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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

28
Ago20

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Uma nova sugestão de leitura


Oliveira

Rosario Castellanos

O imo desta poesia é toda a reflexão poético-filosófica em torno da condição humana: o corpo-ruína, a temporalidade e o desterro, todas as mortes que há dentro da vida… e da morte. Este imo comunica com outros lugares, também eles ligados entre si: o lugar do abandono, da solidão; o lugar da condição da mulher, do corpo e da sexualidade; e o lugar de Deus, da transcendência, da espiritualidade.

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(In: Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura)

27
Ago20

250° ANIVERSÁRIO DO GRANDE FILÓSOFO HEGEL


Oliveira

Grande dialética esta que inclui nela a contradição

Georg Wilhelm Friedrich Hegel nasceu a 27 de agosto de 1770, em Stuttgart e morreu em Berlim em 1831 (14.11).

Hegel é um filósofo universal; o seu modelo de filosofia assenta todo ele na razão. Para ele “Tudo o que é racional é real e tudo o que é real é racional. O verdadeiro é o todo”.

Hoje vivemos num modelo de pensamento do “ou… ou”, um pensamento pombaleiro (em prateleiras) que chega a confundir a prateleira com o armário, a parte com o todo.

Não chega formar as pessoas só no sentido de um pensamento devocional, no seguimento de heróis. Importante é sentir-se em processo, num processo inacabado de contínua procura da verdade; diria que as certezas seriam as pedras em que colocamos os pés do pensamento na caminhada em procura do sentido, da verdade/realidade. De Hegel aprendi que tudo é processo, o mesmo que reconheci na teologia e na espiritualidade cristã que floresce na inter-relação pessoal.

Tudo é procedimento com sentido, não se perdendo no caos nem no acaso. Na dialética procura-se expressar a coisa e o seu contrário ao mesmo tempo (inclui nela a contradição). Assim a realidade é a-perspectiva e, como tal, pode ser sempre observada de uma perspectiva (ponto de vista) diferente. A realidade encobre sempre outros aspectos a descobrir nela! Por isso ela terá tantos rostos como há de humanos racionais.

Segundo o seu biógrafo Sebastian Ostritsch em entrevista (HNA, 27.08) e no seu livro "Hegel: O Filósofo do Mundo “, Hegel encontra-se na fila de Platão, Aristóteles e Kant. "Ele é um filósofo mundial porque pensa o mundo como um todo, não deixando de fora nenhum aspecto da realidade"… “Hegel afirma sempre considerar a sua própria perspectiva limitada. Ele obriga-nos a reflectir sobre as nossas próprias limitações a fim de as ultrapassarmos.

Todo o pensamento sério procura o inteiro. O todo também contém o que falta e a parte que a nossa perspectiva não consegue ver também faz parte dele. O zeitgeist de hoje tem medo disto e perde-se em particularismos e em sentimentalismos!

Para Hegel o pensar é um tipo especial de movimento. “quem se envolve com um pensamento ou conceito no sentido de Hegel e o pensa consistentemente até ao fim, nota que o pensamento muda, torna-se outro pensamento. Os pensamentos são móveis, começam a fluir e formam um contexto fora de si mesmos. Esta é uma experiência incrível”.

Ainda a respeito da limitação Hegel dizia: “Quem quer algo de grande, deve saber limitar-se. Quem, pelo contrário, tudo quer, nada, em verdade, quer e nada consegue”.  E avisava: “A necessidade, a natureza e a história não são mais do que instrumentos da revelação do Espírito”. Daí o muito repetido ditado hegeliano:  "o medo do erro já é o próprio erro". 

A filosofia de Hegel pretende interpretar toda a realidade nas suas manifestações de forma sistemática e integral.

António da Cunha Duarte Justo

In Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6073

22
Ago20

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Uma nova sugestão de leitura


Oliveira

Rezar sozinho

A oração silenciosa pode ser vivida em grupo, mas a sua prática quotidiana é, a maior parte das vezes, solitária, exceto em certas comunidades. Aqueles e aquelas que reconhecem nessa maneira de rezar um caminho de oração conveniente para si, devem encontrar as condições práticas que lhes permitirão rezar todos os dias. Se essa forma de oração for praticável em condições muito variadas, em viagem ou em férias, visto não requerer nenhum material particular, é facilitada, contudo, por uma aplicação estável na vida quotidiana: um lugar, um horário, uma posição, um pequeno ritual pessoal que marque o início e o fim desse momento consagrado a Deus.

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21
Ago20

QUEM É JESUS e a Igreja


Oliveira

HOMILIA DO 21º DOMINGO DO TEMPO COMUM – Ano A

23 de Agosto de 2020

Irmãos, que vemos nestas leituras? Jesus e a Igreja. Uma meditação útil para nós.

  1. Jesus é o Messias

Evangelho

           Iniciamos a reflexão a partir do Evangelho. Encontramos Jesus ao Norte da Palestina, em Cesareia de Filipe, junto à nascente do rio Jordão. Jesus passou alguns meses a formar os seus discípulos. Um dia, em colóquio com eles, fez uma pergunta neste sentido: -“que pensam as pessoas acerca de mim?” A pergunta não foi uma sondagem de opinião, para medir a sua popularidade; foi uma pergunta existencial, pois da resposta depende tudo na nossa vida.

Algumas pessoas viam Jesus como um profeta; outras, como “o filho do carpinteiro”; Nicodemos chamou a Jesus: “Mestre, que vens da parte Deus”; a mulher cananeia chamou Jesus: “Filho de David”, e mostrou uma grande fé, pedindo: “dá-me das tuas migalhas".  

E Pedro, como viu Jesus? A sua resposta foi muito feliz: “Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo”. Irmãos, não vos parece que a pergunta de Jesus é talvez a mais importante do Evangelho? Ele perguntou: “Quem sou Eu para vós?” Qual a nossa resposta?

Muitas pessoas, na história da Igreja e hoje, são exemplo de fé, e sentem o que Pedro sentiu: Quem são essas pessoas? São: um pai ou mãe com o seu amor na família; um jovem com a sua fé em Jesus; um doente que une o próprio sofrimento ao de Jesus; um mártir, como hoje acontece; um profissional de saúde ou enfermeiro; um bombeiro; um voluntário, que se manifesta irmão, irmã. Estas pessoas respondem com a vida: “Jesus, Tu é o Messias, o Filho de Deus”. E Jesus disse: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10, 30-33); “Quem Me vê, vê Aquele que me enviou” (Jo 12, 44-46). Jesus, o Messias, o Filho Deus, abre-nos a porta para a vida eterna.

  1. A Igreja, para servir

Primeira leitura

Na primeira leitura, Isaías dirige-nos uma reflexão neste sentido: um administrador da casa real não foi correcto no seu posto; usou mal o seu poder. Disse-lhe o Senhor: “Vou expulsar-te do teu cargo”…

Qual o ensinamento desta leitura? Quem exerce o poder deve fazê-lo com solicitude, com amor, pensando no bem comum. As leituras de hoje levam-nos a pensar na Igreja, visto que Jesus deu a Pedro o poder das chaves: “O que ligares na terra ficará ligado no céu”. A Igreja tem o poder das chaves conferido a Pedro. Deve exercer a sua actividade para servir. A Igreja nasceu do coração de Cristo para ser luz e caminho, para servir e não para servir-se. E sabemos que nós somos Igreja.

  1. A Igreja com Jesus

         Segunda leitura 

São Paulo, na Carta aos Romanos, eleva um hino de louvor a Deus, dizendo: “D’Ele, por Ele e para Ele são todas as coisas”. Paulo sabe que Deus merece todo o nosso louvor. Diz-nos o Papa Francisco:  “Não é a mesma coisa ter conhecido Jesus ou não, não é a mesma coisa caminhar com Ele ou caminhar tacteando, não é a mesma coisa poder escutá-lo ou ignorar a sua palavra, não é a mesma coisa poder contemplá-lo, adorá-lo, descansar nele ou não o poder fazer… a vida com Jesus se torna muito mais plena…”[1].  

Uma pequena história: conta a mãe: “ O meu filho tem agora seis anos. Quando tinha cinco, pediu-me: - Ó mãe, “eu queria morrer, para ver Deus”. – “ Meu filho, não é preciso morrer para ver Deus. Nós podemos ver Deus nas coisas belas, nas flores, nas pessoas boas”. Mas o menino insistiu: - “Mãe, leve-me ao deserto” – “Para quê, meu filho?” - “Leve-me ao deserto, uma cobra pode-me picar, eu morro, para ver Deus”. E acrescenta a mãe, com a sua pedagogia: - “Filho, quando tu te sentes bem, com alegria dentro de ti, é como estar a ver Deus; não é preciso morrer”.   

É uma história infantil que nos diz: eu e Jesus, numa Aliança de amor e de Fé para sempre.

P. António Gonçalves (SDB)

[1] Evangelii Gaudium; A Alegria do Evangelho, n. 266)

21
Ago20

APROVEITAR AS OPORTUNIDADES DE AMAR!

Mensagem do Assistente Religioso da COPAEC, Ir. Manuel Silva


Oliveira

Cada ocasião que se nos oferece, é como um encontro com o que é eterno, o amor.

Será a única “bagagem” que deixam entrar no Paraíso. Para lá vamos. 

O tempo presente é precioso. É melhor não o desperdiçar (P.M.)

v  Não posso

chegar ao final da vida, quando já não puder voltar atrás, arrependido por não ter amado ou por ter amado demasiado pouco.

v  Não posso

deixar passar o tempo que me foge sem ter amado.

v  Não posso

faltar ao meu encontro com o momento presente, pois para amar só tenho o agora.

v  Não tenho tempo

para o egoísmo,

para o ódio,

a cobiça

ou a inveja,

porque todo o meu tempo está no compromisso com o amor. E desejo que dure por toda a vida.

Repito a cada instante uma frase de Teresa de Lisieux"Para te amar, meu Deus, só tenho o agora."

«Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas»

Os mandamentos são

amar a Deus

e amar o próximo

APROVEITAR AS OPORTUNIDADES DE AMAR

20
Ago20

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade


Oliveira

O dom de Fátima

Não faltarão especialistas a refletir sobre o fenómeno de Fátima desde a perspetiva da Teologia ou da História; eu prefiro concebê-lo poeticamente: para mim, Fátima é uma poética. Fátima é a orla do manto, um lugar onde os peregrinos procuram tocar… e acabam tocados. Como não dar graças por este dom?

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(Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura)

15
Ago20

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Uma sugestão de leitura


Oliveira

Sem interpretação, a Escritura é letra morta: «Um dos máximos biblistas» do século XX nasceu há 100 anos

O livro de homenagem realça a «relevância» do exegeta para uma «cristologia esponsal»: basta pensar na figura de Jesus nas bodas de Caná. Mas mais. A sua «compreensão da Escritura» no sulco de conceitos e categorias de pensamento a ele caros, como «metáfora esponsal» e «analogia nupcial», foi o seu contributo para explicar a fundo «a relação entre Deus e o seu povo» no Antigo e Novo Testamento.

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(Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura)

13
Ago20

Deus de todos para todos


Oliveira

HOMILIA DO 20º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO A

16 de Agosto de 2020

Irmãs e irmãos, desejo que se encontrem bem e que esta palavra nos ajude a conhecer “Deus de todos para todos”. Que significa isto? Que Deus não olha à raça nem à cor da pele… Que não faz diferença entre ricos e pobres… É de todos e para todos.

  1. Deus quer salvar todas as pessoas

Primeira leitura

A palavra de Isaías neste domingo leva-me a pensar nos refugiados, em barcos frágeis, na travessia do mediterrâneo, a serem salvos, porque são pessoas. Isaías recorda-nos o que diz o Senhor: Conduzirei os filhos dos estrangeiros ao meu santo monte”. Ou seja, Deus acolhe as pessoas do seu povo e acolhe todas as outras pessoas. Quer salvar a todos: pobres, ricos, santos, pecadores, povo de Deus, povo pagão, povo de outras religiões.… É Deus de todos e para todos. Disse Deus a Isaías: “A minha casa será chamada casa de oração para todos”

Mas ao dizer que Deus abre as portas a todos, não se trata de uma confusão onde se entra ao acaso. O profeta Isaías pede ao povo que guarde a aliança com o Senhor. Só então “Deus enche de alegria” os que entram no seu reino.   Entra-se no Reino pela Fé em Deus, Salvador.

Medito. Assim a Igreja deve ser Igreja de portas abertas, como pede o Papa Francisco.

  1. Deus tem um nome: Misericórdia

Segunda leitura

São Paulo compreendeu bem isto, e diz na Carta aos Romanos: Deus quer “usar de misericórdia para com todos”. Assim devemos ser nós. Diz assim o Papa Francisco: “Que a igreja não deixe de estar próxima das pessoas… Que procure sempre estar perto.

Medito:  O que identifica a Igreja é a proximidade” … é … sermos irmãos próximos”.[1]

  1. Deus pede a nossa fé

       Evangelho

Irmãos, olhando para o evangelho de São Mateus, vemos uma cena de grande interesse. Uma mulher cananeia, quer dizer, estrangeira, pagã, não do povo de Deus, a suplicar a Jesus que cure a filha dela. Parece que Jesus mostra desinteresse perante o pedido da cananeia. Mas o que Jesus quer mostrar é a grande fé dessa mulher, para indicar isso aos judeus: a fé em Jesus. De facto, a senhora faz três invocações ao Senhor:  1º Socorre-me; 2º Tem piedade de mim; 3º dá-me das tuas migalhas”. Uma mulher em público, de joelhos, chama por Jesus, e ouve de Jesus estas consoladoras palavras: “Mulher, é grande a tua fé”. E Mateus refere: “Nesse momento a filha dessa mulher ficou curada”. A fé em Jesus, caminho para Deus.

Recordo um caso de madre Teresa de Calcutá. Uma das suas comunidades, em Agra, na Índia, telefonou à fundadora: - “Madre, temos aqui crianças que morrem à fome. Precisamos de as recolher e alimentar”. E madre Teresa perguntou: “de quanto precisais?”. Responderam: “de 50 mil rupias”.

Daí a momentos, toca novamente o telefone, Madre Teresa atende e ouve estas palavras:  “é da redacção do jornal de Calcutá. O governo das filipinas confere-lhe o prémio Magsaysay”. Esse prémio era no valor de umas 50.000 rupias. Madre Teresa respondeu: “Bendito seja Deus”[2]. Irmãos, este é um sinal. Deus não procede assim a cada momento. Mas dá-nos sinais do seu amor, da sua resposta, do seu desejo de salvar todas as pessoas.

Medito:  Deus bate à nossa porta.

P. António Gonçalves, SDB

[1] Católica. Com – 22.01.2014

[2] Pe. Januário dos Santos, Madre Teresa, p. 99

12
Ago20

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Novas sugestões de leitura


Oliveira

As férias ensinam a olhar, perguntar, pensar

É preciso encontrar tempo para ficar a sós, no silêncio, e demorar-se nas perguntas que nos habitam. Se nunca fizermos este “trabalho”, arriscamo-nos a viver à superfície, sem estarmos conscientes, sem conseguir ler a nossa vida e a avaliá-la nas suas expetativas e nos seus fracassos. Os latinos diziam que cada ser humano amadurecido deve conseguir “habitare secum”, a habitar consigo, a escutar-se. É uma necessidade para agarrar a própria vida nas mãos com um mínimo de lucidez, e assim aprender a amar-se a si e aos outros com inteligência e criatividade.

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Igreja católica convida a rever Fellini, sem cortar as cenas dos desencontros

Federico Fellini é mestre neste jogo de desvelamento e reapropriação: o seu cinema está impregnado de recordações, raízes, pertença – “Os inúteis” (1953), “8 ½” (1963), “Amarcord” (1973) –, como também da necessidade de proteger a inocência interior e o sonho.» O olhar do realizador continua «atual, na leitura e interpretação do tempo», e «para além da receção nem sempre conciliante no quadro sociocultural ou religioso, Fellini demonstrou ser até “profético”».

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Santa Clara de Assis

O extremo sacrifício pessoal de Clara e Francisco para afirmar a pobreza de Cristo mostra o quão urgente era a necessidade de reforma para restaurar a autêntica missão evangélica da Igreja. Como profetas, concretizaram a obediência exibida por Ezequiel na primeira leitura de hoje (2,8-3,4), ao consumirem um manuscrito que declararam doce como o mel, e que, na realidade, confrontou a Igreja com as suas falhas e a necessidade de conversão.

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Dez igrejas quase desconhecidas em Portugal

que vale a pena descobrir [Imagens]

«Românicas, góticas ou barrocas. Locais de romaria ou humildes capelas. Igrejas-fortaleza ou ermitérios. Têm em comum a originalidade, o ambiente que as rodeia e o que nos ensinam sobre o nosso passado»: é com estas palavras que o jornalista Rui Cardoso abre, no “Expresso deste sábado”, o artigo “Dez igrejas (quase) desconhecidas”.

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Leitura: “Nunca é tarde para começar a viver”

«O governo devia ter feito esta lei: a todos, uma vez por ano, caberia o direito de se poderem sentar em almofadas macias, antegostar um bom jantar à base de ravioli e vinho tinto, escutar as conversas de pessoas queridas, e sentir, mesmo que só por um breve lapso de tempo, que é importante para alguém.»

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(Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura)

09
Ago20

Cultura e Pastoral da Cultura - Actualidade

Novas sugestões de leitura


Oliveira

Leilão desportivo organizado pelo Vaticano rendeu 95 mil euros

De Cristiano Ronaldo ao rapazinho com deficiência que tem vergonha em sair de casa, a mesma dignidade, a mesma certeza de que nesta corrida ninguém fica para trás: esta quinta-feira foi cortada a meta da iniciativa “We run together”, promovida pelo Vaticano, através da sua equipa oficial de atletismo. Vencedores? Todos os que participaram no leilão solidário, mais de 150 atletas e equipas, alguns famosíssimos a nível mundial, de várias disciplinas desportivas, inclusive de modalidades paralímpicas, provenientes de diversos pontos do globo. Tudo ao “estilo papa Francisco”: nenhuma agência foi contratada para fazer publicidade, só o passa-palavra.

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“À mesa com S. Domingos”: Ordem dos Pregadores prepara oitavo centenário da morte do fundador

«Gosto de imaginar o nosso pai Domingos não como um santo sentado iconograficamente sobre um pedestal, mas como um homem que vive com alegria à mesa a comunhão com os seus irmãos, reunidos pela mesma vocação de pregar a Palavra de Deus.» No dia, 8 de agosto, em que os frades pregadores, com toda a Igreja, celebram a memória litúrgica do seu fundador, e se inicia, simbolicamente, o Jubileu dos 800 anos da morte de S. Domingos, entrevista ao primeiro mestre da Ordem dos Pregadores proveniente da Ásia, o teólogo filipino Gerard Francisco Timoner III.

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Poema do cardeal Tolentino vai ser lido aos pés do Cristo Redentor por Tony Ramos

O poema, lido pelo ator brasileiro Tony Ramos, conhecido do público português pela participação em inúmeras telenovelas, será apresentado no contexto das Eucaristias em ação de graças pelo Dia dos Pais, que no Brasil se assinala a 9 de agosto, revela a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. «O Cristo Redentor, mais uma vez, abre os braços ao mundo para lembrar todas as vítimas e famílias que perderam os seus entes queridos em decorrência da pandemia», declarou o arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal D. Orani João Tempesta.

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Cometa Neowise despede-se até daqui

a 6683 anos; até lá, atentos ao próximo

Nos próximos dias diremos adeus (pelo menos para os próximos 6683 anos) ao cometa Neowise. O seu aparecimento, além de ser o acontecimento astronómico talvez mais significativo de 2020, trouxe a astronomia literalmente ao alcance dos olhos de todos nós, cada vez menos habituados a olhar para o céu. Se muitíssimos acontecimentos astronómicos, com as fases lunares, os alinhamentos planetários ou os eclipses, são facilmente previsíveis, inclusive com séculos de antecipação, os cometas têm a estranha capacidade de assumir um papel de protagonistas absolutos dos céus, depois de passarem anos e séculos como obscuros e desconhecidos viajantes na escuridão, literalmente invisíveis.

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(Secretariado Nacional da Pastotal da Cultura)

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