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CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

Espaço aberto a comunicações de antigos alunos do ensino católico em Portugal.

CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ANTIGOS/AS ALUNOS/AS DO ENSINO CATÓLICO

30
Jun20

Para já, o ano letivo encerrou. A nossa gente nova está de férias…

Um pouco de descontração, não fará mal… quem não se recordará do que passou?


Oliveira

Antigamente na escola...

havia os... ‘burros’... ‘gordos’... ‘caixa de óculos’... ‘sem sal’... ‘pretos’... ‘chineses’... ‘indianos’... ‘artolas’... ‘maricas’... etc.
Os ‘burros’ chumbavam!
Não se tornavam doutores como hoje em dia.
Mas a fasquia era definida pelo marrão da turma!
Não era nivelada por baixo como agora.
Somos todos iguais... diz-se!!!
Antes não parecia que fossemos!
Mas o ‘gordo’ também tinha notas brutais e ninguém sabia como!
Talvez porque não jogasse à bola!
O ‘caixa de óculos’ tinha um sentido de humor inigualável mas não fazia corridas pois tinha medo de cair!
O ‘preto’ jogava à bola como ninguém e fazia umas fintas inimagináveis!
Tinha um físico fora do comum!
O ‘chinês’ tinha vindo de outra escola, sabia à brava inglês, e tinha histórias que não lembravam a ninguém.
Cada um tinha um «defeito», até uma alcunha!
Mas tinha ou lutava por ter também outras qualidades.
Hoje não.
Dizem que somos todos iguais.
Agora, tudo ou é bullying... ou racismo... ou xenofobia... ou opressão... ou assédio... ou violência!
Antigamente, quando se era mesmo racista, levava-se um "chapadão" na tromba e aprendia-se logo que o ‘preto’ era como nós!
Apenas tinha cor diferente.
E não era bullying!... Era ‘aprendizagem on job'.
Aprender assim era duro pois dói e não se esquece mais.
E às vezes em casa com os pais também se ‘aprendia’.
O menino ou menina ‘sem sal’ passava despercebido(a) e sentia-se sozinho(a).
Ter uma alcunha diferente era fixe.
A diferença era vista com bons olhos.
E aprendia-se uma coisa importante:
- rirmos de nós próprios.
E não "chorarmos" porque alguém nos chamou isto ou aquilo.
Assumia-se a gordura... o ‘esquelético’... a ‘caixa de óculos’... e tudo o mais que viesse.
Mas quando não se estava bem, quando não se gostava da alcunha, fazia-se uma coisa importante:
- mudava-se, lutava-se por acabar com ela.
Não se culpava os outros nem a sociedade.
Não se faziam ‘queixinhas’!
E falhava-se... Muitas vezes!
Mas cada vez que se falhava ficava-se mais forte.
E sabíamos que era assim. Que havia uns que conseguiam, outros ficavam para trás, que havia quem vencia e quem falhava.
Agora não.
Todos somos iguais, há mesmo a chamada igualdade de género!
Todos somos bons... todos merecemos... todos temos as mesmas oportunidades... todos devemos até ganhar o mesmo... todos somos vítimas... todos somos oprimidos... e todos somos parvos... porque aceitamos este ambiente do ‘politicamente correcto’ sem dizer nada… e até devemos dizer que somos ‘normais’.
Segundo o novo paradigma social, devem ter muito cuidado comigo, porque:
- Sou velho ou quase... tenho mais de 50 anos... e quando chegar à reforma, se chegar a tê-la, o que vai fazer de mim um tolo... improdutivo... que gasta estupidamente os recursos do Estado;
- Nasci branco, o que me torna racista;
- Não voto na esquerda radical, o que me torna fascista;
- Sou hetero, o que me torna um homofóbico;
- Possuo casa própria, o que me torna um proprietário rico (ou talvez mesmo um latifundiário);
- Gosto de cordeiro de leite... o que me torna um abusador de animais;
- Sou cristão e, embora não praticante, sou um infiel aos olhos de milhões de muçulmanos;
- Não concordo com tudo o que o Governo faz, o que me torna um reaccionário;
- Gosto de ver mulheres bonitas bem vestidas (ou despidas), ou super decotadas, o que me torna um tipo capaz de assediar;
- Valorizo a minha identidade portuguesa e a minha cultura europeia e ocidental, o que me torna um xenófobo;
- Gostaria de viver em segurança e ver os infractores na prisão, o que me torna um desrespeitador dos direitos "fundamentais" protegidos;
- Conduzo um carro a diesel, o que me torna um poluidor, contribuindo para o aumento de CO2;
Apesar de estes defeitos todos, acho que ainda sou feliz… era mais antes da pandemia… mas mesmo assim... considero-me um ‘gajo normal’!!

(texto enviado por um amigo)

27
Jun20

Apesar de não haver RAÇAS HUMANAS

há e haverá RACISMO


Oliveira

Visão muito correcta e pertinente de um jornalista Antigo Aluno Salesiano

Racismo-discriminação-exploração andam de mãos dadas

António Justo

A divisão dos humanos em raças é refutada pela genética moderna, como declaram zoólogos, investigadores da evolução e geneticistas na Declaração de Jena de 2019 (1). Aí se constata: “O conceito de raça é o resultado do racismo e não a sua condição prévia”. De facto, "não há raças humanas… Nos seres humanos em particular, as maiores diferenças genéticas são encontradas dentro de uma população e não entre populações” … "A cor clara da pele das pessoas no norte da Europa tem menos de 5000 anos “.

Ernst Haeckel ("o Darwin alemão"), fundador da investigação da história tribal contribuiu fatalmente para o “racismo científico” do darwinismo social, através do seu arranjo alegadamente científico de "raças" humanas numa "árvore genealógica".

Implementou-se uma ideologia que fazia uma leitura da sociedade organizada em grupos de pessoas biologicamente superiores e inferiores. 

A aplicação do termo raça aos humanos é enganadora. Isto não significa que não possa haver diferenciação genética ao longo de uma zona geográfica, mas a avaliação taxonómica desta diferenciação (como raça ou subespécie) é arbitrária.

No caso dos macacos, dada a sua diversidade de espécies e características distintivas, aí sim, seria apropriado falar-se de raças.

Quanto aos humanos, não é este o caso porque existe apenas um tipo de humano que povoa a terra desde há muitos milhares de anos.

A Universidade Friedrich Schiller descobriu que dos 3,2 mil milhões de pares de base do genoma humano, não se encontrou um único par que constitua uma diferença racial. Assim, o conceito de raça, em ligação com a espécie humana, não deveria continuar a ser utilizado futuramente na linguagem exata ou científica.

Racismo, discriminação, exploração e preconceito andam de mãos dadas.

A hierarquização de grupos ou pessoas é um fenómeno que se observa de maneira mais ou menos explícita em cada pessoa. A Declaração de Jena conclui que "a simples eliminação da palavra 'raça' da nossa língua não impedirá a intolerância e o racismo".

O Racismo não é um específico de uma cultura ou civilização. É um vício comum ao humano a ser sanado com o esforço de todos.

Socialmente, racismo continuará a ser a discriminação de indivíduos ou grupos por causa de sua etnia ou cor.

António da Cunha Duarte Justo

MOTIM EM ESTUGARDA

Nem a Alemanha se encontra a caminho do caos nem o acontecido pertence à teoria da conspiração!

O motim começou, de sábado para domingo (20/21.06), com um controle de drogas, e talvez por solidariedade, viram-se 500 pessoas envolvidas nele!

Houve lutas nas ruas, janelas partidas e lojas saqueadas. 280 polícias estiveram de serviço; 19 deles ficaram feridos e 24 pessoas foram temporariamente presas; doze destas são alemãs, tendo três delas um passado de imigrantes. A outra metade era da Bósnia, Portugal, Irão, Iraque, Croácia, Somália, Afeganistão.

Durante os fortes tumultos em Stuttgart, alguns desordeiros gritaram "Allahu Akbar" (Alá é grande).

“O que o homem antes semeia, é o que depois colherá!”

António Justo

TEMPO CORONA ENTRE MEDO E DESCUIDO

É verdade! Falta-nos o dia-a-dia!

Entre o medo e a imprudência fica o meio-termo.

Os romanos perceberam que "tornar-se sábio é aprender a morrer".

Uma atitude aberta e a perspectiva religiosa podem tirar o medo e alargar o ponto de vista. Por sua vez, o panorama do infinito possibilita futuro.

António Justo

25
Jun20

Pastoral da Cultura


Oliveira

Transcrevemos do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, com a devida vénia, para os nossos leitores:

Uma leitura bíblico-espiritual da pandemia: Pistas para acompanhar anúncio, testemunho e catequese

«As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo; e não há realidade alguma verdadeiramente humana que não encontre eco no seu coração» (“Gaudium et spes, 1). Assim nos ensinou o Concílio. E é com este espírito, com abertura de coração, que queremos deixar-nos interrogar pelas consequências que marcam o nosso país – e não só – no seguimento da pandemia do Coronavírus. Dirigindo-nos idealmente quer aos crentes quer aos não crentes, como pastores queremos propor uma “leitura espiritual e bíblica” desta experiência, que nos diz respeito a todos em primeiro lugar como pessoas humanas.

Saiba mais

Leitura: “Que coisa é o homem? Um itinerário de antropologia bíblica” (Pontifícia Comissão Bíblica, it.)

À biblioteca de explicações que procuram delinear o rosto e a colocação do género humano na história, acrescenta-se agora, surpreendentemente, não um dos muitos documentos vaticanos, como estamos habituados a esperar. Eis, antes, que uma instituição oficial, como a Pontifícia Comissão Bíblica propõe um verdadeiro ensaio comparado, uma espécie de manual de referência. Ele procura como primeira interlocutora a academia teológica, mas, considerando o tema e o corte muito límpido e original do texto, poderia sem hesitação chegar às estantes das bibliotecas “laicas”, porque, como muitas vezes se repete, a Bíblia é sempre o «grande códice», ou o «léxico fundamental», ou o «alfabeto artístico a cores», ou a «estrela polar ética» da nossa cultura ocidental.

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Quem dá com o coração, enriquece a vida

Jesus nunca ilude, quer respostas meditadas, amadurecidas e livres. Não ensina nem o desamor, nem uma nova hierarquia de emoções. Não subtrai amores ao coração esfomeado do ser humano, em vez disso acrescenta um “mais”, não limitação, mas potenciamento. Alimenta-nos de desconfinamentos. Como se dissesse: tu sabes quanto é belo dar e receber amor, quanto contam os afetos dos teus queridos para poderes estar bem – mas Eu posso oferecer-se algo de ainda mais belo.

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Que dizem os homens da Eucaristia? E vós, que dizeis?

O que nos faltou – e para muitos continua a faltar – é um rito? Um rito belíssimo, profundo, pleno de significados simbólicos, rico de valor identitário? É disto que se trata? Creio que responder a esta pergunta é importante, porque a questão põe à luz o quão profunda e espalhada é hoje a incompreensão sobre o significado verdadeiro da fé. Nós temos de responder: não, não se trata só de um rito, nem da simples memória de um acontecimento antigo, porque no Sacramento exprimimos a certeza de encontrar Alguém.

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Cardeal-patriarca junta-se a presidente da República e primeiro-ministro em homenagem a Gonçalo Ribeiro Teles

«O decano da arquitetura paisagística em Portugal», Gonçalo Ribeiro Teles, vai ser homenageado pela Câmara Municipal de Lisboa nesta sexta-feira, 26 de junho, em evento que contará com a presença do cardeal-patriarca, D. Manuel Clemente. A sessão, para a qual está anunciada a presença do presidente da República e do primeiro-ministro, coincidirá com a inauguração da exposição “O Mester da Paisagem”, patente na igreja de S. José dos Carpinteiros e na Casa dos 24, que pertencem à Irmandade de São José dos Carpinteiros.

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25
Jun20

Acolher os irmãos e seguir a Cristo


Oliveira

HOMILIA

13.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 28 DE JUNHO DE 2020

     Irmãs e irmãos, diz-nos Jesus: “Quem vos receber, a mim recebe, … e recebe Aquele que me enviou». Compreendemos o valor da hospitalidade, contido nestas palavras? Jesus disse também que o caminho do discípulo é seguir o Mestre, tomando a própria cruz. Podemos meditar estas duas palavras?

  1. Acolher a pessoa agrada a Deus

Primeira leitura

    Temos na primeira leitura uma história edificante. Uma senhora, Sunamita, assim chamada por ser da cidade de Sunam, era rica, bondosa, importante. Prestou acolhimento ao profeta Eliseu. Disse ao seu marido: “este homem, que passa pela nossa casa, é um homem de Deus”. Então, a senhora, de acordo com o marido, preparou um aposento para o profeta repousar, quando passasse ali a caminho do monte Carmelo.

     Recebendo bem o homem de Deus a senhora exerceu a hospitalidade, uma das virtudes mais humanas e de grande tradição na antiguidade. Deus recompensou esta senhora com a graça de ela ter um filho.

  1. Acolher a pessoa é acolher Jesus    

         Evangelho

     Que nos diz Jesus, sobre o acolhimento ou hospitalidade? A Palavra de Jesus foi esta: “Quem vos recebe, a mim recebe”. Jesus falava para os seus discípulos, e cada um de nós é discípulo de Jesus.

    Graças a Deus temos bons testemunhos de gente acolhedora: os voluntários, em situações de tragédia, com as suas doações; os voluntários do banco alimentar; os artistas apresentando espectáculos, em ordem à beneficência; jovens, nas férias, em terras de missão; e no momento presente, os voluntários no combate à pandemia, com o seu grande exemplo de sacrifício. O acolhimento é uma forma excelente de exercer a caridade para com o próximo, caridade para com Jesus, caminho de santidade.

     Conhecemos como o Papa Francisco mostra interesse pelos que mais precisam. A sua primeira viagem fora do Vaticano depois de eleito Papa foi deslocar-se à lha Lampedusa, no Mediterrâneo, a sul de Itália, onde desembarcaram milhares de emigrantes e refugiados. Foi lá também para rezar pelos que tinham morrido no mar Mediterrâneo. Pensemos em despertar no coração a virtude do acolhimento.

     Outro valor supremo do cristianismo está em seguir a Cristo. Este capítulo X de São Mateus coloca isso diante dos nossos olhos e do nosso coração: “Quem não toma a sua cruz, para me seguir, não é digno de mim”. Jesus não menospreza o amor à família, mas diz que acima de tudo está o seguimento do Senhor. Quem segue bem o Senhor contribui para uma santa família.

  1. Acolher a pessoa é a vida nova do Baptismo

  Segunda leitura

  Imaginemos que alguém nos pergunta: Qual é o valor do nosso Baptismo? Então, podemos ouvir São Paulo na Carta aos Romanos, que hoje lemos: ele considera Baptismo como fonte de vida nova. A síntese da página de hoje é esta: “Sepultados com Cristo pelo Baptismo, vivamos uma vida nova”. Então, seguindo a reflexão que estamos a fazer sobre o acolhimento, sobre o receber as pessoas, podemos dizer: isso faz parte da vida nova que rebemos no Baptismo. Essa é uma forma de seguir Cristo.

Recordo uma história que é talvez parábola: um rei caminhava no seu cavalo e deixava cair moedas de ouro, que os seguidores dele iam apanhando, ficando para trás. Mas a dado momento, o rei viu que só um soldado o seguia, e perguntou-lhe: “não ficaste a apanhar as moedas?” Ao que ele respondeu: “Eu estou  sempre contigo, meu chefe”. Esta história pode ser apenas uma parábola, mas ajuda a descobrir o seguimento de Cristo. 

     E onde encontramos força? Paulo diz-nos: pelo baptismo, nós ficamos unidos a Cristo. “Cristo já não pode morrer…Assim também vós, … considerai-vos vivos para Deus, em Cristo Jesus”. Concluímos: É bom acolher as pessoas e seguir a Cristo. Que a nossa Eucaristia nos conforte e fortaleça neste caminho de Jesus.

P. A. Gonçalves (SDB)

24
Jun20

Antigos Alunos Salesianos em festa

Um DIA 24 muito especial


Oliveira

Há 150 anos que se organizou a associação dos ex-alunos do Oratório de Valdocco – Turim e hoje está presente em mais de 100 países.

Poderá ler aqui mais informação.

150 anos de uma Associação organizada

Condicionados pelo estado de calamidade, o que devia ser um congresso a nível europeu, o EUROBOSCO, em Turim, casa mãe dos Salesianos, confinou-se a cada país celebrar de portas fechadas a efeméride conforme as possibilidades.

Os Antigos Alunos de Portugal resolveram e festejaram o DIA MUNDIAL com muita elevação recorrendo aos meios que as novas tecnologias da comunicação permitem:

Um vídeo-encontro – testemunho de GRATIDÃO

Ouviram-se mensagens do Delegado do Superior Geral, um salesiano Vietnamita, e do Presidente da Confederação Mundial, um Eslovaco. Presentes, em vídeo, o Provincial dos Salesianos e o Delegado para a Família Salesiana bem como alguns sacerdotes ligados ao Movimento dos Antigos Alunos. Moderou o encontro o presidente da Federação Nacional. Entre os participantes destacam-se AAS de Cabo Verde, da Madeira, do Porto, de Arouca, Mogofores, Lisboa, Manique, Estoril, Évora, etc.  

Foi uma autêntica HOMENAGEM ao Fundador, Padre João Bosco, neste dia 24 - S. João, que era o seu onomástico, celebrado pela primeira vez pelo grupo de AA de Valdocco. O sentimento de gratidão moveu o primeiro grupo de Turim. Com o mesmo sentimento, expresso pelos participantes de hoje, AGRACECEU-SE o benefício-privilégio da educação recebida na casa/escola dos filhos de D. Bosco.

E formularam-se propostas; estabeleceu-se uma plataforma de solidariedade missionária, tendo como objectivo um ORATÓRIO FESTIVO no Mindelo, Cabo Verde. Não se ficou por palavras. Também se rezou e até se cantou, como a tradição manda!

Hoje comemorou-se o DIA MUNDIAL dos Antigos Alunos Salesianos. Espera-se que em Setembro se possa realizar o convénio DIA NACIONAL.

A G Pires

Da ANS – AGÊNCIA DE NOTÍCIAS SALESIANA

Caros Amigos

(ANS - Roma) - HOJE, 24 de junho de 2020, faz exatamente 150 anos que Carlo Gastini, juntamente com outros jovens do Oratório de Valdocco, entregou algumas xícaras de café a Dom Bosco como sinal de agradecimento pela educação recebida e na festa de São João Batista (dia onomástico de Dom Bosco). O solene aniversário é tanto uma ocasião para profunda reflexão sobre o sentido da missão do Ex-aluno de Dom Bosco na Família Salesiana, na Igreja e na Sociedade de hoje, como uma oportunidade para lançar numerosas iniciativas.

Há alguns dias o Presidente da Confederação Mundial dos Ex-Alunos de Dom Bosco, Sr. Michal Hort, compartilhou:  «Tenho me perguntado muitas vezes em como os Ex-Alunos estejam participando da Família Salesiana. Quando éramos alunos e residentes das obras salesianas, também éramos aqueles que estavam sendo formados e educados. Desde que deixamos esses ambientes e nos tornamos Ex-Alunos, somos os que temos de buscar formas de continuar perto de Dom Bosco e de contribuir, em nossa vida, para que este "círculo" da Família Salesiana continue a crescer.

Creio que seja de grande importância para os Ex-Alunos desenvolver o seu profissionalismo e competências, e dar testemunho do nosso lema na vida de todos os dias e na nossa Sociedade, mesmo nas pequenas ocasiões, lema que é também o da Estreia: "Ser bons cristãos e honestos cidadãos". Estou convencido de que é nossa vocação combater a injustiça, a superficialidade, a indiferença. As nossas profissões permitem-nos estar presente em vários níveis da vida pública e pessoal, para testemunhar a importância e o significado de sermos Filhos de Dom Bosco...

Queridos Membros da Família Salesiana, sentimos que são parte importante de nossas vidas, como tutores, professores, educadores, mentores e guias espirituais... Lembrem-se por favor destas palavras: precisamos de todos, do seu coração, das suas orações, do seu exemplo, da sua companhia. A nós contemporaneamente cabe-nos a oferta das nossas competências e talentos profissionais com que dar apoio ao seu serviço aliado ao nosso. Utilizem-se, pois, lhes pedimos, desta nossa oferta: ajudar-nos-á a viver melhor a nossa vocação e missão de Ex-alunos. Todos nos necessitamos mutuamente.»

Em razão deste aniversário solene, a Confederação também programou uma série de iniciativas especiais:

- um livro e uma estátua dedicados a Carlos Gastini;

- um livro sobre Alberto Marvelli, Ex-aluno de Dom Bosco e Beato;

- uma publicação sobre 150 figuras relevantes dentre os Ex-Alunos;

- uma publicação sobre 150 projetos e iniciativas dos Ex-Alunos que merecem ser reconhecidos para inspirar outros;

- as xícaras do 150º Aniversário: 150 embalagens especiais e exclusivas, acompanhadas por uma embalagem de café do projeto "DI BOSCo - caffé di Exallievi", cuja venda apoiará projetos educativos e sociais dos Ex-Alunos na América, África e Ásia. Para ulteriores informações, escrever, por favor, a < tazzine150@exallievi.org >

Termina o Sr. Hort: "Para os Ex-Alunos é uma bênção viver este momento especial e ver como os sonhos de Dom Bosco se estejam realizando".

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20
Jun20

“Não temais, Eu estou convosco”


Oliveira

DOMINGO, 21 de JUNHO 12º DOMINGO DO TEMPO COMUM

     Irmãs e irmãos, conhecemos pessoas que sofreram perseguição por causa da fé, por exemplo, o bispo Óscar Romero, assassinado enquanto celebrava a missa, em 24 de março de 1980; ou João Paulo II, que sofreu tentativa de assassinato em 13 de maio de 1981; ou em nossos dias, refugiados por serem perseguidos. As leituras deste domingo permitem-nos fazer uma meditação.

  1. Não temais: Deus é a nossa força

    Primeira leitura

     Olhamos para a primeira leitura, e vemos o testemunho de Jeremias: o profeta experimenta a perseguição, o isolamento, o abandono… Profeta da solidão por anunciar a Palavra de Deus. Até os próprios amigos lhe viram as costas. O profeta sofre, e ouve o que lhe dizem: “terror por toda a parte… Vamos denunciá-lo”.

     Mas Jeremias não sucumbe. Ele sente confiança, e diz: “O Senhor está comigo, a meu lado como herói valoroso”. O profeta reconhece que Deus não falha; Deus está com ele.

     Irmãos, saúdo-vos novamente, com desejo de que esta palavra nos ajude a ter coragem nas dificuldades que surgem; e por vezes, na defesa da nossa fé. Com Deus, temos força para ultrapassar barreiras, transformar ofensas em perdão, sorrir quando nos maltratam. E sobretudo, coragem em defesa da Fé.

     Recordo uma informação acerca dos cristãos do Iraque em 2017: li que no dia 14 de junho desse ano 2017  “o núncio apostólico no Iraque, dom Alberto Ortega, testemunhou …, durante uma conferência na cidade espanhola de Valência, que “a perseguição e o martírio uniram muito os cristãos no Iraque (…) Não conhecemos nem sequer um só caso de cristão que tenha sucumbido às ameaças do Estado Islâmico para se converter ao islamismo. O grupo terrorista dava três possibilidades aos cristãos… no Iraque: converterem-se ao islão, ou pagar um imposto ou ser expulsos. A maioria foi embora, perdendo tudo”, mas conservando a fé.

      Irmãos, nós temos liberdade religiosa, motivo de agradecimento a Deus. Mas podemos sentir dificuldades e sofrimentos. Dizemos como Jeremias: “O Senhor está comigo, a meu lado”.  O Senhor está de modo particular com os que sofrem.

  1. Não temais: anunciai Cristo

Evangelho

    Olhemos para a página do evangelho. Vemos uma situação em que Jesus fala aos seus discípulos daqueles que podem matar o corpo, mas não a alma. E diz: “Não temais”. Jesus aconselha três vezes: “Não temais”, ou: “não tenhais medo”. E acrescenta: Deus cuida dos passarinhos, e vós valeis mais do que todos os passarinhos. Jesus apela à confiança. Jesus diz-nos que está connosco na adversidade: alguma vez para nos livrar dela, outra vez para nos dar força em aceitá-la.

    Esta página do evangelho mostra-nos Jesus que chama e envia os seus discípulos. Faz o “discurso da missão”. E promete muito: “Aquele que se tiver declarado por mim diante dos homens, também Eu me hei de declarar por ele diante de meu Pai que está nos céus”.

  1. Não temais: Cristo é Vida

Segunda leitura

     Nós somos a humanidade nova. A Palavra de Cristo liberta do pecado, da escravidão, da morte. Diz Paulo na Carta aos Romanos: “A graça de Deus … na graça de Jesus Cristo se concedeu em abundância a todos os homens”.  Ora nós participamos do triunfo pascal de Jesus. A nossa melhor atitude é a confiança em Jesus, a nossa união com Ele, com Jesus somos nova criatura. Com Cristo vivemos o amor, que vence sempre.

  As crianças Lúcia, Jacinta e Francisco estiveram na prisão pública de Vila Nova de Ourém em 1917, durante longas horas sob ameaça de morte. E não tiveram medo[1]. Irmãos, o Senhor está connosco: “Não temais”. Lembraremos isto, quando é preciso defender a nossa fé. Lembremos sempre: Deus é amor.

P. António G. (SDB)

[1] P. João de Marchi, Era uma Senhora mais brilhante do que o sol, 15 edição de 1966,  p. 109 e ss,

18
Jun20

ENTREGA DA IPR #SIMAVIDA (5ª, 18-JUN, 12H30)+OUTRAS NOTÍCIAS


Oliveira

Partilho mais uma carta do Dr. António Pinheiro Torres que nos fornece informação importante sobre esta "guerra" que todos os cidadãos conscientes estão a travar contra a eutanásia/morte que nos querem impor.

A. Oliveira

Caros amigos,

Muita coisa tem acontecido e aqui vai uma resenha breve: no dia 18 de Junho pelas 12h30 entregaremos a nossa Iniciativa Popular de Referendo ao presidente da Assembleia da República e ao presidente da Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias; na segunda-feira foi conhecida a notícia de que Professores de Direito Público dizem que projetos de lei sobre eutanásia violam Constituição e continuam a sair artigos: Na esteira da cloaca moral da Europa (José Ribeiro e Castro), A pandemia e a eutanásia da consciência (José Luis Ramos Pinheiro), Eutanásia é uma derrota civilizacional para todos nós. Também para o PR (Vasco Mina), Eutanásia, uma obsessão par(a)lamentar (Maria Susana Mexia), Desconfinados e desmascarados. 2 – DN (Anselmo Borges) e COVID-19 Eutanásia-20 (Isilda Pegado).

No contexto da Assembleia plenária dos Bispos Portugueses atente-se em: Patriarca diz que o aborto e a eutanásia são prioridades da Conferência EpiscopalCovid-19: Defesa da vida e luta contra as desigualdades nas prioridades do novo presidente da CEP (c/vídeo), e Reflexão dos bispos portugueses sobre a pandemia. “Legalização da eutanásia contradiz lição da redescoberta do valor da vida humana”.

Um abraço muito confortado e determinado do

António Pinheiro Torres

18
Jun20

PELA EUTANÁSIA? NÃO E NUNCA!

SIM E SEMPRE PELA VIDA!


Oliveira

Andamos atordoados pelo COVID-19. A toda a hora e momento, não há outro tema com interesse para os media. Não é bem assim. Nas nossas costas os “eutanasiastas” estão-se a preparar para legislar, logo que eles achem oportuno, no sentido de tornar legal a Eutanásia. Que não pensem, os “donos disto tudo”, os defensores do pensamento único, que do lado da DEFESA DO DIREITO À VIDA se está a dormir e com o sentimento de derrota. Não! Mesmo que venhamos a perder esta batalha, a “guerra” a favor da vida não termina e, podem crer, que vamos continuar a defender e a cuidar da vida humana, sobretudo dos mais frágeis que “eles” querem descartar.

Assim, e para ajudar os cidadãos a quem lhes tem sido sonegada informação verdadeira ou a quem lhes é dada a informação distorcida, deixo, para ajudar a “ver mais claro” o que nunca nos deveríamos esquecer quando falamos de EUTANÁSIA:

Onze pontos de reflexão:

  1. A Eutanásia MATA! É um homicídio ou suicídio, de acordo com o que vier a ser legislado.
  2. A Eutanásia praticada é um acto IRREVERSÍVEL!
  3. A Eutanásia não soluciona o sofrimento mas MATA o sofredor. É um fracasso para a dedicina que desiste da Vida. Para evitar o sofrimento e a dor existem os CUIDADOS PALIATIVOS em que os políticos NÃO QUEREM INVESTIR! Estes preferem matar a cuidar.
  4. A Eutanásia é a vitória do EGOÌSMO e não da LIBERDADE!
  5. A Eutanásia é o reconhecimento de uma CULTURA DA MORTE e da CIVILIZAÇÃO DO DESCARTE!
  6. A Eutanásia é o sinal do DESAMOR para com os frágeis e sofredores. NUNCA uma vitória do AMOR! O AMOR cuida. O AMOR acarinha. O AMOR protege e defende!
  7. A Eutanásia abre as portas à eliminação, mesmo contra a vontade do próprio, daquele que não encontra uma mão amiga e um coração aberto e acolhedor.
  8. A Eutanásia DESLIZA SEMPRE para todo o tipo de abuso e de ditadura sobre os fragilizados daqueles que deveriam ser cuidadores e não são senão os “assassinos”, ainda que legais, dos desamparados ou mal-amados da família. (No meu próximo artigo irei escrever sobre um caso concreto de confirmação do que acabo de referir).
  9. A Eutanásia legal é uma forma de discriminar os pobres e desprotegidos. Ah! e dos velhos contra quem se esta a levantar uma onda de indiferença activa para os eliminar (não fora chamados já de “peste grisalha”?). não é o que se está a passar em muitos países, ditos civilizados, com esta terrível crise pestífera do COVID-19?
  10. A Eutanásia é o novo sinónimo da indiferença da sociedade e dos políticos que a propõem, em particular, pelos doentes e abandonados da sociedade.
  11. A Eutanásia é a prova do colapso desta civilização que deu tantos e tantos homens e mulheres dedicados, até terem, muitos, dado a sua vida para salvar os desamparados da vida. Homens e mulheres que trataram e cuidaram com as suas mãos e o seu coração dos leprosos, dos tuberculosos e dos outros doentes de diferentes doenças contagiosas, desfigurantes e altamente perigosas. A atenção destes homens e mulheres, e nem todos crentes, deram a sua vida para CUIDAR dos grandes sofredores, do físico e/ou dos sofredores psíquicos. Lembro S. João de Deus, o Padre Damião, Teresa de Calcutá ou de Jean-Henri Dunant (fundador da Cruz Vermelha) que ao sofrimento atroz nunca deram a morte, mas o amor e todo o seu empenho. E quantos dos sofredores que estes homens e mulheres lhes teriam pedido que os matassem? E a resposta que deram: SALVAR, amando, até que a morte natural viesse buscar os sofredores de quem cuidaram, com AMOR, até ao fim.

Não podemos deixar que a Eutanásia se torne legal, porque, mesmo legal, será sempre IMORAL.

Que os políticos se empenhem em dar condições, todas as condições, para que haja CUIDADOS PALIATIVOS em vez de CENTROS DE MORTE em que querem transformar os hospitais. Trabalhem pela vida!

PELA CULTURA DA VIDA, SEMPRE!

Carlos Aguiar Gomes

(Associação Famílias)

17
Jun20

EUTANÁSIA

Em debate na Assembleia da República


Oliveira

(Carta envida pelo Dr. António Pinheiro Torres)

Caros amigos,

Na sequência do último alerta quanto ao arranque dos trabalhos da especialidade dos projectos de eutanásia (ver noticia em anexo), pedimos uma audiência ao presidente do Parlamento para fazer a entrega da nossa Iniciativa Popular de Referendo #simavida, o que deverá ter lugar para a semana. Disso deu notícia o Sol e o comunicado da Federação Portuguesa pela Vida, em anexo. Mantêm-se no entanto a reunião de dia 18 de Junho do grupo de trabalho da eutanásia, pelo que é urgente que as organizações que ainda não o fizeram, peçam sem demora para ser ouvidas no parlamento (enviarei a respectiva minuta a quem me pedir e todos os contactos necessários). Como urgente é que nos enviem sem demora as assinaturas que ainda têm em vosso poder para que as possamos juntar ás já contadas (86 mil) e ás que estamos ainda a contar, e entrega-las todas ao presidente da Assembleia da República, possivelmente no fim da próxima semana!

Entretanto há muito material a usar, a começar pelo extraordinário discurso de ontem do Cardeal Tolentino Mendonça (texto em anexo) assim como esta sua entrevista à Rádio Renascença. Quem tiver ouvidos, ouça…!

Também sobre esta circunstância do regresso da eutanásia em tempos de pandemia, importa ler estas declarações de hoje (11-Junho) do Patriarca de Lisboa e já estes artigos (precisamos de mais!) dos nossos mandatários: A eutanásia e a falência da Razão (Luis Silva no Correio do Vouga), Desconfinados e desmascarados (Anselmo Borges no DN), As lições da pandemia e a eutanásia (Pedro Vaz Patto no Observador), Ética de cuidado – ética de complementaridade em tempo de COVID-19 (Carlos Costa Gomes do Centro de Estudos de Bioética) e Covid-19 – Eutanásia 20 (Isilda Pegado na Voz da Verdade) em anexo.

Chamo também a atenção para a colectânea em anexo, de artigos do Carlos Aguiar Gomes (da Associação Famílias), a entrevista de Ana Sofia Carvalho (do Instituto de Bioética) e Da COVID-19 à eutanásia – intersecções e esclarecimentos (de Tiago Azevedo Ramalho).

Finalmente: mercê de um generoso donativo de € 500,00, passámos a dispor de € 761,00. Dá para pequenas despesas mas não para uma campanha de publicidade nos jornais e nas ruas…quem quiser que esta campanha cresça em visibilidade e nesse sentido, não hesite em no-lo fazer saber através de um contributo para o PT50 0023 0000 4559 4895 2039 4 (transferências em nome de Rui Gonçalves). Obrigado!

Um abraço a todos lembrando que só perde, quem desiste de lutar, do

Antonio Pinheiro Torres

(Activista da Federação Portuguesa Pela Vida)

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