisco meditou, e veio a ser São Francisco Xavier, grande missionário em Goa, na Índia, onde se encontra o seu jazigo muito visitado. Francisco viveu vigilante, com a sabedoria de Deus.

            Estar vigilante para a vida eterna

Segunda leitura

            São Paulo encontrou nos cristãos de Tessalónica alguma confusão acerca da vida e da morte. E diz a essa comunidade: “Se acreditamos que Jesus ressuscitou, do mesmo modo Deus levará com Jesus os que em Jesus tiverem morrido”. Paulo esclareceu a comunidade sobre o sentido da vida: a nossa ressurreição.

A propósito da vida e da morte, recordo uma catequese do Papa Francisco, no dia 18 de outubro, quarta-feira (2017). O Papa falou sobre o sentido da morte e da vida. Cito uma passagem muito bela: “Quando morremos, Jesus nos tomará pela mão, como tomou pela mão a filha de Jairo, (que tinha morrido e Jesus ressuscitou-a), e repetirá mais uma vez: “Talithà Kum”, “menina, levanta-te” (Mc 5,41).). Cada um de nós pense na própria morte e imagine aquele momento… quando Jesus nos tomará pela mão e nos dirá: “vem, vem comigo, levanta-te. O próprio Jesus virá a cada um de nós e nos pegará pela mão, com a sua ternura, a sua mansidão, o seu amor ”.[1] Esta palavra do Papa é consoladora. Ressuscitados com Cristo.

Estar vigilante para estar com Deus

Evangelho

Para estarmos com as lâmpadas acesas, Jesus conta-nos a parábola: as dez virgens, que aguardam a chegada do esposo, para o acompanharem e entrarem na boda. Jesus mostra-nos que para entrar no seu banquete, é urgente vigiar, ter as lâmpadas acesas. O esposo é o próprio Jesus. Lemos no Apocalipse: “Eu estou à porta e bato… a quem me abrir, Eu entrarei e cearei com ele e Ele comigo”(Ap 3,20 ).  Isso enche-nos de alegria e serenidade.

Um caso de vida: “Certa vez, estava o jovem São Domingos Sávio no recreio da escola brincando com os seus amigos. Chegou alguém que lhe perguntou o que ele faria se soubesse que iria morrer daí a instantes. Domingos respondeu: “Eu continuaria a fazer o que estou a fazer agora: brincando com meus amigos”.[2]

Santo Agostinho sentia assim: “Eu nada seria, meu Deus, nada seria em absoluto se (Tu) não estivesses em mim…[3]. Agostinho viveu muitos anos às escuras, sem vigilância. Depois sentiu a presença de Deus na vida, e não mais se afastou d’Ele. Assim mantenhamos acesa a chama da fé.

Pe.  António Gonçalves SDB

[1] https://www.youtube.com/watch?v=oG0j0LWsC2Y

[2] https://www.a12.com/redacaoa12/historias-de-vida/s-joao-bosco-e-domingos-savio

[3] Santo Agostinho, Confissões, 1ª parte cap. II

Corrijo: Na homilia de Todos os Santos, 01.11.2020, a frase: “Ou muda de atitude ou de nome” é atribuída a Alexandre, o Grande.

04
Nov20

MACRON CHAMA A ATENÇÃO PARA O IMPERIALISMO DA TURQUIA


Oliveira

O Presidente francês Macron acusa a Turquia de comportamento bélico para com os seus parceiros da NATO, no Médio Oriente e  no Mediterrâneo! "Noto que a Turquia tem tendências imperialistas na região, disse ele à estação de rádio Al Jazeera.

De facto Erdogan parece querer tornar-se na atual  época do confronto das culturas no novo símbolo do império otomano que dominou o império bizantino!  O “Sultão” Erdogan pretende continuar a cultura de conquista da Turquia. A religião faz parte essencial da política e é a bandeira que indica o caminho certo dos guerreiros.

É o cinismo que assiste a grande parte da política! Erdogan gostaria de ser o califa dos califas procurando o apoio do islão sunita e de povos túrquicos. Por isso apoia militarmente a guerra contra a Arménia (que os turcos perseguiam já na Idade Média.

Conta com os povos túrquicos que contam com 40 grupos étnicos na Ásia Central e Ocidental, bem como na Sibéria e na Europa Oriental e perfazem 200 milhões de pessoas.

O Panturquismo já vem do século XIX. No início da expansão árabe muitos povos turcos foram convertidos ao Islão e proporcionaram o avanço da cultura árabe no mundo.

A situação complicar-se-á mais, dado a política internacional se continuar a orientar por interesses estratégicos e nacionais; no fim,  quem ganha é que passa a ter razão. O resto comenta!

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6193

04
Nov20

DIA MUNDIAL DO HOMEM


Oliveira

Hoje (3.11.2020) é celebrado o dia mundial do homem.
Seria uma boa oportunidade para se perguntar quando é que um homem é Homem?!
Quando prevê tudo e não se queixa?!
Ou não será que isso era no tempo da pedra?!
Hoje o curso a definir-se aponta para um homem mais macio e suave! Já não se sente socialmente chamado a querer ser melhor ou pelo menos a não afirmar-se como tal!
Em alguns reservados da sociedade não faltará o palco para o exibicionismo de alguns animais alfa!
Talvez num mundo melhor passe a haver menos homens Alfa e menos mulheres Alfa!!!
Para isso será talvez preciso trabalhar no sentido de se criar uma nova matriz social em que nem o homem nem a mulher dominem um sobre o outro (nem socialmente) mas em que haja uma relação complementar interactiva dos princípios da masculinidade e da feminilidade tanto no homem como na mulher!

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6190

04
Nov20

AVISO DO ESTADISTA HELMUT SCHMIDT A UMA POLÍTICA FORA DE SERVIÇO


Oliveira

Cada cultura procura afirmar-se com os meios que tem

Por António Justo

Aos atentados em França segue-se o ataque terrorista (2.11.2020) no centro da cidade de Viena de Áustria, perto de uma sinagoga.   Foi perpetrado por um islamista de raízes albanesas, simpatizante da milícia terrorista do “Estado Islâmico”, segundo o ministro do interior austríaco. Matou dois homens e duas mulheres e feriu 17 pessoas das quais 7 se encontram em perigo de vida. O atacante foi baleado. As investigações continuam.

O terrorismo muçulmano internacional está interessado em provocar e em causar reacções contra muçulmanos para melhor poder juntar as suas fileiras e atacar.

O estadita e antigo chanceler alemão Helmut Schmidt (SPD) escreveu em 2008 o seu livro Außerdienst (“Fora de serviço, O que eu queria dizer”), que se poderia designar de  testamento político (1).

Em relação ao islão ele escreveu: "Quem quiser aumentar o número de muçulmanos na Alemanha está preparado para aceitar uma crescente ameaça ao nosso país”.

Helmut Schmidt chama também à atenção: “Quando se trata de princípios políticos e morais ou da sua própria consciência, nunca se está fora de serviço".

O assassinato (decapitação) do professor Samuel Paty e o atentado (degolação)  na Catedral de Nice é inimaginável. Não cabe na cabeça de ninguém que pessoas humanas possam ser tão brutais por natureza. Apenas uma lavagem diabólica ao cérebro dos jovens produz tais fenómenos.

Penso que o problema não está nos muçulmanos mas na possibilidade de aplicação da violência contida e ditada nos escritos de Maomé no Corão.  Se antes da Egira (ida de Maomé de Meca para Medina, ano 622) se registam as suras de Maomé religioso (as suras pacíficas escritas em Meca), a parte do Corão escrito em Medina revela sobretudo o  Maomé geurreiro e estadista (Versículos do Corão escritos depois da Egira).

O Corão une a religiosidade à política, o âmbito da espiritualidade ao âmbito do poder político secular. Daí o seu ser de religião política que tanto satisfaz o bom crente religioso (a grande maioria inocente) como fundamenta o extremismo político que encontra justificação no Corão.

Por isso, deveria exigir-se dos representantes do Islão  que as suras (versículos) guerreiras do Corão fossem acompanhadas de notas explicativas e que as autoridades islâmicas permitissem a aplicação do método de análise histórico-crítica (Exegese/hermenêutica), tal como se aplica em relação à Bíblia (só assim se possibilitará a não interpretação e aplicação literal das suras.

Na Alemanha, exigiram que o livro "Meu Combate" de Hitler fosse acompanhado de notas explicativas. A Sociedade também deveria exigir notas explicativas nos Versículos xenófobos do Corão. Uma pedagogia para a paz, pressuporá uma doutrina pacífica.

Para se verificar isto será preciso estar atento à história da expansão islâmica e ler o Corão e os Ahadith (ditos e feitos do profeta), por que se orienta a jurisprudência (sharia) e o comportamento muçulmano. Uma discussão sem conhecimento destas bases fundamentais corre o perigo de tornar-se mera desconversa ou mesmo branqueamento dos factos.

À crise social ocidental provocada, em grande parte, por um globalismo descontrolado vem juntar-se o Covid-19 e acentuar-se o terrorismo islâmico. Muitos são levados a pensar que nos encontramos no fim do mundo! Não, agora chegamos à era, já não da luta entre países, mas entre civilizações. Daí a estratégia já não ser a luta por adquirir o terreno geográfico mas sim o âmbito abstracto global. Daí a doutrina ser cada vez mais abstracta e já meramente ideológica e consequentemente a democracia estar a passar de partidária para uma democracia de massas. Penso que uma grande desorientação dos partidos se situa precisamente neste facto. Por isso também a classe dominante teme imenso pessoas que pensem de forma independente. Daí a tendência indiscreta do controlo absoluto a implantar-se na moderna democracia de massas. Para este tipo de sociedade, a civilização árabe está mais que preparada, pela sua lógica interna e pela estratégia cada vez mais moderna que é a guerrilha.

Os muçulmanos poderão argumentar que cada cultura (ÁRABE, USA, CHINA, RÚSSIA, EUROPA, Etc.) procura afirmar-se com os meios que tem. Nesse sentido seria óbvio que todas as culturas se comprometessem no sentido da paz intercultural e no respeito dos povos e da pessoa humana.

O vírus da adversidade encontra-se escondido em cada ser e em cada ideologia. O combate ao anti-vírus está nas mãos de cada um e de cada cultura-ideologia-religião. É inconcebível que pessoas possam ser tão brutais por natureza. Apenas uma lavagem diabólica ao cérebro dos jovens produz tais fenómenos.

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6188

03
Nov20

UM MORRER QUE VENHA DESSA VIDA


Oliveira

Partilho o texto de oração de ontem do Cardeal J. Tolentino de Mendonça, enviado pelo Ir. Manuel Silva

(AJOliveira)

É tão estranho que entre a avalancha de saberes que acumulamos uma vida inteira não esteja este: aprender a morrer. A contemporaneidade fez da morte o seu tabu, o mais temido e ocultado, e deixa-nos impreparados para enfrentar a naturalidade com que a vida a abraça. A morte surge como uma interrupção, uma dor para viver às escondidas. Sobre a morte o homem contemporâneo não sabe o que pensar. A morte, porém, é uma expressão da vida. A mais enigmática e impenetrável, certamente. Mas é no interior da vida que temos de compreendê-la. Colhendo o seguinte: ao recolocar-nos dramaticamente perante o mistério que somos, a morte como que resgata a própria existência. É que podemos levar uma vida inteira sem pensar no que ela é: esta surge-nos como um dado óbvio, esventrado de qualquer interrogação. E não é assim. A vida não é só este tráfico de verbos, esta marcha emparedada e sonâmbula, este vogar entre deve e haver, esta contabilidade sem metafísica nenhuma. A vida não é só isto. E a morte amplia-a.

Vale a pena rezar os versos de Rainer Maria Rilke:

                 «Senhor, dá a cada um a sua própria morte.

                 Um morrer que venha dessa vida

                 que reparte por nós amor, sentido e aflição.

                 Porque nós somos apenas a casca e a folha

                 A grande morte, que cada um traz em si,

                 é o fruto à volta do qual tudo gira.»

Cardeal J. Tolentino de Mendonça

2.11.2020

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